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Vigilância Sanitária de Mauá fecha distribuidora clandestina no Jardim Zaíra

Divulgação/PMM Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Produto artificial chegava de Campinas e era ensacado e vendido a adegas para ser usado em misturas de bebidas alcoólicas


Do Dgabc.com.br

11/04/2021 | 15:24


A Vigilância Sanitária de Mauá fechou neste fim de semana uma fábrica que embalava e congelava de forma clandestina um líquido que supostamente seria água de coco, no Jardim Zaíra. Os agentes da Prefeitura chegaram ao local após realizar investigação a partir de um saquinho do produto encontrado em inspeção realizada em uma adega. O CNPJ da embalagem apontava para a fabricação no município.

De posse dos dados da empresa, a Vigilância foi ao local e apreendeu mais de 2.200 saquinhos com o produto artificial que estava embalado como gelo de água de coco, utilizado para a produção de drinques, e um galão do produto, que seria ensacado.

Segundo informações apuradas pelos agentes da Prefeitura, o líquido era produzido e distribuído por empresa com sede em Campinas, no Interior Paulista.

A distribuidora não apresentou documentação de órgãos estaduais ou federais para o manuseio do produto. O material recolhido será enviado para análise, onde será determinado quais as substâncias estavam sendo utilizadas em sua fabricação. 



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Vigilância Sanitária de Mauá fecha distribuidora clandestina no Jardim Zaíra

Produto artificial chegava de Campinas e era ensacado e vendido a adegas para ser usado em misturas de bebidas alcoólicas

Do Dgabc.com.br

11/04/2021 | 15:24


A Vigilância Sanitária de Mauá fechou neste fim de semana uma fábrica que embalava e congelava de forma clandestina um líquido que supostamente seria água de coco, no Jardim Zaíra. Os agentes da Prefeitura chegaram ao local após realizar investigação a partir de um saquinho do produto encontrado em inspeção realizada em uma adega. O CNPJ da embalagem apontava para a fabricação no município.

De posse dos dados da empresa, a Vigilância foi ao local e apreendeu mais de 2.200 saquinhos com o produto artificial que estava embalado como gelo de água de coco, utilizado para a produção de drinques, e um galão do produto, que seria ensacado.

Segundo informações apuradas pelos agentes da Prefeitura, o líquido era produzido e distribuído por empresa com sede em Campinas, no Interior Paulista.

A distribuidora não apresentou documentação de órgãos estaduais ou federais para o manuseio do produto. O material recolhido será enviado para análise, onde será determinado quais as substâncias estavam sendo utilizadas em sua fabricação. 

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