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Pouco é mais do que nada


Do Diário do Grande ABC

20/04/2021 | 23:59


Tradicionalmente o Dia das Mães é a segunda melhor data para o comércio, atrás apenas do Natal. Neste ano, tem importância ainda maior, pois os estabelecimentos, que reabriram no domingo, ficaram fechados por 40 longos dias e tudo o que seus proprietários querem é ver o retorno dos clientes, mesmo que seja com restrições, pois, é sempre bom lembrar, que a batalha contra a Covid-19 está longe de ser vencida e qualquer descuido é motivo para aumento de contaminações, de mortes e de portas novamente abaixadas.

Mesmo que seja de forma tímida, os representantes do setor têm motivos para comemorar. O primeiro deles é o fato de estarem com suas lojas abertas. Vale lembrar que no ano passado eles estavam impedidos de realizar atendimento presencial e tiveram de se reinventar com transações a distância, a maioria delas feita por meio de aplicativo de mensagens ou e-commerce.

A expectativa é de crescimento nas vendas entre 8% e 10% na comparação com 2020. Os percentuais são baixos, mas ainda positivos. No ano passado, as perdas foram de até 40% ante os resultados obtidos em 2019.

A crise, que foi um dos efeitos da pandemia, fez vítimas também no segmento comercial. Basta uma volta pelas principais ruas da região para notar a quantidade de espaços que encerraram suas atividades. Isso ocorreu nos mais variados pontos. Nem mesmo os tradicionais restaurantes, diante dos quais mães e filhos pacientemente esperavam sua vez no domingo dedicado às matriarcas, resistiram.

O momento é complicado. O coronavírus fez estragos inimagináveis. E todos os sobreviventes precisam agir de forma consciente para que possam superar esta fase. As pessoas precisam respeitar as normas sanitárias. Comércio, indústria e serviços, atuarem de maneira consciente. E, principalmente, o setor político tem de parar de perder tempo com bravatas, negações e disputas infundadas. Ainda dá tempo para rever os muitos erros e amplificar os poucos acertos. 



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Pouco é mais do que nada

Do Diário do Grande ABC

20/04/2021 | 23:59


Tradicionalmente o Dia das Mães é a segunda melhor data para o comércio, atrás apenas do Natal. Neste ano, tem importância ainda maior, pois os estabelecimentos, que reabriram no domingo, ficaram fechados por 40 longos dias e tudo o que seus proprietários querem é ver o retorno dos clientes, mesmo que seja com restrições, pois, é sempre bom lembrar, que a batalha contra a Covid-19 está longe de ser vencida e qualquer descuido é motivo para aumento de contaminações, de mortes e de portas novamente abaixadas.

Mesmo que seja de forma tímida, os representantes do setor têm motivos para comemorar. O primeiro deles é o fato de estarem com suas lojas abertas. Vale lembrar que no ano passado eles estavam impedidos de realizar atendimento presencial e tiveram de se reinventar com transações a distância, a maioria delas feita por meio de aplicativo de mensagens ou e-commerce.

A expectativa é de crescimento nas vendas entre 8% e 10% na comparação com 2020. Os percentuais são baixos, mas ainda positivos. No ano passado, as perdas foram de até 40% ante os resultados obtidos em 2019.

A crise, que foi um dos efeitos da pandemia, fez vítimas também no segmento comercial. Basta uma volta pelas principais ruas da região para notar a quantidade de espaços que encerraram suas atividades. Isso ocorreu nos mais variados pontos. Nem mesmo os tradicionais restaurantes, diante dos quais mães e filhos pacientemente esperavam sua vez no domingo dedicado às matriarcas, resistiram.

O momento é complicado. O coronavírus fez estragos inimagináveis. E todos os sobreviventes precisam agir de forma consciente para que possam superar esta fase. As pessoas precisam respeitar as normas sanitárias. Comércio, indústria e serviços, atuarem de maneira consciente. E, principalmente, o setor político tem de parar de perder tempo com bravatas, negações e disputas infundadas. Ainda dá tempo para rever os muitos erros e amplificar os poucos acertos. 

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