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Palavra do leitor


Do Diário do Grande ABC

13/06/2021 | 12:40


É com grande satisfação que a Fundação Pró-Memória de São Caetano chega aos 30 anos de sua existência, comemorados ontem, 12 de junho. A instituição, criada em 1991, vem cumprindo desde o primeiro dia a sua missão de criação, organização, instalação e manutenção de atividades e estabelecimentos voltados para a preservação, difusão e salvaguardar a memória e a história não só de São Caetano, mas de toda a região e sua gente.

Nesse período, a Pró-Memória passou por crescimento e consolidação. Localizada em seu início em uma sala no prédio onde está a Câmara Municipal, hoje a instituição conta com boa estrutura estabelecida em parte do prédio do complexo educacional do ensino fundamental, onde funcionam o Centro de Documentação Histórica (inclusive com o acervo completo deste Diário), a sede administrativa, o salão expositivo da Pinacoteca Municipal e suas reservas técnicas e também com outros quatro espaços expositivos espalhados pela cidade: o Museu Histórico Municipal, o salão do Espaço Verde Chico Mendes, o Espaço do Forno e o Espaço Cultural Casa de Vidro. Todos esses locais estão abertos ao público respeitando os protocolos sanitários.

Além disso, contamos com nosso setor de produção editorial, onde, nestas três décadas, publicamos diversos livros, sempre com foco na história e na memória. Isso sem contar, claro, com a Revista Raízes, que é publicada semestralmente de forma ininterrupta desde 1989 e se tornou referência editorial em seu gênero. Neste período inédito em nossas gerações, em que o mundo atravessa uma pandemia que infelizmente ceifa vidas e impede o prosseguimento pleno das atividades normais, nós, da Pró-Memória, também nos adaptamos e investimos em nossa presença digital. Fortalecendo nossos canais de comunicação, ampliando o conteúdo virtual e criando diversos projetos de ampla repercussão para diversos públicos, como as exposições virtuais, o acesso às nossas publicações e tours virtuais nos espaços expositivos.

São essas e outras ações que fazem a Pró-Memória um modelo. Somos a mais antiga instituição municipal do Estado de São Paulo nessa área e proporcionamos de forma gratuita e ampla atividades culturais, educacionais e acadêmicas abrangendo público potencial de milhares de pessoas. Mas nada disso aconteceria se não fosse o empenho e o trabalho dos colaboradores que passaram pela FPM nesses 30 anos e que sempre vestiram a camisa e formaram uma família unida. Agradeço também a todos os ex-presidentes que me antecederam e que contribuíram para que possamos chegar hoje, aos 30 anos, sendo a Fundação Pró-Memória de São Caetano.

Charly Farid Cury é presidente da Fundação Pró-Memória de São Caetano. 

PALAVRA DO LEITOR

Sugestão 

 Sugestão ao presidente, que obrigou a Seleção Brasileira a disputar a Copa América que ninguém quis, e fez o País assumir problema que não era nosso: mande embora o técnico Tite. Coloque em seu lugar um general do Exército, que não entenda nada de futebol, assim como fez na saúde. Este presidente é craque nisso. E com certeza terá meia dúzia de seguidores batendo palmas.

Sandro Carvalho

 Santo André

Estou certo! 

 Como simpatizante desta Palavra do Leitor, digo que sinto vergonha dos missivistas que elogiam e acham que está correto o presidente em suas grosserias, nas palavras chulas que profere e na sua postura completamente antiética, negacionista e irresponsável. E mais, não adianta ficarem bravinhos, porque, para mim, se os bolsominions discordam da minha carta é ótimo sinal, é porque estou certo. E se me xingarem, aí que terei certeza de que estou coberto de razão. Então, fora, Bolsonaro!

Lucas Bentanai

 São Caetano

Fake news 

 Em um dia o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga – novo Pazuello –, reconhece que não há eficácia comprovada com cloroquina no tratamento contra Covid. No outro, o presidente volta a defender o uso do medicamento. E mais: Bolsonaro comparou a cloroquina com as vacinas que estão sendo aplicadas na população e disse que os imunizantes também não têm comprovação científica da eficácia, apesar de a Anvisa garantir que há. Ou seja, a pessoa que deveria tranquilizar, agilizar e providenciar vacinas para todo mundo é, na verdade, a que menos colabora com o combate ao terrível coronavírus. Ainda querem – seus súditos – que a gente torça por ele, que só sabe propagar fake news, que teve início com a mentirosa facada.

Adão Mariano Marão

 Diadema

A amizade 

 Nestes tempos incertos, sombrios, de más gestões públicas, medos, mortes, insegurança, devemos superar as diferenças, principalmente políticas, e voltar a cultivar a amizade. É sentimento de simpatia, apreço, grande afeição entre as pessoas. É uma dádiva, uma das maiores características do ser humano. Precisamos nos comunicar mais. Não podemos deixar que este péssimo presidente cultive o ódio, como já está acostumado a fazer. Esqueça dele e lembre-se sempre dos seus amigos.

Janaína Novelin

Ribeirão Pires

Esqueceu 

 O amigo missivista Mauri Fontes, que defende Bolsonaro, disse que ‘não é bem isso que mostram as estatísticas’ sobre vacinação no Brasil (Vacinas, dia 11). Esqueceu de mencionar que o País – na verdade, seu presidente – ignorou 53 e-mails da Pfizer com oferta de vacinas, recusou 86 milhões de doses da Covax oferecidas por consórcio internacional e que vai ficar fora da doação dos Estados Unidos, que vai distribuir 500 milhões de doses da Pfizer, por causa de picuinhas do presidente. Com certeza o Brasil poderia estar bem melhor se não fosse ele.

Monique Montanaro 

 Diadema



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