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Quais são os componentes da vacina contra o Covid-19?

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As matérias-primas são parecidas com as de outros imunizantes, o que muda é o vírus da substância


Yasmin Assagra

13/06/2021 | 07:07


Para produzir as vacinas contra a Covid-19 é necessário utilizar basicamente componentes parecidos a qualquer outro imunizante, a diferença principal está na substância, que possui o vírus ou bactérias próprios para combater a doença.

Atualmente, no caso das vacinas contra o novo coronavírus, existem imunizantes que contêm parte do vírus da Covid ou o vírus inteiro, porém, morto. O objetivo é que o sistema de defesa do corpo humano o identifique e reaja contra ele.

Além dessas substâncias, existem outras que têm objetivo de estimular os anticorpos, que são chamadas de adjuvantes. Para entender um pouco mais, são substâncias químicas que alertam o sistema de defesa, o fazem enxergar um inimigo no corpo e, claro, reagir contra ele. Para completar, a vacina ainda possui o líquido em volume necessário para ser injetável no corpo das pessoas.

Assim, resumindo, uma parte do vírus, as substâncias adjuvantes e o líquido são disponibilizados em uma única dose de vacina contra a Covid-19.

Mas será que essas vacinas são confiáveis? A resposta é sim. Todas as medicações que hoje são disponibilizadas para serem aplicadas passaram por testes de eficácia e segurança, além de terem sido aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Estima-se que em todo mundo, pelo menos, já são mais de dez vacinas produzidas para combater a Covid. Mas nem todas estão aprovadas ainda para aplicação de toda população.

No Grande ABC, são disponibilizadas a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, em parceria com a Sinovac, da China, a de Oxford, feita pela Fiocruz, do Rio de Janeiro, junto com o laboratório Astrazeneca, e, agora, vacina da Pfizer, do laboratório Biontech.

A ideia da vacina é defender o corpo do contato com o vírus. Por isso, atualmente, a luta é constante pela aplicação desses imunizantes em todas as pessoas. Por enquanto, no País, só foram realizados testes em indivíduos com mais de 18 anos, por isso, esse é o público apto para tomar até o momento.

Enquanto isso, toda criançada e adolescentes de até 17 anos podem ajudar na luta contra a Covid usando máscaras, lavando muito bem as mãos e evitando contato muito próximo com pessoas que não moram juntas.  

Consultoria de Fábio Leal, infectologista e coordenador geral de pesquisa da USCS (Universidade Municipal de São Caetano).



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