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FMI vê divergências na recuperação global da crise provocada pelo coronavírus



13/04/2021 | 12:38


A economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Gita Gopinath, destacou nesta terça-feira, 13, o caráter "divergente" da recuperação econômica da crise provocada pelo coronavírus. Em evento virtual promovido pelo Peterson Institute, Gita comentou que a retomada em emergentes tem ocorrido de forma mais lenta que em países desenvolvidos, sobretudo nos Estados Unidos.

Entre os fatores de incertezas, Gita citou a escalada dos juros dos Treasuries, mas ponderou que as taxas seguem em níveis historicamente baixos.

Segundo ela, antes de analisar o impacto em emergentes, é preciso observar a fonte do movimento. No entendimento dela, desdobramentos positivos nos EUA, como mercado de trabalho forte, podem ser favoráveis ao restante do mundo, compensando o aumento dos custos de empréstimo.

Nesse processo, a economista defendeu que os bancos centrais precisam ser muito claros na comunicação sobre o aperto da política monetária, com objetivo de evitar efeitos indesejados ao sistema financeiro.



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FMI vê divergências na recuperação global da crise provocada pelo coronavírus


13/04/2021 | 12:38


A economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Gita Gopinath, destacou nesta terça-feira, 13, o caráter "divergente" da recuperação econômica da crise provocada pelo coronavírus. Em evento virtual promovido pelo Peterson Institute, Gita comentou que a retomada em emergentes tem ocorrido de forma mais lenta que em países desenvolvidos, sobretudo nos Estados Unidos.

Entre os fatores de incertezas, Gita citou a escalada dos juros dos Treasuries, mas ponderou que as taxas seguem em níveis historicamente baixos.

Segundo ela, antes de analisar o impacto em emergentes, é preciso observar a fonte do movimento. No entendimento dela, desdobramentos positivos nos EUA, como mercado de trabalho forte, podem ser favoráveis ao restante do mundo, compensando o aumento dos custos de empréstimo.

Nesse processo, a economista defendeu que os bancos centrais precisam ser muito claros na comunicação sobre o aperto da política monetária, com objetivo de evitar efeitos indesejados ao sistema financeiro.

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