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Joelma relembra violência doméstica: - Comprei uma arma de choque e andava com ela na bolsa



22/04/2021 | 11:10


Joelma, que recentemente superou a Covid-19, participou do quadro Cada Um no Seu Banheiro, do canal de YouTube de Sabrina Sato, e abriu o coração ao falar sobre o fim da Calypso, após descobrir traições de seu então marido e companheiro de banda, Ximbinha. Além disso, deu detalhes de quando sofreu violência doméstica e teve que dar um basta na situação.

Ao relembrar o período sombrio de agressões, a cantora informou o seguinte:

- Foi difícil. Foi logo no início que eu tive esse problema. E eu lembro que eu comprei uma arma de choque, que ele quase me jogou lá de cima, me pegou muito de surpresa. Ele tinha uns problemas sérios. Então eu lembro que eu comprei uma arma de choque e eu andava com ela na minha bolsa. Depois que eu fiz isso... nunca mais. Quando eu separei dele, ele veio querer me agredir. Foi aí que o meu filho se meteu e me defendeu. Depois de muitos anos, ele foi tentar de novo, só que meu filho não deixou.

Em seguida, disse que tentou aguentar o relacionamento pelos filhos:

- A gente tem uma esperança lá no fundo de que a pessoa mude, que ela cresça. Mas quando você percebe que a pessoa cada vez piora e ela não melhora e, detalhe: a gente não tem o poder de mudar ninguém. Então tem uma hora que você tem que tomar uma decisão e lutar. Quando eu tomei a decisão foi: agora é para sempre. Não tem volta, agora eu vou lutar até o fim se for preciso, mas não tem volta. Se você não fizer isso, você vai sofrer o resto da sua vida. Só que não sofre só você. Sofre todo mundo que está em volta. Os filhos sofrem. (...) Você começa a criar um ódio pela pessoa.

Joelma, então, abriu o jogo sobre Ximbinha, com quem se viu obrigada a manter uma boa relação no palco - mas nos bastidores a relação se deteriorava:

- Eu não deixava nada disso me afetar [relação conturbada], me abater. (...) No decorrer da minha carreira eu tomei o controle de tudo, mas aí vieram as traições. Aí você perdoa uma vez, aí faz de novo e você fica mal, aí tem uma hora que você diz: não, acabou, não dá mais, disse, acrescentando que, ao anunciar o fim do grupo, ela estava estava esgotada, não tinha mais saída.



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Joelma relembra violência doméstica: - Comprei uma arma de choque e andava com ela na bolsa


22/04/2021 | 11:10


Joelma, que recentemente superou a Covid-19, participou do quadro Cada Um no Seu Banheiro, do canal de YouTube de Sabrina Sato, e abriu o coração ao falar sobre o fim da Calypso, após descobrir traições de seu então marido e companheiro de banda, Ximbinha. Além disso, deu detalhes de quando sofreu violência doméstica e teve que dar um basta na situação.

Ao relembrar o período sombrio de agressões, a cantora informou o seguinte:

- Foi difícil. Foi logo no início que eu tive esse problema. E eu lembro que eu comprei uma arma de choque, que ele quase me jogou lá de cima, me pegou muito de surpresa. Ele tinha uns problemas sérios. Então eu lembro que eu comprei uma arma de choque e eu andava com ela na minha bolsa. Depois que eu fiz isso... nunca mais. Quando eu separei dele, ele veio querer me agredir. Foi aí que o meu filho se meteu e me defendeu. Depois de muitos anos, ele foi tentar de novo, só que meu filho não deixou.

Em seguida, disse que tentou aguentar o relacionamento pelos filhos:

- A gente tem uma esperança lá no fundo de que a pessoa mude, que ela cresça. Mas quando você percebe que a pessoa cada vez piora e ela não melhora e, detalhe: a gente não tem o poder de mudar ninguém. Então tem uma hora que você tem que tomar uma decisão e lutar. Quando eu tomei a decisão foi: agora é para sempre. Não tem volta, agora eu vou lutar até o fim se for preciso, mas não tem volta. Se você não fizer isso, você vai sofrer o resto da sua vida. Só que não sofre só você. Sofre todo mundo que está em volta. Os filhos sofrem. (...) Você começa a criar um ódio pela pessoa.

Joelma, então, abriu o jogo sobre Ximbinha, com quem se viu obrigada a manter uma boa relação no palco - mas nos bastidores a relação se deteriorava:

- Eu não deixava nada disso me afetar [relação conturbada], me abater. (...) No decorrer da minha carreira eu tomei o controle de tudo, mas aí vieram as traições. Aí você perdoa uma vez, aí faz de novo e você fica mal, aí tem uma hora que você diz: não, acabou, não dá mais, disse, acrescentando que, ao anunciar o fim do grupo, ela estava estava esgotada, não tinha mais saída.

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