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Pressão para acelerar cronograma de vacinas tem que aumentar, diz Haddad



17/04/2021 | 20:22


O ex-prefeito de São Paulo e candidato à Presidência da República em 2018, Fernando Haddad (PT), iniciou sua participação no Brazil Conference at Harvard & MIT pedindo aumento na pressão sobre o governo para acelerar o cronograma de vacinação contra a covid-19. "Temos que aproveitar a abertura da CPI da Pandemia. O Brasil tem 12% dos mortos no mundo e 3% da população. E isso não acontece pelo vírus, mas sim pela péssima gestão".

Haddad lembra que os partidos de oposição lutaram para que o governo mantivesse o Auxílio Emergencial no valor de R$ 600, mas a maioria dos parlamentares aprovou R$ 150.

O ex-prefeito chamou atenção ainda para o "passivo acadêmico" que o Brasil terá após a pandemia. "Vamos precisar recuperar cultura, educação, ciência e tecnologia, que atualmente estão com um patamar sofrível de investimentos. Será dramático. É preciso um plano plurianual para recuperar a formação dos jovens".

Sobre o governo Bolsonaro, ele ressalta que foi adotada uma agenda de retrocesso, com aparelhamento da Polícia Federal e até do Supremo Tribunal Federal (STF). "E quando o presidente é acusado de genocida, não é uma oferta. É algo baseado em dados", afirma Haddad.



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Pressão para acelerar cronograma de vacinas tem que aumentar, diz Haddad


17/04/2021 | 20:22


O ex-prefeito de São Paulo e candidato à Presidência da República em 2018, Fernando Haddad (PT), iniciou sua participação no Brazil Conference at Harvard & MIT pedindo aumento na pressão sobre o governo para acelerar o cronograma de vacinação contra a covid-19. "Temos que aproveitar a abertura da CPI da Pandemia. O Brasil tem 12% dos mortos no mundo e 3% da população. E isso não acontece pelo vírus, mas sim pela péssima gestão".

Haddad lembra que os partidos de oposição lutaram para que o governo mantivesse o Auxílio Emergencial no valor de R$ 600, mas a maioria dos parlamentares aprovou R$ 150.

O ex-prefeito chamou atenção ainda para o "passivo acadêmico" que o Brasil terá após a pandemia. "Vamos precisar recuperar cultura, educação, ciência e tecnologia, que atualmente estão com um patamar sofrível de investimentos. Será dramático. É preciso um plano plurianual para recuperar a formação dos jovens".

Sobre o governo Bolsonaro, ele ressalta que foi adotada uma agenda de retrocesso, com aparelhamento da Polícia Federal e até do Supremo Tribunal Federal (STF). "E quando o presidente é acusado de genocida, não é uma oferta. É algo baseado em dados", afirma Haddad.

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