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Após mal súbito, secretária de Saúde de Rio Grande da Serra pede exoneração

Reprodução Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Maria Pereira Zago, a Zezé, teve elevação da pressão arterial; pressão por pandemia teve impacto


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

17/03/2021 | 17:19


A secretária de Saúde de Rio Grande da Serra, Maria José Pereira Zago, a Zezé, pediu exoneração do cargo na noite de terça-feira após sofrer mal súbito em decorrência de hipertensão arterial. Ela deixa o posto em menos de três meses na função em meio à atuação da pasta no combate à pandemia de Covid-19. A portaria de demissão foi publicada ontem no Diário Oficial do município.

 Conforme o Diário apurou, Zezé se sentiu mal na tarde de terça-feira e teve que ser medicada depois de profissionais de saúde apontarem que ela estava com a pressão arterial muito elevada. Como a agora ex-secretária já tinha sofrido outros episódios de mal-estar, ela teria avaliado que era melhor entregar o cargo. A pressão de estar à frente do posto que gere a saúde perante à grave crise sanitária no País teve impacto na decisão.

 O prefeito de Rio Grande da Serra, Claudinho da Geladeira (Podemos), se reuniu na manhã de ontem com a vice-prefeita Penha Fumagalli (PTB), juntamente com o secretário de Governo, Pedro Wilson, para iniciar as tratativas para um novo nome que comandará a pasta. Provisoriamente, a secretária adjunta Eliene de Paula administra o setor.

 Zezé confirmou ao Diário que passou mal e que precisou tomar medicamentos. Dizendo-se preocupada com a situação, ela alegou que iria priorizar a saúde pessoal e, por isso, decidiu pedir exoneração. “Eu ainda não estou bem, estou me recuperando. Ontem (terça-feira) tive elevação da pressão arterial e tive medo de ter um infarto, já que apresentei outros sintomas também. Como essa não foi a primeira vez, decidi entregar o cargo. Já conversei com o prefeito, que deverá buscar um nome para tomar conta da pasta”, disse.

 A ex-titular não escondeu também a pressão sofrida por comandar a saúde em plena pandemia do novo coronavírus. “Não tenho dormido direito, há muita pressão na área da saúde. É como se o País vivesse uma terceira guerra mundial”, declarou.

 Procurado, Claudinho da Geladeira não se posicionou a respeito do caso.



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