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O Programa Novas Estradas Vicinais


Do Diário do Grande ABC

07/05/2021 | 23:59


Estradas muitas vezes são o próprio significado do desenvolvimento de um território. A partir da opção rodoviária feita por Washington Luiz, que iniciou seu governo pautado no lema ‘Governar é construir estradas’, com avanços fundamentais como a Via Anchieta. Depois, como presidente da República, fez a primeira rodovia pavimentada do País, a Rio-Petrópolis. São Paulo experimentou avanços por gestores de visão. Armando Salles de Oliveira, fundador da USP e também do Departamento de Estradas e Rodagens, o DER, em 1934, foi fundamental para essa história; a primeira rodovia feita pelo DER foi a SP-050, ligando Taubaté a São Jose dos Campos.

Passamos por Adhemar de Barros, com a Rodovia Anhanguera, chegando até o pioneirismo de Mário Covas, com a primeira concessão público-privada, em um processo de modernização que levou São Paulo a ter hoje 17 das 20 melhores estradas do País.

Não há nada mais impactante para o desenvolvimento regional do que suas veias e artérias, as rodovias vicinais. Com a sensibilidade do governador Franco Montoro, vasto programa de pavimentação e restauração de vicinais foi lançado. Depois disso, José Serra promoveu investimentos nessa área, causando impacto em todo o Interior. O investimento em vicinais traz à tona a vertente municipalista que pulsa nas veias do povo de São Paulo e do governador. Ao criar a Secretaria de Desenvolvimento Regional, carinhosamente apelidada de Secretaria do Interior, o governador Doria me deu a orientação de que, em nosso Estado, não existe município pequeno ou grande, de classe A ou B, governado por partido aliado ou adversário. Para nossa gestão, a população dos 645 municípios de São Paulo merece os mesmos respeito e dedicação.

Com isso, o governador, com o atributo basilar do homem público, a coragem, fez as reformas necessárias para superar momento de crise sem precedentes e iniciar o maior programa de investimentos em rodovias vicinais da história de São Paulo, o Novas Estradas Vicinais. São mais de R$ 2,5 bilhões investidos em mais de 3.000 quilômetros, gerando mais de 15 mil empregos, recuperando e pavimentando as vicinais. Conectar pessoas, facilitar acesso a hospitais e escolas. Escoar a produção, facilitar a chegada no posto de trabalho. Fomentar o turismo e a acessibilidade, reduzir acidentes e aumentar a segurança no trânsito.
Programa fundamental para o desenvolvimento! Em tempos de superação de grave pandemia, governar é muito mais do que construir estradas. Governar é trazer esperança e construir as pontes necessárias para a vitória do Brasil!

Marco Vinholi é secretário estadual de Desenvolvimento Regional.


PALAVRA DO LEITOR

Aleitamento
Parabenizo a competente e imparcial jornalista Aline Melo pela reportagem publicada neste prestigioso e imparcial periódico Diário (Setecidades, dia 4), que deixa os ‘diarionetes’ sempre bem informados e propensos a terem outros vieses, como, por exemplo, sobre a importância do aleitamento materno, nos seis primeiros meses de vida de um ser vivente da nossa espécie. Saudações amamentadas.
João Paulo de Oliveira
Diadema


Imunização
Sete minutos! Este foi o tempo entre eu chegar ao posto de vacinação drive thru na Prefeitura de São Bernardo e sair imunizado. Fiz o agendamento prévio conforme orientação, fui ao local escolhido e em apenas sete minutos eu já havia recebido a primeira dose da vacina Covid e deixava o local. Agendamento fácil, atendimento super-rápido e cordialidade dos profissionais (recepção, triagem e enfermagem) espetacular! Parabéns ao prefeito Orlando Morando, à Secretaria da Saúde e a todos os profissionais envolvidos pela excelente organização.
Walmir Ciosani
São Bernardo


Lummertz
Li a entrevista do secretário de Turismo de São Paulo, Vinicius Lummertz, neste Diário (Política, dia 3). Ele diz que o Estado liberou R$ 2 bilhões em 2020 para apoiar vários setores, entre eles o de turismo. Gostaria que citasse pontualmente qual a empresa privada no Grande ABC do setor de turismo contemplada com fatia desse recurso. Eles devem ter este controle lá. Não vale citar Ribeirão Pires, que recebeu R$ 4.830.648,92, e São Bernardo, que é MIT (Município de Interesse Turístico) desde 2019 e recebeu R$ 612.087,44. Isso já provisionado no orçamento do Estado. Quanto à plataforma eletrônica citada: Ribeirão Pires não postou nenhum projeto na plataforma eletrônica de boas práticas turísticas. Aliás, tem projetos? Ribeirão ser estância turística não dá para entender. Caro Vinicius Lummertz, você não conhece o Grande ABC e muitas outras cidades com potencial turístico. Tentei lhe mostrar uma vez, quando ministro, mas não quis. Talvez um dia. Algum político de plantão, eleito por nós, talvez um dia lhe mostre a bela vila inglesa de Paranapiacaba. O senhor já foi lá alguma vez?
Marcel Martin
Santo André


Boiada
Jair Bolsonaro, tal qual a cloroquina, não tem e jamais terá eficácia comprovada. Pior agora, que, com medo de sofrer impeachment, entregou seu destino político nas mãos do Centrão, e abre a porteira das nomeações para sua boiada passar nas estatais. Ele acaba de indicar a mulher do líder de seu governo na Câmara, deputado Ricardo Barros, Cida Borghetti, para o conselho da Itaipu Binacional, com salário de R$ 25 mil. Uma vergonha! Puro nepotismo! Golpe contra os que o elegeram em 2018. Já que, na sua campanha eleitoral, prometeu instituir ‘nova política’, e hoje, descaradamente, pratica o pior lado da velha política.
Paulo Panossian
São Carlos (SP)


Falta vacina
Informo que está em falta a vacina Coronavac nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) de Diadema. Com isso, as pessoas não estão conseguindo a segunda dose. Minha mãe, idosa, 67 anos, tomou a primeira no dia 10 de abril, na UBS Vila Nogueira, sendo agendada a segunda para hoje (ontem). Não há vacina nessa UBS, e nos foi informado que falta na rede toda. Entramos em contato também com as UBSs do Serraria, Canhema, Centro e todas informaram que não há mais doses. Na do Parque Reid, informaram que tem, mas apenas para quem tomou a primeira dose lá. Como pode a Secretaria de Saúde do município não ter controlado/armazenado a quantidade de doses suficientes para que os idosos sejam de fato imunizados com a segunda dose? Com o prazo expirado, tomar a primeira dose será em vão, alto custo de dinheiro público. Além do risco da contaminação, visto a letalidade da doença, bem como gerando ansiedade, frustração com os idosos.
Cintia Norberto
Diadema
 



Comentários

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