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Volpi quer criar controladoria e corregedoria

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Chefe do Executivo de Ribeirão Pires pretende incluir mecanismos em reforma administrativa


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

10/04/2021 | 00:01


Prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PL) anunciou que pretende criar a curto prazo dispositivos nos moldes de uma controladoria interna e de corregedoria que possam realizar acompanhamento de questões contratuais, assim como averiguar a utilização de verbas públicas pelo Executivo.

A proposta de Volpi envolve publicar o escopo dos dois instrumentos de fiscalização já no mês que vem, dentro da minuta de reforma administrativa em elaboração pelo Paço. As discussões para a implementação de uma controladoria interna e de uma corregedoria surgiram no início deste ano, pouco tempo depois da posse no cargo.

“Olha, diante dos fatos que ocorreram aqui (em Ribeirão Pires) no mandato do prefeito (Adler) Kiko (Teixeira, PSDB) e do vice-prefeito Gabriel Roncon (PTB), nós decidimos, na reforma administrativa, criar a controladoria e a corregedoria”, declaro o chefe do Executivo.

O Diário mostrou na edição de ontem que Volpi sugeriu que seu antecessor no posto, hoje secretário de Administração e Inovação de São Bernardo, teria superfaturado contratos celebrados para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 na cidade. O atual prefeito sustentou que Kiko mantinha vínculo com empresa geradora de energia com valores considerados superiores aos praticados no mercado.

No plano de Volpi, a controladoria atuaria como espécie de compliance, que teria função de acompanhar os gastos que forem firmados pelo Executivo, emitindo pareceres para evitar, inclusive, que a municipalidade realize compra ou contrato que possa gerar prejuízos ao Paço. “A controladoria será para justamente controlar, de fato, os gastos (públicos) que, aparentemente, possam estar fora dos padrões de negociação”, sustentou o liberal.

Já a intenção para a implantação de uma corregedoria é a de analisar as atuações dos servidores públicos e, caso haja qualquer irregularidade, possa haver sanção administrativa.

“A corregedoria é para que (os funcionários) sejam penalizados, caso haja algum serviço que seja feito, ou não, na cidade por conta de negligência funcional”, frisou Volpi. 



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Volpi quer criar controladoria e corregedoria

Chefe do Executivo de Ribeirão Pires pretende incluir mecanismos em reforma administrativa

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

10/04/2021 | 00:01


Prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PL) anunciou que pretende criar a curto prazo dispositivos nos moldes de uma controladoria interna e de corregedoria que possam realizar acompanhamento de questões contratuais, assim como averiguar a utilização de verbas públicas pelo Executivo.

A proposta de Volpi envolve publicar o escopo dos dois instrumentos de fiscalização já no mês que vem, dentro da minuta de reforma administrativa em elaboração pelo Paço. As discussões para a implementação de uma controladoria interna e de uma corregedoria surgiram no início deste ano, pouco tempo depois da posse no cargo.

“Olha, diante dos fatos que ocorreram aqui (em Ribeirão Pires) no mandato do prefeito (Adler) Kiko (Teixeira, PSDB) e do vice-prefeito Gabriel Roncon (PTB), nós decidimos, na reforma administrativa, criar a controladoria e a corregedoria”, declaro o chefe do Executivo.

O Diário mostrou na edição de ontem que Volpi sugeriu que seu antecessor no posto, hoje secretário de Administração e Inovação de São Bernardo, teria superfaturado contratos celebrados para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 na cidade. O atual prefeito sustentou que Kiko mantinha vínculo com empresa geradora de energia com valores considerados superiores aos praticados no mercado.

No plano de Volpi, a controladoria atuaria como espécie de compliance, que teria função de acompanhar os gastos que forem firmados pelo Executivo, emitindo pareceres para evitar, inclusive, que a municipalidade realize compra ou contrato que possa gerar prejuízos ao Paço. “A controladoria será para justamente controlar, de fato, os gastos (públicos) que, aparentemente, possam estar fora dos padrões de negociação”, sustentou o liberal.

Já a intenção para a implantação de uma corregedoria é a de analisar as atuações dos servidores públicos e, caso haja qualquer irregularidade, possa haver sanção administrativa.

“A corregedoria é para que (os funcionários) sejam penalizados, caso haja algum serviço que seja feito, ou não, na cidade por conta de negligência funcional”, frisou Volpi. 

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