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Atividades essenciais na região só podem funcionar até às 19h a partir de sábado

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Do Diário do Grande ABC

19/03/2021 | 15:50


Com o objetivo de conter a aceleração da pandemia do novo coronavírus, os prefeitos do Grande ABC, reunidos em assembleia extraordinária do Consórcio Intermunicipal, deliberaram, em caráter temporário e excepcional, que a partir de sábado (20), as atividades essenciais na região poderão funcionar somente até às 19h. Na Capital, é até às 20h.

O horário estipulado não se aplica aos hospitais públicos e privados, aos serviços de saúde de urgência e emergência, às farmácias, aos laboratórios, às óticas, aos hospitais veterinários e demais serviços de natureza essencial ao funcionamento dos serviços de saúde, bem como à atividade industrial, de telecomunicação e segurança. A medida vale enquanto durar a fase emergencial do Plano São Paulo, inicialmente prevista para terminar em 30 de março. A restrição será regulamentada por meio de decretos das prefeituras.

REFORÇOU O PEDIDO
O Consórcio também reiterou o pleito para que o Governo do Estado decrete lockdown em toda a Região Metropolitana de São Paulo. Em ofício enviado ao governador João Doria (PSDB), o colegiado de prefeitos requer, como medida de urgência, a decretação do bloqueio total nas 39 cidades da Grande São Paulo, inclusive com a interrupção total do serviço de transporte público estadual.

O documento ressalta que que as medidas restritivas e de combate a pandemia devem ser pautadas nas decisões técnicas do Comitê de Contingência e que a Região Metropolitana é composta pelo conjunto indivisível de municípios, onde todas as ações devem ser tomadas de forma coordenada e centralizada pelo Governo do Estado. “Repetimos, a situação é de extrema urgência e o pleito, aqui exposto, é a cristalização do compromisso, da responsabilidade e da capacidade do Consórcio, bem como de suas partes, os municípios, em garantir aos mais de 2,8 milhões de habitantes, das sete cidades consorciadas, sejam idosos, adultos, jovens ou crianças, paulistas e brasileiros, seu direito aos serviços de saúde e à vida”, diz o ofício da entidade regional.

 



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