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Estado permite mais alunos nas escolas a partir de agosto

Denis Maciel/ DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Instituições poderão receber estudantes de acordo com a capacidade e não mais pelo percentual do número de matrículas


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

16/06/2021 | 22:11


O governo do Estado anunciou na tarde de ontem mudanças no protocolo das aulas presenciais em todas as escolas de educação básica, a partir de agosto. Até o momento, os colégios que retomaram as atividades em sala podem receber até 35% dos matriculados. A partir de agosto, o cálculo será feito pela capacidade de cada equipamento, ampliando o número de estudantes em escolas maiores. Também houve mudança no distanciamento a ser adotado, de um metro e meio para um metro entre cada pessoa. Os demais protocolos, como uso de máscara, álcool gel, não compartilhamento de objetos, seguem em vigor.

A médica clínica da Rede D’Or Valéria Goulart explicou que essa mudança é baseada em experiências feitas nos Estados Unidos, no segundo semestre de 2020, que atestaram que um metro de distância era o bastante para garantir a segurança, aliado a outras medidas, como uso de máscara, alcool gel etc. “Em São Paulo, 28% da população já tomou pelo menos uma dose da vacina e quase 13% já tomaram as duas. Isso acaba dando flexibilidade maior para que seja feito o planejamento de retorno às aulas”, opinou.

Na região, as aulas presenciais nas escolas particulares já foram retomadas em todas as cidades. Nas escolas públicas, apenas em Santo André, São Bernardo e São Caetano. Mauá e Ribeirão Pires preveem o retorno das aulas presenciais na rede pública para 27 de julho. Diadema e Rio Grande da Serra não responderam à demanda.

Em Santo André, as aulas presenciais foram retomadas de maneira gradual em 24 de maio. A Prefeitura informou que a Secretaria de Educação monitora a situação da pandemia de Covid, sempre com a intenção de garantir a segurança no ambiente escolar para profissionais e alunos. E que qualquer alteração em relação ao aumento da capacidade nas salas de aula dependerá do cenário do momento e do aval dos órgãos de saúde.

São Bernardo retomou as aulas presenciais em 17 de maio, também de maneira escalonada, com 35% dos alunos. A Prefeitura informou que seguirá as diretrizes estabelecidas pelo governo do Estado e que a administração avalia, dia a dia, a evolução da pandemia e a realidade de cada unidade de ensino para definir a melhor estratégia de ampliação das aulas presenciais na rede municipal. Durante o recesso do mês de julho, a Prefeitura irá informar, tanto os educadores quanto os pais, sobre o volume que irá autorizar a partir da volta do recesso.

As aulas presenciais foram retomadas em São Caetano em 7 de junho, com as crianças de 4 e 5 anos. A previsão é que a partir de 21 de junho, voltem às aulas presenciais os 1º, 2º e 3º anos do ensino fundamental e, a partir de 5 de julho, os 4º e 5º anos. A administração diz que deve ampliar o número de alunos com as novas determinações.

Em Mauá, o retorno das aulas presenciais nas escolas públicas está previsto para o dia 27 de julho, condicionado ao maior controle da pandemia. Os parâmetros do município para a volta às aulas estão sendo discutidos. Ribeirão Pires prevê o retorno para a mesma data e a Prefeitura afirma que iniciou em janeiro os preparativos das unidades escolares e das equipes para a reabertura segura. Nenhuma prefeitura comentou, objetivamente, sobre as mudanças anunciadas, com exceção de São Caetano.

Para as escolas privadas, calcular o número de alunos pela capacidade e não pelo número de matrículas é medida avaliada como acertada, pois, em unidades maiores, será possível ampliar o total de estudantes, mantendo os protocolos para evitar o contágio da doença.

Diretor-presidente da Escola Vereda, que tem unidades em Santo André e São Bernardo, Arthur Buzatto elogiou a decisão do governo estadual, principalmente porque foi feita de forma antecipada. “Temos visto que os protocolos funcionam e que é possível receber alunos com segurança”, afirmou.  



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