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Fitch: recorde de 47% dos ratings de emergentes estão nas categorias B, C ou D



19/04/2021 | 12:29


A Fitch afirma que realizou apenas três rebaixamentos de ratings de emergentes até agora em 2021, bem abaixo do ritmo visto em 2020, mas também aponta que não houve caso de elevação nesses ratings. "As perspectivas negativas superam as positivas em 21, o que sinaliza que mais rebaixamentos são prováveis neste ano", diz ela em relatório, o qual aponta que um nível "recorde" de 47% dos ratings de mercados emergentes estão nas categorias B, C ou D, com 12 deles cotados abaixo de B-.

Para a agência, mercados emergentes mais frágeis ("frontier markets") são os mais expostos a um eventual movimento de fuga de ativos para mercados desenvolvidos. Por outro lado, ela diz que um choque sistêmico nos emergentes é "improvável".

A Fitch afirma que a mediana do endividamento total dos governos dos emergentes subiu a 62% do Produto Interno Bruto (PIB) no fim de 2020, de 34% no fim de 2012, o que os deixa mais sensíveis a juros globais e locais mais elevados.



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Fitch: recorde de 47% dos ratings de emergentes estão nas categorias B, C ou D


19/04/2021 | 12:29


A Fitch afirma que realizou apenas três rebaixamentos de ratings de emergentes até agora em 2021, bem abaixo do ritmo visto em 2020, mas também aponta que não houve caso de elevação nesses ratings. "As perspectivas negativas superam as positivas em 21, o que sinaliza que mais rebaixamentos são prováveis neste ano", diz ela em relatório, o qual aponta que um nível "recorde" de 47% dos ratings de mercados emergentes estão nas categorias B, C ou D, com 12 deles cotados abaixo de B-.

Para a agência, mercados emergentes mais frágeis ("frontier markets") são os mais expostos a um eventual movimento de fuga de ativos para mercados desenvolvidos. Por outro lado, ela diz que um choque sistêmico nos emergentes é "improvável".

A Fitch afirma que a mediana do endividamento total dos governos dos emergentes subiu a 62% do Produto Interno Bruto (PIB) no fim de 2020, de 34% no fim de 2012, o que os deixa mais sensíveis a juros globais e locais mais elevados.

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