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Quem apostou no caos, se deu mal, diz Pio ao avaliar governo de Tite

Claudinei Plaza/ DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente da Câmara de S.Caetano enaltece grupo e critica oposição: ‘Influência externa’


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

22/06/2021 | 00:15


Presidente da Câmara de São Caetano, Pio Mielo (PSDB) elogiou o comportamento do grupo político ligado ao ex-prefeito José Auricchio Júnior (PSDB) diante da instabilidade política no primeiro semestre, dizendo que o prefeito Tite Campanella (Cidadania) soube conduzir a gestão conforme diretrizes referendadas nas urnas. “Os arautos do caos, que apostavam no quanto pior, melhor, se deram mal.”

Em visita ao Diário, Pio comentou que o trabalho focado na administração por parte de Tite e da base governista na Câmara fez com que qualquer possibilidade de turbulência política em meio à anulação dos votos de Auricchio – mais bem votado em novembro – fosse minimizada. “Tite mostrou que tem uma das principais qualidades de um administrador: a capacidade de audição, o saber ouvir. Ouvir os secretários, as forças políticas, a Câmara e, principalmente, a cidade. Vem trabalhando de maneira firme no combate à pandemia, priorizando as vidas nas campanhas de vacinação, mas soube conciliar com a atividade econômica.”

Tite administra a cidade desde o dia 1º de janeiro – como presidente da Câmara eleito, foi alçado ao Executivo. Pio, vice-presidente da casa, assumiu a direção do Legislativo pelo quinto ano consecutivo. O tucano avaliou que o fato de Tite ter sido líder do governo Auricchio entre 2017 e 2020, com contatos com os secretários e aos projetos do Palácio da Cerâmica, o credenciou a ser prefeito neste período. E que seu conhecimento da Câmara o conduziu de volta à cadeira. Mas ele enalteceu a força do grupo auricchista. “Não podemos esquecer que temos o Beto Vidoski (PSDB), o Marcel Munhoz (Cidadania), o Gilberto Costa (Avante), todos com capacidade.”

Pio evitou avançar no debate sobre a realização de nova eleição, ao dizer que Auricchio dispõe de instrumentos jurídicos para buscar reverter a decisão da juíza Ana Lúcia Fusaro, da Justiça Eleitoral de São Caetano, de anular seus votos com base em condenação por doação eleitoral irregular em 2016. “Sou professor de matemática e não sou detentor da régua jurídica. Acho que o prefeito Auricchio está correto em buscar seus direitos”, discorreu o tucano, se esquivando sobre falar se o grupo tem um favorito a ser candidato ao Paço caso haja outro pleito. “Vamos reunir o grupo e discutir isso.”

“A vantagem deste grupo é que a política de São Caetano é discutida com atores de São Caetano. Não com atores de fora, com olhares externos”, disparou Pio, em clara referência à parceria do ex-prefeiturável Fabio Palacio (PSD), que hoje se posiciona como principal adversário do bloco auricchista, com o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB). “São Caetano não quer errar e não deve ter aventuras eleitorais e eleitoreiras, com administrações indiretas. Saberá reconhecer quem dela cuidou neste momento tão difícil de pandemia se tiver nova eleição, se essa for a decisão da Justiça.” 



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