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Toque de recolher no Dia dos Namorados é desafio para bares, restaurantes, hotéis e motéis

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Motéis planejam a Love Week, uma semana especial para comemorar a data; bares e restaurantes vão atender presencial com restrição de horário


Yara Ferraz

03/06/2021 | 17:40


A melhor data para os bares, restaurantes, hotéis e motéis do Grande ABC, o Dia dos Namorados, atrás apenas do Dia das Mães, enfrenta novos desafios para superar as dificuldades: o toque de recolher, medida municipal, e a fase de transição do Governo do Estado, ambas com restrição para o horário de funcionamento.

“Os estabelecimentos vão ter que ser criativos para superar as dificuldades como atrair clientes para o horário de almoço, já que no período da noite terão que fechar em horário estabelecido”, explica Beto Moreira, presidente do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC).

Em um cenário normal, a data representa um dos melhores faturamentos para o calendário do varejo. “Neste ano há melhor expectativa do que o ano passado porque os estabelecimentos estão abertos. Mas, sequer vai chegar perto do movimento que a data trazia para os setores de gastronomia e hospedagem”, acrescenta Beto.

Love Week
Os motéis estão otimistas para a data em relação ao ano passado. Mas, nada comparado a um período sem crise. Neste ano, o setor vai conseguir promover a Love Week, uma semana especial para comemorar o Dia dos Namorados e desafogar a data, considerada a melhor em movimento para os estabelecimentos. No ano passado, o evento foi cancelado por causa da pandemia.

De 7 de junho a 13 de junho, a Love Week oferece a semana inteira pacote especial com horário e serviços diferenciados. “Das 9h da noite até as 13 horas, o hóspede tem direito a um pernoite especial com jantar, café da manhã e decoração”, explicou o diretor do Sehal, Diego Moreno Bianchi, dono do Ramsés Motel, de São Bernardo.

Diego Bianchi explicou que o setor vem se reinventando para superar a crise provocada pela Covid-19. Porém, conseguiu sobreviver por se encaixar dentro da categoria de serviço essencial. “Com bares e restaurantes fechados, os clientes procuravam os hotéis e motéis que permaneceram abertos”, explicou. Mesmo assim, o faturamento ficou abaixo do normal por causa das crises vividas pelo país, segundo ele.

“O setor já vinha se reinventando com a nova motelaria com aspectos diferenciados da decoração, automação nas suítes, reservas por aplicativos, entre outros serviços”, comentou. 



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