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Temos de ouvir o ex-presidente Lula, fala Fuzari sobre CPI da OAS

Denis Maciel/Dgabc Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

18/06/2021 | 00:51


Relator da CPI da OAS na Câmara de São Bernardo, o vereador Julinho Fuzari (DEM) disse que vai conversar com integrantes do bloco sobre a necessidade de convocar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sob alegação que o nome do líder petista foi apontado pelo ex-proprietário da construtora Léo Pinheiro como mentor do projeto contra enchentes no Centro da cidade.

O democrata citou que, em oitiva à CPI, Léo Pinheiro revelou que a construção do Pisicnão do Paço foi ideia de Lula, conversada com ele no Instituto Lula, na Capital. A intervenção na região central custou quase R$ 400 milhões.

“Estamos na fase dos trabalhos de analisar tecnicamente o projeto do piscinão. Temos de lembrar que essa obra teve início com o Léo Pinheiro recebendo a demanda do ex-presidente Lula. Precisamos fechar essa questão e saber por que o Lula mostrou tanto interesse em que a OAS fizesse uma obra desse porte no Centro de São Bernardo. E por que foi ele quem tratou isso com o Léo Pinheiro. Tem muita coisa a ser respondida pelo ex-presidente”, comentou Fuzari.

O relator prometeu tratar do assunto hoje, quando a CPI receberá Cláudio Sayeg, ex-funcionário da TCER e da Falcão Bauer, empresas que atuaram na viabilidade do Piscinão do Paço.

A sugestão de Fuzari é uma tentativa de resgatar a força da CPI, abalada nos últimos dias por série de decisões judiciais que liberaram de depoimento alguns dos investigados de suspeita de fraudes na relação entre OAS e São Bernardo.

Considerado principal oitiva da CPI, o interrogatório de Marcel Vieira, ex-diretor da OAS e apontado como interlocutor da empresa com a cidade, foi barrado por habeas corpus conquistado pelo ex-funcionário da empreiteira. Os integrantes da CPI já criticaram publicamente o que classificam como interferência do Poder Judiciário no trabalho do Legislativo.

Outro empecilho encontrado pela comissão foi com relação a acesso a documentos investigatórios do MPF (Ministério Público Federal), que apura a conduta de ex-colaboradores da OAS no âmbito da Operação Lava Jato. <TL> 



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