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Oscar terá cerimônia inédita



25/04/2021 | 07:30


Pouco se sabe da primeira cerimônia do Oscar na pandemia, com transmissão ao vivo a partir das 21h no TNT, no G1 e no Globoplay - todos fazem um esquenta a partir das 20h. A única certeza é a de que não vai ser um Zoom de três horas e meia de duração.

O cineasta Steve Soderbergh, que é produtor da festa junto com Stacey Sher e Jesse Collins (responsável pelas cerimônias recentes do Grammy e do BET), disse à revista Vanity Fair que, ao final, o espectador vai sair com a sensação de ter visto um filme.

"Todo o mundo vai ser um personagem. Cada indicado, cada pessoa que entrega o prêmio." O Oscar expande também suas locações. Além do tradicional Dolby Theater, a Union Station e lugares em Paris e Londres serão sedes. As canções originais serão apresentadas no novo Museu de Cinema, que será inaugurado em setembro, em Los Angeles, e na Islândia.

Mas, independente do quanto seja bom o trabalho deles, a expectativa é que a audiência da transmissão pela TV nos EUA quase certamente cairá em relação aos 23,6 milhões de telespectadores do ano passado.

Afinal, foi uma temporada de premiações estranha. Praticamente nenhum filme estreou exclusivamente nos cinemas, mesmo nos Estados Unidos (onde as principais salas ficaram fechadas quase todo o ano de 2020), fazendo com que os mais de 10 mil membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas assistissem aos candidatos em telas de computador e televisão. Não houve a campanha tradicional, com o corpo a corpo nos milhares de coquetéis e sessões de perguntas e respostas após as exibições, que foram substituídas por... bate-papos no Zoom.

Talvez por conta disso, parece haver menos empolgação em torno dos filmes indicados, mesmo que a maioria esteja disponível nos serviços de streaming nos Estados Unidos. E, com a audiência das cerimônias de premiação em queda nas últimas edições e despencando em 2021, Hollywood está preocupada. "Vou estar em casa, no meu computador, de calça de moletom. Não tem o mesmo encanto", disse a jornalista holandesa Danielle Kool, que costuma cobrir in loco. Este ano, porém, as entrevistas com os premiados vão ser virtuais. "Fora que, no meu país, vários filmes não estrearam, e os cinemas estão fechados. Não acho que as pessoas estejam tão ansiosas pela premiação em geral." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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