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Bolsas da Europa fecham em queda, com setores de energia e viagens



20/04/2021 | 13:38


Os mercados acionários europeus recuaram nesta terça-feira. Após um início misto, os índices se firmaram no vermelho, aprofundando o movimento mais para o fim do pregão, diante da piora do petróleo. Além disso, ações ligadas a viagens e, em Londres, ao tabaco estiveram sob pressão.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 1,89%, em 433,80 pontos.

Em Londres, British American Tobacco e Imperial Brands recuaram 7,60% e 7,31%, respectivamente, após a notícia de que o governo dos EUA avalia exigir a redução de nicotina nos cigarros vendidos no país. Além disso, a ação da petroleira BP teve baixa de 3,02%, o que contribuiu para o índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, fechar em queda de 2,00%, e 6.859,87 pontos.

O petróleo piorou durante o pregão europeu, após a notícia de que a Comissão de Justiça da Câmara dos Representantes dos EUA aprovou um projeto que abriria caminho para processos antitruste em solo americano contra países que cortem a oferta do petróleo para apoiar os preços. Não está claro, contudo, se o projeto pode ser apreciado pelo pleno da Câmara ou virar lei à frente.

Os riscos da pandemia ainda pressionaram ações ligadas a viagens na Europa. EasyJet, por exemplo, caiu 5,35% em Londres. O Goldman Sachs comenta que, em comparação com os EUA e o Reino Unido, a zona do euro e nações do centro e do Leste Europeu "têm enfrentado alguns meses desafiadores". O banco nota que os casos e hospitalizações pela doença seguem elevados nesses países, com progresso lento na vacinação, mas acredita que o quadro melhorará nos próximos meses.

Em Paris, a ação da Total teve baixa de 3,10%. O índice CAC 40, da Bolsa de Paris, registrou queda de 2,09%, a 6.165,11 pontos.

Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX recuou 1,55%, a 15.129,51 pontos. Na agenda da Alemanha, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 3,7% em março, na comparação anual, na máxima desde novembro de 2011. A High Frequency Economics diz que o resultado foi influenciado por "mais do que apenas a base de comparação".

A consultoria afirma em relatório que o PPI foi influenciado por preços ligados à energia, calefação e alimentação, mas não acha que isso se traduzirá em aceleração da inflação ao consumidor. "As expectativas do mercado para a inflação, porém, certamente serão levadas para cima por este resultado", comenta. Entre as ações, Deutsche Bank caiu 4,15% e Deutsche Lufthansa, 6,45%.

Em Milão, o índice FTSE MIB registrou queda de 2,44%, a 24.088,65 pontos. Eni teve baixa de 2,42% e Unicredit, de 5,16%.

Na Bolsa de Madri, o índice IBEX 35 recuou 2,89%, a 8.459,40 pontos. Santander foi o papel mais negociado, em queda de 3,83%, seguido por Nyesa Valores (-5,65%). No setor de energia, Iberdrola perdeu 1,55%.

Em Lisboa, o índice PSI 20 fechou em baixa de 1,29%, em 4.947,78 pontos, na mínima do dia.



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Bolsas da Europa fecham em queda, com setores de energia e viagens


20/04/2021 | 13:38


Os mercados acionários europeus recuaram nesta terça-feira. Após um início misto, os índices se firmaram no vermelho, aprofundando o movimento mais para o fim do pregão, diante da piora do petróleo. Além disso, ações ligadas a viagens e, em Londres, ao tabaco estiveram sob pressão.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 1,89%, em 433,80 pontos.

Em Londres, British American Tobacco e Imperial Brands recuaram 7,60% e 7,31%, respectivamente, após a notícia de que o governo dos EUA avalia exigir a redução de nicotina nos cigarros vendidos no país. Além disso, a ação da petroleira BP teve baixa de 3,02%, o que contribuiu para o índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, fechar em queda de 2,00%, e 6.859,87 pontos.

O petróleo piorou durante o pregão europeu, após a notícia de que a Comissão de Justiça da Câmara dos Representantes dos EUA aprovou um projeto que abriria caminho para processos antitruste em solo americano contra países que cortem a oferta do petróleo para apoiar os preços. Não está claro, contudo, se o projeto pode ser apreciado pelo pleno da Câmara ou virar lei à frente.

Os riscos da pandemia ainda pressionaram ações ligadas a viagens na Europa. EasyJet, por exemplo, caiu 5,35% em Londres. O Goldman Sachs comenta que, em comparação com os EUA e o Reino Unido, a zona do euro e nações do centro e do Leste Europeu "têm enfrentado alguns meses desafiadores". O banco nota que os casos e hospitalizações pela doença seguem elevados nesses países, com progresso lento na vacinação, mas acredita que o quadro melhorará nos próximos meses.

Em Paris, a ação da Total teve baixa de 3,10%. O índice CAC 40, da Bolsa de Paris, registrou queda de 2,09%, a 6.165,11 pontos.

Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX recuou 1,55%, a 15.129,51 pontos. Na agenda da Alemanha, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 3,7% em março, na comparação anual, na máxima desde novembro de 2011. A High Frequency Economics diz que o resultado foi influenciado por "mais do que apenas a base de comparação".

A consultoria afirma em relatório que o PPI foi influenciado por preços ligados à energia, calefação e alimentação, mas não acha que isso se traduzirá em aceleração da inflação ao consumidor. "As expectativas do mercado para a inflação, porém, certamente serão levadas para cima por este resultado", comenta. Entre as ações, Deutsche Bank caiu 4,15% e Deutsche Lufthansa, 6,45%.

Em Milão, o índice FTSE MIB registrou queda de 2,44%, a 24.088,65 pontos. Eni teve baixa de 2,42% e Unicredit, de 5,16%.

Na Bolsa de Madri, o índice IBEX 35 recuou 2,89%, a 8.459,40 pontos. Santander foi o papel mais negociado, em queda de 3,83%, seguido por Nyesa Valores (-5,65%). No setor de energia, Iberdrola perdeu 1,55%.

Em Lisboa, o índice PSI 20 fechou em baixa de 1,29%, em 4.947,78 pontos, na mínima do dia.

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