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Moradores de Santo André protestam em frente à Enel

André Henriques/ DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Consumidores reclamam de problemas no fornecimento de energia elétrica


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

27/05/2021 | 10:56


Cerca de 20 pessoas, moradores do Jardim Cipreste, em Santo André, estão no posto de atendimento da Enel Distribuição São Paulo, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica na região, para protestar. Os consumidores afirmam que há mais de três meses sofrem com a falta constante de energia elétrica e picos de energia que tem queimado eletroeletrônicos e eletrodomésticos.

Segundo os reclamantes, os problemas ocorrem há cerca de dois anos, mas se agravaram nos últimos meses. Diversos moradores relatam que televisores e aparelhos de microondas queimaram durante os contantes picos de energia.

O presidente da Associação de Moradores do Jardim Cipreste, Ademar Luiz Machado, 55 anos, afirmou que a manifestação foi organizada porque os clientes cansaram de abrir protocolos de reclamação na empresa sem ter a solução dos problemas. "A gente só vai sair daqui hoje com uma solução", afirmou.

A autônoma Cláudia da Silva, 33, afirmou que além de perder um televisor smart (com acesso à internet) e um home teather, precisou cancelar o curso de inglês que fazia à noite, com aulas online. "Foi impossível continuar com as aulas, porque toda noite falta luz", afirmou.

A costureira Catarina Geovaneli Lopes, 65, perdeu um frigobar há uma semana. "Fora as lâmpadas, que estão sempre queimando. Dá seis da tarde, a gente vai ficando sem luz até pelo menos oito da noite", afirmou.

O presidente da Associação foi recebido por um representante da Enel, que não quis falar com a imprensa, mas que está conversando com alguns dos moradores. 

"Disseram que vão mandar técnicos para ver as instalações, que vão verificar a questão dos eletrodomésticos e enviar alguns formulários para a gente preencher", explicou o aposentado João José de Espíndola, 60. "Vamos esperar 15 dias. Se não resolverem, vamos voltar e vamos até o Ministério Público", pontuou

A empresa ainda não se manifestou oficialmente sobre as queixas.



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