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Diretora-gerente do FMI defende vacina como 'política econômica n.º 1'



13/04/2021 | 13:57


A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou nesta terça-feira, 13, que as vacinas contra a covid-19 continuam a ser "a política econômica número 1" para os países neste momento. Além disso, destacou o apoio das políticas fiscal e monetária e também uma adaptação melhor das pessoas ao contexto da pandemia, o que permite um desempenho melhor das economias em 2021.

"O melhor investimento público para todos os países é contribuir para acelerar a vacinação" contra o vírus, sustentou ela.

As declarações foram dadas durante evento virtual do Fundo, com a presença também de Paolo Gentiloni, comissário da União Europeia.

Para Georgieva, o bloco tem "algum espaço fiscal", mas é importante saber usá-lo com "qualidade". Por outro lado, ela comentou que o número de falências por causa da pandemia pode aumentar na Europa.

Gentiloni, por sua vez, demonstrou certo otimismo com o quadro econômico no bloco. Segundo ele, apesar de ainda haver restrições à mobilidade em vários países por causa da pandemia, "a recuperação está em andamento".

Ele defendeu a necessidade de manutenção e reforço do apoio à economia dentro do bloco, em nível nacional, nesse contexto.

De qualquer modo, Gentiloni enfatizou que é preciso primeiro implementar o pacote de ajuda já aprovado na UE, de 750 bilhões de euros.



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Diretora-gerente do FMI defende vacina como 'política econômica n.º 1'


13/04/2021 | 13:57


A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou nesta terça-feira, 13, que as vacinas contra a covid-19 continuam a ser "a política econômica número 1" para os países neste momento. Além disso, destacou o apoio das políticas fiscal e monetária e também uma adaptação melhor das pessoas ao contexto da pandemia, o que permite um desempenho melhor das economias em 2021.

"O melhor investimento público para todos os países é contribuir para acelerar a vacinação" contra o vírus, sustentou ela.

As declarações foram dadas durante evento virtual do Fundo, com a presença também de Paolo Gentiloni, comissário da União Europeia.

Para Georgieva, o bloco tem "algum espaço fiscal", mas é importante saber usá-lo com "qualidade". Por outro lado, ela comentou que o número de falências por causa da pandemia pode aumentar na Europa.

Gentiloni, por sua vez, demonstrou certo otimismo com o quadro econômico no bloco. Segundo ele, apesar de ainda haver restrições à mobilidade em vários países por causa da pandemia, "a recuperação está em andamento".

Ele defendeu a necessidade de manutenção e reforço do apoio à economia dentro do bloco, em nível nacional, nesse contexto.

De qualquer modo, Gentiloni enfatizou que é preciso primeiro implementar o pacote de ajuda já aprovado na UE, de 750 bilhões de euros.

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