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Prestação de contas na vida pública


Do Diário do Grande ABC

17/05/2021 | 08:56


 Nos tempos atuais vivenciamos movimento de mudanças – potencializado pela tecnologia – com clamor social para a participação do cidadão na gestão pública. Não é apenas participar, o cidadão quer que seus representantes sejam honrados, sigam os princípios democráticos, sejam transparentes, responsáveis, e que prestem conta de seus atos. No Brasil, podemos apontar que o accountability (ato de prestação de contas) vem sendo colocado em evidência e em prática desde a redemocratização do Brasil nos anos 1980. Hoje, com os adventos tecnológicos e por meio da internet, dos portais de notícias, das redes e mídias sociais podemos, mais do que nunca, fiscalizar de perto as ações dos entes públicos. Aliás, podemos fiscalizar até suas intenções por meio de suas declarações.

Accountability é a obrigação do governo de prestar contas, responsabilizar-se pelos seus atos (e, consequentemente, pelos resultados gerados por eles), possibilitando que os cidadãos acompanhem e participem efetivamente dos atos da administração pública que geram impactos em toda a sociedade. É por meio da prestação de contas que a população toma conhecimento dos atos do governo, e que o mesmo presta conta de suas ações e atos, sendo responsável por eles. Desse modo, a sociedade também pode fiscalizar esses atos, que sempre devem ser pautados pela ética e pelo senso de coletividade.

Espera-se que os gestores públicos sejam dotados de honestidade, de senso de valorização das demandas sociais, que mantenham o registro de suas ações, que ajam de forma a dar atenção especial aos efeitos de seus atos, e que sempre façam a coisa certa do ponto de vista ético – o que, aliás, é esperado de todos. Já nas eleições temos a possibilidade de acompanhar as ações dos candidatos, desde as suas propostas até suas prestações de contas e doadores.

É preciso coragem para fazer o bem, para se doar ao próximo, e não aceitar com naturalidade os malfeitos, que como câncer crescem silenciosamente no início, para muitas vezes se tornar caminho sem volta. Então vale sempre lembrar que os entes públicos são gestores, independentemente de função ou órgão, pois a palavra da vez é gestão que cumpra seus princípios e fuja de atos de improbidade. Assim, conceitos como controlabilidade, transparência, responsividade, planejamento da gestão pública, compliance, governança, gestão participativa e nova gestão pública vão ao encontro das demandas sociais de hoje. Por tudo isso, compreendendo o ensejo de construção de País sólido, forte, justo e com amplas oportunidades para todos.

Elizeu Barroso Alves é coordenador de CST gestão comercial e varejo digital do Grupo Educacional Uninter.


PALAVRA DO LEITOR

Diário, 63 anos – 1
Parabenizo este nosso ‘sessentão’ Diário. Minha leitura matinal preferida é nas páginas deste periódico. Divirto-me com as cartas nesta Palavra do Leitor, e sinto falta do caderno Cultura&Lazer e de mais páginas no Esportes, com cobertura maior de nossos times da região. Espero com ansiedade que passe logo a pandemia e tenhamos nosso Diário de volta, completo.
Mário Campos
Santo André

Diário, 63 anos – 2
O que seria de nós sem este nosso amado Diário, que chega aos 63 anos? O que seria de nós sem o Vacinômetro? Sem o horóscopo? Sem as notícias de nosso Grande ABC? O aniversário é seu, Diário, mas o presente é nosso de ter você todos os dias. Parabéns e vida longa e abençoada.
Suzana De Marchi
São Bernardo

Diário, 63 anos – 3
Parabéns, Diário, pelos 63 anos. Espero que voltem as visitas dos estudantes, porque meus netos chegavam em casa maravilhados e contando a aventura de conhecer o jornal por dentro. No outro dia viam a foto nas páginas do jornal e se achavam ‘importantes’. Ficava feliz de ver a alegria deles. Que voltem esses tempos.
Tânia Teixeira
São Bernardo

Governo federal
Noto que este jornal, o qual assino por mais de 40 anos, não abre espaço para divulgar as centenas de obras que o governo federal está realizando. Acho importante também a contratação de mais um colunista político que não tenha somente a intenção de denegrir nosso presidente. Tenho certeza de que milhares de leitores agradecerão.
Rubens Faria
Santo André

Enel – 1
Tenho acompanhado as inúmeras reclamações dos leitores sobre a Enel. Minha vizinha e alguns parentes tiveram que parcelar, com juros, contas que vieram altíssimas, cobrando por algo não consumido e na maioria delas a Enel alega estar tudo correto. Impressionante os problemas causados pela Enel, que não aconteciam quando era a Eletropaulo. Em plena Covid as pessoas, que perderam suas rendas ou tiveram redução de salário, estão sendo saqueadas pela Enel e não vejo nenhuma ação via Estado, seja no Judiciário, Legislativo ou Executivo, para defender as vítimas. Quero saber o que o Ministério Público do Consumidor tem feito ou pode fazer.
Eliel Queiroz Barros
Santo André

Enel – 2
Dia 12, por volta das 18h, houve pane elétrica, o que causou queda de energia no Condomínio Canopus, na Rua das Goiabeiras, 52, bairro Jardim, em Santo André. Fiz oito reclamações à Enel, fora as dos próprios moradores e, no atendimento burocrático, diziam sempre a mesma coisa: ‘Estamos a caminho e a previsão de retorno em duas horas’. Pois bem, fomos atendido às 17h do dia seguinte. Alguém da Enel poderia se pronunciar e dizer por que tanto desrespeito com o seu consumidor? Vinte e três horas sem energia é no mínimo absurdo para reparo que durou 30 minutos.
Armando Piva
Santo André

Transportes
Mais uma vez recorro a este Diário para demonstrar minha indignação com a falta de respeito com a população do Grande ABC, que, por meio de pesquisa, optou – a maioria – por transporte pelo Metrô para ligar a região à Capital e não mais um corredor de ônibus, igual ao da Metra, que apresenta péssima qualidade no atendimento, como provam as várias reclamações de usuários. Doria alega falta de recursos financeiros, mas quem vai financiar é a iniciativa privada, que vai empenhar R$ 859 milhões. Isso quer dizer que o governo não vai investir R$ 0,01, sendo mais uma mentira de Doria. De todos os prefeitos da região, o único que defende o Metrô é o senhor Paulo Serra, e, infelizmente, o prefeito de São Bernardo e sua mulher, Carla Morando, não mexem um centímetro em favor da implantação desse modal. Gostaria que fosse feita pesquisa junto à população para saber sobre a preferência, se é o Metrô ou BRT. Nossa região não suporta mais um corredor de ônibus!
Copiniano de Souza
São Bernardo

Povo feliz
Amigo Sérgio Antônio Ambrósio, de Mauá, por favor, antes de pedir à população que seja patriota (Patriotismo, dia 4), peça ao seu presidente que seja também. São quase 500 mil mortes e nenhuma demonstração de preocupação ou solidariedade com as famílias das vítimas nem esforço para acelerar vacinação. Ele não faz nada pelo Brasil? Enquanto for o presidente não haverá ordem, muito menos progresso. Andaremos para trás, em total desordem, com somente seus filhos progredindo. Convido o senhor para que faça frente de apoio ao impeachment dele, aí, sim, conte comigo. Assim o Brasil terá crescimento, os empregos retornam e o povo volta a ser feliz.
Orlando Smênio Soares
São Bernardo

Insistência
Quero parabenizar o leitor Donaldo Dagnone pela sua persistência (Viúvos, dia 9). É uma das únicas vozes ainda a defender o indefensável. Quer a todo custo justificar o voto no pior presidente que o Brasil já teve. Amigo, seria menos feio se admitisse que errou na hora de votar porque queria apenas o fim do PT, e achou que tudo melhoraria, mas vê agora que fez péssima escolha. Ouso dizer que o senhor é petista e tenta esconder isso chamando eleitores do partido de ‘viúvos’. Faça como eu, votei em Dilma e Lula, me arrependi e não votei nem jamais votaria em Bolsonaro porque o passado dele como político é vazio. Só que procurei me informar antes.
João Paulo Prado
São Caetano

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