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A história do surf na Califórnia e os melhores picos da região

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Paulo Basso Jr.
Do Rota de Férias

07/06/2021 | 16:57


O surf na Califórnia é quase uma instituição. Afinal, embora não tenha nascido por lá (e sim no Havaí), foi no Estado Dourado que ele se popularizou como atividade de lazer, cresceu e se transformou em esporte antes de se espalhar pelo mundo e ganhar direito até à participação nas Olimpíadas. Foi ali também que surgiram as pranchas modernas, de poliuretano, bem como as roupas de neoprene criadas para mergulho e, posteriormente, abraçadas pelos surfistas.

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Hoje, quem turista pelo litoral do estado americano, especialmente entre Los Angeles e San Diego, no Orange County, se depara com a cultura do surf por todos os lados. Uma série de praias se descortina com ondas perfeitas, e mesmo quem nunca se equilibrou em uma prancha costuma se render àquela atmosfera contagiante.

Paulo Basso Jr.
Surfistas em Huntington Beach

 

 

Corpos bronzeados, clima relax, comida saudável, museus que contam a história do esporte e, acima de tudo, os autênticos píeres de madeira que ilustram os cartões-postais mais famosos do pedaço dão vida a uma cena celebrada, inclusive por Hollywood, desde os anos 1950. Nem mesmo as águas geladas que teimam em banhar as faixas de areia locais até nos meses mais quentes são capazes de acabar com o clima de verão sem fim.

Onde surgiu o surf na Califórnia?

Os primeiros registros de surf na Califórnia datam de 1885, quando o jornal “Santa Cruz Daily Surf” documentou que três jovens havaianos estavam se divertindo com pranchas de madeira de sequoia na foz do Rio San Lorenzo, em Santa Cruz, ao sul de San Francisco.

Não eram simples adolescentes. Jonah Kuhio Kalanianaole, David Kawananakoa e Edward Keliiahonui eram filhos de Kalakaua, à época rei do Havaí, ilha do Pacífico onde “tomar banhos de surf” com pranchas talhadas em troncos já era uma prática comum (acredita-se que a atividade tenha nascido por lá em meados do século 18, como um meio de facilitar a pesca).

Paulo Basso Jr.
Príncipes havaianos introduziram o surf na Califórnia em 1885

 

Os príncipes se mudaram para o continente americano a fim de estudar na academia militar de San Mateo. Dali, seguiam rotineiramente para Santa Cruz, na costa, em uma recém-inaugurada linha de trem operada pela companhia Southern Pacific.

Anos depois, quando voltaram para o Havaí, levaram na bagagem as pranchas californianas, o que deu início a um movimento de exportação de sequoias para o arquipélago distante. No continente, por sua vez, deixaram para trás um hábito que mudaria para sempre a história do Estado Dourado.

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Surf City USA

O surf na Califórnia pode até ter nascido em Santa Cruz, mas foi mais ao sul, especialmente em Huntington Beach, que a atividade se popularizou e, dali, ganhou o mundo. Por trás dessa história há, inclusive, uma briga judicial.

No início dos anos 1990, Huntington Beach adotou o apelido de Surf City USA em seus materiais de promoção. Motivos para isso não faltavam: foi lá e em Redondo Beach (veja mais abaixo) que, no início do século 20, o salva-vidas George Freeth e seu camarada e compatriota havaiano Duke Kahanamoku, cinco vezes medalhista olímpico de natação, introduziram para valer o surf nos EUA. Kahanamoku, inclusive, é conhecido como o “pai” da modalidade e tem até uma estátua em Huntington Beach.

Paulo Basso Jr.
Huntington City Beach, na Surf City USA

 

Reza a lenda ainda que, em 1963, quando a dupla de Los Angeles Jan e Dean gravou “Surf City“, música que escreveram em coautoria com Brian Wilson e que ganhou ainda mais fama com os Beach Boys, eles tinham em mente Huntington Beach – embora a canção não faça menção a qualquer cidade. Isso ocorreu quatro anos após a cidade realizar o primeiro campeonato de surf da história dos EUA.

De olho nessa ondulação toda, Santa Cruz resolveu correr atrás de seus direitos. Como berço do surf no país, a cidade queria usar de forma exclusiva a alcunha de Surf City, mesmo porque um jornal local já a havia apelidado dessa forma em 1927. No imbróglio dos tribunais, outras duas cidades americanas entraram na disputa: Surf City, na Carolina do Norte e, veja só, Surf City, em New Jersey.

Após registrar a marca em 2004 e entrar em acordo com as “rivais” em 2006, Huntington Beach finalmente passou a adotar de forma oficial a alcunha de Surf City USA. Não que isso já não estivesse claro para quem visita a região.

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Huntington Beach

Huntington Beach é, de fato, a grande cidade do surf na Califórnia e a melhor base para quem deseja sentir a vibe do esporte na região. Cortado pela Pacific Coast Highway, uma das estradas mais bonitas do mundo, o local tem um ritmo mais lento e descompromissado, com a vida praticamente voltada para os ventos e a ondulação no mar.

Paulo Basso Jr.
Final do píer de Huntington Beach

 

Muitos comércios fecham cedo, e a atmosfera de férias é constante. Boa parte das pessoas que trabalha à noite, em restaurantes, bares e hotéis, passa o dia pegando onda, sobretudo em Huntington City Beach, o trecho de areia mais popular do pedaço.

É lá que fica o Huntington Beach Pier, construção que avança por mais de 500 metros sobre o mar e é uma das maiores do estilo na costa oeste americana. Por ser quase todo de alvenaria, e não de madeira, o píer não é lá muito charmoso, mas serve de base para pescadores e camarote para quem deseja observar a galera, faça chuva ou faça sol, se apinhar no mar em busca das consistentes, geladas e icônicas ondas do destino.

Paulo Basso Jr.
Main Street, em Huntington Beach

 

Dos restaurantes nos arredores, como o Duke, que serve bons frutos do mar e uma excelente cerveja chamada CocoNutorious (uma amber “de coco” produzida pela Four Sons), é possível ver até disputas em campeonatos profissionais. É o caso do Vans US Open of Surfing, que faz a região lotar durante o verão.

Ao todo, Huntington Beach tem 16 km de praia, mas é nos arredores do píer que ficam as principais atrações da cidade, até mesmo para quem não pega onda. Ali, dá para alugar uma bike ou caminhar pela Ocean Strand, pista pavimentada de chão vermelho que margeia a faixa de areia. Outra opção é ir ao Pacific City, complexo moderninho de lojas e restaurantes erguido de frente para a praia.

Paulo Basso Jr.
Restaurante Duke, em Huntington Beach

 

Dá também para visitar o Hall da Fama do Surf, que ostenta a estátua de Kahanamoku na praça de acesso e se estende pela Main Street com uma espécie de Calçada da Fama, marcada por pegadas e mãos de lendas do esporte.

Os fãs da modalidade ainda podem dar um pulo no International Surfing Museum, cujo acervo inclui pranchas de madeira, amostras de areia de praias de todo o mundo (inclusive do Brasil), uma estátua do super-herói Surfista Prateado e uma guitarra de Dick Dale, percussor do surf rock.

Paulo Basso Jr.
Estátua de Duke Kahanamoku em Huntington Beach

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Praias de surf nos arredores

  • Sentindo Los Angeles, ao norte

Quem parte de Huntington Beach encontra algumas das melhores praias de surf na Califórnia a uma distância de, no máximo, 1h30min de carro. No sentido de Los Angeles, ao norte, há ao menos duas que valem a visita: Malibu e Redondo Beach.

Malibu

Você pode até se lembrar de Malibu por conta de séries como “S.O.S Malibu” e “Two and a Half Man (Dois Homens e Meio)”, estreladas por Pamela Anderson e Charlie Sheen, respectivamente, mas a imagem da cidade está relacionada, para valer, ao surf. E isso ocorre desde os anos 1950, quando a galera chegou para pegar ondas por lá, no maior espírito paz e amor, e nunca mais foi embora.

Paulo Basso Jr.
Malibu Beach

 

Influenciados por modeladores de pranchas peritos, como Dale Velzy e Dewey Weber, artistas de Hollywood se encantaram com aquela cena e não demoraram para levar a modalidade às telas de cinema. Muitas músicas ecoaram também as ondas longas e perfeitas da região, que transformaram Malibu Beach em um templo sagrado do surf na Califórnia.

Hoje, quem chega à praia ainda encontra um emblemático muro que separa o estacionamento público da faixa de areia. Essa, por sua vez, é escura, grossa e não prima pela beleza natural. Bonito ali é ver a galera surfar desde as primeiras horas do dia, quando abandonam as Kombis coloridas e furgões à la Scooby-Doo que usam de moradia, vestem os macacões de neoprene para encarar a água gelada (mesmo no verão) e se lançam ao mar.

Paulo Basso Jr.
Kombi no Píer de Malibu

 

Do píer local, que concentra alguns restaurantes (embora os melhores do pedaço fiquem na Pacifc Coast Hwy, como o excelente V’s restaurant + bar), tem-se uma bela vista do movimento. Barracas de chinelos Havaianas e cabeludos com violão a tiracolo tocando sons de Jack Johnson, Hoodoo Gurus e companhia ajudam a tornar o clima ainda mais especial.

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Redondo Beach

Aqui, a atmosfera das principais praias de surf da Califórnia se repete: píer de madeira, lojas de materiais esportivos, uma galera andando de skate e bike no calçadão e, principalmente, pessoas carregando pranchas coloridas por todos os lados. A uma hora de carro ao norte de Huntington Beach, próxima à Santa Monica, Redondo Beach é famosa por ter ondas mais altas que as vizinhas.

As mais impressionantes da região se formam nos pequenos vilarejos ao norte, como Manhattan Beach, onde rolam diversos festivais do esporte. Uma vez no pedaço, aproveite também para dar um pulo em Hermosa Beach, palco de uma calçada da fama com placas douradas que homenageiam grandes surfistas.

Paulo Basso Jr.
Pôr do sol na costa oeste americana

 

Santa Cruz e Half Moon Bay

Há ainda muitas praias ao norte de Huntington Beach excelentes para quem quer sentir o clima de surf na Califórnia, mas elas ficam mais distantes, já próximas a San Francisco (a cerca de cinco horas de carro). É o caso da pioneira Santa Cruz, onde há um museu sobre o esporte abrigado em um farol, ao lado da icônica praia de Steamer Lane, e também de Half Moon Bay, onde fica Mavericks Beach, palco de algumas das melhores ondas do Estado Dourado.

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  • Orange County, ao sul

Se a sua base é a Surf City USA, vale a pena também seguir para o sul, explorando a costa do Orange County. A sequência de faixas de areia a partir de Huntington Beach inclui Newport Beach, Laguna Beach, Dana Point e San Clemente, tudo isso a cerca de 40 minutos de carro, sendo que as duas últimas são as melhores para a prática do esporte. Todas, no entanto, merecem a visita.

Newport Beach

Paulo Basso Jr.
Corona Del Mar, em Newport Beach

 

Newport Beach é conhecida, principalmente, como um dos principais locais para avistar baleias na costa da Califórnia. Isso porque diferentes espécies passam por lá tanto nos meses quentes quanto nos frios, o que permite observá-las em qualquer período do ano. Inclusive, da praia.

Muitas celebridades, como o jogador de golfe Tiger Woods, a atriz Michelle Pfeiffer e o ator Chuck Norris, têm casas na região, sobretudo na sofisticada Peninsula Balboa e na simpática praia de Corona Del Mar, que é pequena e acessada desde a falésia por escadarias. Não é raro ver mansões com pequenos píeres particulares, nos quais há lanchas e jet-skis ancorados.

Paulo Basso Jr.
Mansões em Newport Beach

 

Desse trecho de Newport Beach, é fácil chegar ao Fashion Island, shopping com bons restaurantes e lojas de marcas queridinhas entre os brasileiros. Se a sua busca é por surf na Califórnia, entretanto, siga direto para The Wedge, o principal pico do pedaço. Ali, no extremo sul da península, as ondas se movem rapidamente e chegam a atingir 9 metros de altura.

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Laguna Beach

Paulo Basso Jr.
Vista de uma das praias de Laguna Beach

 

Esta é, sem dúvida, uma das praias mais lindas dos EUA – a despeito das eleitas nos últimos três anos, que ficam na Flórida. Marcada por uma falésia serpenteada por um calçadão de onde se tem vistas panorâmicas da região, Laguna Beach é dona de um litoral recortado, com pequenas praias em formato de ferradura separadas por pedras enormes. É lá que você fará algumas das fotos mais bonitas da viagem.

Em alguns trechos da costa, a água represa, formando piscinas naturais (para quem tem coragem de encarar o mar gelado, é uma beleza). Em outros pontos, como Crystal Cove e Rockpile, formam-se ondas praticamente perfeitas.

Paulo Basso Jr.
Escadaria leva a rochedos em Laguna Beach

 

Há uma praia em especial em Laguna Beach, chamada Aliso Beach, margeada por mansões suntuosas, onde a galera está pegando onda de um jeito diferente. Com uma prancha sem quilha, o esquema é ficar de olho na linha do horizonte e sair correndo desde a faixa de areia, montando e escorregando de pé em direção ao mar até alcançar a ondulação.

Depois de fazer algumas manobras, quem tem mais habilidade consegue até voltar deslizando para a praia, praticamente no ponto de onde saiu. Como as ondas quebram perto, a diversão é garantida para quem pratica ou simplesmente assiste ao espetáculo.

Quem faz parte do segundo time pode ainda aproveitar a atmosfera agradável do centrinho em torno da N Coast Hwy, onde há bons restaurantes. Coloque na lista o Las Brisas, que fica em uma varanda debruçada sobre a costa e serve bons frutos do mar, o mexicano Carmelita’s, que prepara margaritas refrescantes e uma suculenta carne assada, e o bistrô francês C’est La Vie.

Paulo Basso Jr.
Surfista com prancha sem quilha em Aliso Beach

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Dana Point

A história de Dana Point está intimamente relacionada ao surf. Alguns nomes históricos da modalidade viveram por lá – e nem todos eles, curiosamente, são atletas. É o caso do empreendedor Hobart “Hobie” Alter, que criou a prancha moderna no final dos anos 1950 ao confeccioná-la com espuma de poliuretano no lugar de madeira.

Hobie faleceu em 2014, mas a loja que ele fundou, chamada Hobie Surf Shop, existe até hoje em Dana Point e é uma espécie de Meca do esporte. Além da prancha de poliuretano, ele desenvolveu um famoso catamarã à vela chamado Hobie Cat.

Paulo Basso Jr.
Vista da Salt Creek Beach desde o 180BLU, em Dana Point

 

O shaper fazia parte de um grupo conhecido como Dana Point Mafia, formado por uma galera que está ligada de diferentes maneiras ao desenvolvimento do surf na Califórnia. Entre eles estavam Phil Edwards, um dos maiores surfistas de todos os tempos, John Severson, criador da revista “Surfer Magazine”, e Bruce Brown, diretor do famoso filme “Endless Summer”, que ajudou a popularizar a modalidade no mundo.

É possível vivenciar parte dessa história ao encarar as melhores ondas de Dana Point, que quebram em Doheny Beach e Salt Creek Beach. Nesta última, para quem não abre mão de sofisticação, a dica é ir ao rooftop 180BLU do hotel The Ritz-Carlton, Laguna Niguel, ao lado do qual há um mural com referências à trajetória do surf na região e pranchas criadas por Hobie Alter.

Se puder, passe por lá ao entardecer para ver o sol “se pôr” no mar, algo típico da costa oeste americana, com o visual preenchido pela bela falésia que se debruça sobre a praia. Para acompanhar as manobras dos surfistas, fica a dica em relação ao menu do 180BLU: batatas-doces fritas, pasta de peixe-espada defumado e mojito.

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San Clemente

Paulo Basso Jr.
San Clemente, em Orange County

 

A chegada a San Clemente vale qualquer perrengue de viagem, distância, dólar alto e o que mais puder imaginar. Partindo do centrinho da cidade, fazendo curvas fechadas para um lado e para o outro, de repente se avista um jardim com palmeiras, que se prolonga em direção à praia, onde se destaca um clássico píer de madeira.

De longe, é possível ver vários pontinhos no mar. Surfistas, é claro, dividindo ondas enquanto um bocado de gente os observa da faixa de areia ou mesmo da plataforma construída sobre a água, onde há bares e restaurantes. A atmosfera é fantástica e se replica um pouco mais ao sul, na praia de Trestles, onde as ondas são veneradas por quebrarem de forma uniforme a partir do meio. Com fundo rochoso, no entanto, o pico não é para amadores.

Paulo Basso Jr.
Píer de San Clemente: mais um pico de surf na Califórnia

 

San Diego

Para quem deseja ir além de Orange County, vale saber que San Diego está há menos de duas horas de Huntington Beach. A cidade, situada na fronteira com o México, merece um capítulo à parte, mesmo porque conta com diversas atrações que vão além do surf.

Paulo Basso Jr.
San Diego é um dos points de surf na Califórnia

 

É o caso de bairros como Gaslamp Quarter, com vida noturna agitada, do porta-aviões USS Midway, que se transformou em museu, de Old Town, com aura latina, de Coronado Beach, uma das praias mais emblemáticas dos EUA, e, ufa, de La Jolla, trecho litorâneo que reúne uma colônia de leões-marinhos.

Na trilha do surf na Califórnia, no entanto, o ideal é se concentrar em destinos como Blacks Beach, para quem curte força e velocidade, e Windansea Beach, com uma das ondas mais famosas do estado. Oceanside Pier e San Onofre State Beach, por sua vez, são voltadas para os adeptos de long board.

Paulo Basso Jr.
Leões-marinhos dão o ar da graça em La Jolla, San Diego

 

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10 praias imperdíveis de surf na Califórnia

  1. Huntington Beach Pier, Huntington Beach
  2. Malibu Beach, Malibu
  3. Manhattan Beach, perto de Redondo Beach
  4. Steamer Lane, Santa Cruz
  5. Mavericks, Half Moon Bay
  6. Aliso Beach, Laguna Beach
  7. The Wedge, Newport Beach
  8. Doheny Beach, Dana Point
  9. Trestles, San Clemente
  10. Windansea Beach, San Diego

Onde ficar

Paulo Basso Jr.
Família se diverte em La Jolla, San Diego

 

Confira algumas opções de hotéis indicados nas praias de surf na Califórnia:

  • Malibu

Em Malibu, pertinho de Los Angeles, há bons hotéis, como o Malibu Beach Inn, com lindas vistas para a praia, e também apartamentos moderninhos para alugar perto da faixa de areia, a exemplo do Siegel’s Malibu Oceanfront Bliss.

  • Huntington Beach

Hotéis de grandes redes, como o Hyatt Regency Huntington Beach Resort and Spa e o The Waterfront Beach Resort, A Hilton Hotel, são boas pedidas na Surf City USA. Para quem procura melhores preços, as dicas são as pousadas Huntington Surf Inn e Ocean Surf Inn & Suites.

  • Laguna Beach

Há muitos hotéis de luxo na região, com destaque para o Montage Laguna Beach e o Surf and Sand Resort. Se a pegada é gastar menos, considere o simpático Seaside Laguna Inn & Suites e o simples, porém agradável The Tides – Laguna Beach.

  •  Dana Point

O The Ritz-Carlton, Laguna Niguel é um marco hoteleiro da região, com ótimos restaurantes e quartos com uma vista incrível de Salt Creek Beach. Há também um sofisticado Waldorf Astoria no pedaço. Para gastar menos, e mesmo assim ficar bem hospedado, vale a pena investir em apartamentos, como os do Tommy Bahama Beach Rd.

  • San Clemente

Uma opção com bom preço é o Casablanca Inn, cercado por áreas verdes. Quem quiser investir um pouco mais pode considerar o Sea Horse Resort.

  • San Diego

Se a trilha do surf na Califórnia passar por San Diego, ficam aqui três opções de hotéis: o Best Western Plus Bayside Inn, próximo a várias atrações, como o porta-aviões USS Midway, o Red Roof Inn Plus, com quartos pequenos, mas limpos e confortáveis, e o The Shoal Hotel La Jolla Beach, nos arredores de Windansea Beach.



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