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Comunidades carentes sofrem
com falta de água na região

Moradores aguardam por regularização de abastecimento e reclamam da baixa pressão


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

23/04/2021 | 00:01


Moradores de comunidades carentes do Grande ABC têm sofrido com a falta de água de maneira constante. Na comunidade do Toledana, no Jardim Santo André, em Santo André, desde janeiro os munícipes passam pelo problema. No local, o abastecimento não está regularizado, ou seja, as residências não contam com relógios medidores, mas a água chegava por mangueiras que iam até as casas.

“Passamos vários dias, semanas, sem que venha uma gota”, relatou a professora de educação infantil Maria Eduarda dos Santos, 28 anos.

A moradora reconhece que a situação é irregular, mas alega que a própria Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) vem adiando a instalação dos relógios. Em fevereiro havia a previsão da instalação até maio e agora ficou para junho. “São cerca de 100 famílias. A gente pega água em galões, em bacias, nas casas de parentes e conhecidos”, relatou.

Na comunidade da Chácara Baronesa, na divisa entre São Bernardo e Santo André, os moradores estão há mais de duas semanas com problemas de abastecimento. As casas da Rua Cravinhos, em São Bernardo, estão há 16 dias sem água.

Para a recicladora Celma Barbosa Queiroz, 49, a falta de água tem trazido inúmeros transtornos. Com três filhos entre 8 e 16 anos em casa, ela tem que buscar água nos vizinhos para tudo. Banho, só esquentando a água doada no fogão e usando uma caneca. “A gente está esse tempo todo comendo pão com manteiga e refrigerante, porque não tem nem como fazer comida ”, lamentou.

Em nota, a Sabesp informou que o abastecimento no bairro Jardim Santo André e na região da Rua Cravinhos está normalizado, mas que as duas comunidades registram crescimento desordenado de moradias, com ligações irregulares, o que afeta o fornecimento.

Segundo a companhia, a previsão de regularização e colocação de relógio nas duas localidades é até o segundo semestre deste ano, por meio do programa Água Legal, mediante autorização dos órgãos competentes. 



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Comunidades carentes sofrem
com falta de água na região

Moradores aguardam por regularização de abastecimento e reclamam da baixa pressão

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

23/04/2021 | 00:01


Moradores de comunidades carentes do Grande ABC têm sofrido com a falta de água de maneira constante. Na comunidade do Toledana, no Jardim Santo André, em Santo André, desde janeiro os munícipes passam pelo problema. No local, o abastecimento não está regularizado, ou seja, as residências não contam com relógios medidores, mas a água chegava por mangueiras que iam até as casas.

“Passamos vários dias, semanas, sem que venha uma gota”, relatou a professora de educação infantil Maria Eduarda dos Santos, 28 anos.

A moradora reconhece que a situação é irregular, mas alega que a própria Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) vem adiando a instalação dos relógios. Em fevereiro havia a previsão da instalação até maio e agora ficou para junho. “São cerca de 100 famílias. A gente pega água em galões, em bacias, nas casas de parentes e conhecidos”, relatou.

Na comunidade da Chácara Baronesa, na divisa entre São Bernardo e Santo André, os moradores estão há mais de duas semanas com problemas de abastecimento. As casas da Rua Cravinhos, em São Bernardo, estão há 16 dias sem água.

Para a recicladora Celma Barbosa Queiroz, 49, a falta de água tem trazido inúmeros transtornos. Com três filhos entre 8 e 16 anos em casa, ela tem que buscar água nos vizinhos para tudo. Banho, só esquentando a água doada no fogão e usando uma caneca. “A gente está esse tempo todo comendo pão com manteiga e refrigerante, porque não tem nem como fazer comida ”, lamentou.

Em nota, a Sabesp informou que o abastecimento no bairro Jardim Santo André e na região da Rua Cravinhos está normalizado, mas que as duas comunidades registram crescimento desordenado de moradias, com ligações irregulares, o que afeta o fornecimento.

Segundo a companhia, a previsão de regularização e colocação de relógio nas duas localidades é até o segundo semestre deste ano, por meio do programa Água Legal, mediante autorização dos órgãos competentes. 

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