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Em pior domingo na pandemia, Brasil registra 1.824 mortes por Covid-19 em 24h

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Média semanal de vítimas ficou em 3.109, voltando a atingir 3.000 pelo segundo dia seguido



11/04/2021 | 20:22


O Brasil registrou 1.824 novas mortes pela covid-19 neste domingo, 11. A média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 3.109, voltando a ficar acima dos 3 mil pelo segundo dia seguido.

Este foi o domingo de maior registro de óbitos desde o início da pandemia de coronavírus. A marca anterior mais alta, com 1.605 mortes, ocorreu há duas semanas. Este dado evidencia uma tendência de alta dos casos fatais de covid-19 no Brasil e gera preocupação em um momento que muitos lugares flexibilizam as regras de isolamento social.

Historicamente o domingo é um dia de números mais baixos de casos e mortes por coronavírus, principalmente por causa de uma lentidão maior nos registros aos finais de semana. Mas em 2021 o domingo passou a ter mais de mil mortes, a partir de 7 de março, quando foram registrados 1.054 óbitos. Desde então os números vêm aumentando.

Com transmissão descontrolada do vírus, o País tem visto o colapso de várias redes hospitalares, com morte de pacientes na fila por leito e falta de remédios para intubação. Governadores e prefeitos têm recorrido a restrições ao comércio e até ao lockdown para frear o vírus. Já o presidente Jair Bolsonaro continua como forte crítico das medidas de isolamento social, recomendadas por especialistas, e afirma temer efeitos negativos na economia.

Neste domingo, o número de novas infecções notificadas foi de 38.859. No total, o Brasil tem 353.293 mortos e 13.482.543 casos da doença, a segunda nação com mais registros, atrás apenas dos Estados Unidos. Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 11.880.803 pessoas estão recuperadas.

O Estado de São Paulo registrou neste domingo 510 mortes por covid-19, também sua marca mais alta neste dia da semana, ajudando a puxar os números do Brasil para cima. Outros dois Estados também superaram a barreira de 100 óbitos no dia: Minas Gerais (386) e Rio de Janeiro (125).

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Neste domingo, o Ministério da Saúde informou que foram registrados 37.017 novos casos e mais 1.803 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 13.482.023 pessoas infectadas e 353.137 óbitos. Os números são diferentes dos compilados pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.



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Em pior domingo na pandemia, Brasil registra 1.824 mortes por Covid-19 em 24h

Média semanal de vítimas ficou em 3.109, voltando a atingir 3.000 pelo segundo dia seguido


11/04/2021 | 20:22


O Brasil registrou 1.824 novas mortes pela covid-19 neste domingo, 11. A média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 3.109, voltando a ficar acima dos 3 mil pelo segundo dia seguido.

Este foi o domingo de maior registro de óbitos desde o início da pandemia de coronavírus. A marca anterior mais alta, com 1.605 mortes, ocorreu há duas semanas. Este dado evidencia uma tendência de alta dos casos fatais de covid-19 no Brasil e gera preocupação em um momento que muitos lugares flexibilizam as regras de isolamento social.

Historicamente o domingo é um dia de números mais baixos de casos e mortes por coronavírus, principalmente por causa de uma lentidão maior nos registros aos finais de semana. Mas em 2021 o domingo passou a ter mais de mil mortes, a partir de 7 de março, quando foram registrados 1.054 óbitos. Desde então os números vêm aumentando.

Com transmissão descontrolada do vírus, o País tem visto o colapso de várias redes hospitalares, com morte de pacientes na fila por leito e falta de remédios para intubação. Governadores e prefeitos têm recorrido a restrições ao comércio e até ao lockdown para frear o vírus. Já o presidente Jair Bolsonaro continua como forte crítico das medidas de isolamento social, recomendadas por especialistas, e afirma temer efeitos negativos na economia.

Neste domingo, o número de novas infecções notificadas foi de 38.859. No total, o Brasil tem 353.293 mortos e 13.482.543 casos da doença, a segunda nação com mais registros, atrás apenas dos Estados Unidos. Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 11.880.803 pessoas estão recuperadas.

O Estado de São Paulo registrou neste domingo 510 mortes por covid-19, também sua marca mais alta neste dia da semana, ajudando a puxar os números do Brasil para cima. Outros dois Estados também superaram a barreira de 100 óbitos no dia: Minas Gerais (386) e Rio de Janeiro (125).

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Neste domingo, o Ministério da Saúde informou que foram registrados 37.017 novos casos e mais 1.803 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 13.482.023 pessoas infectadas e 353.137 óbitos. Os números são diferentes dos compilados pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

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