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Um respiro, mas é pouco


Do Diário do Grande ABC

08/03/2021 | 23:59


O anúncio feito pelo governo do Estado de que o Grande ABC terá mais um hospital de campanha, com 15 leitos de enfermaria e outros dez de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), representa um pequeno respiro, mas ainda é muito pouco para enfrentar a crise gerada pela Covid-19. Isso porque em apenas três das sete cidades (Diadema, Mauá e Ribeirão Pires) havia ontem 42 pessoas, sofrendo com a doença, à espera de um leito de UTI.

O acréscimo de vagas com o quinto hospital de campanha local, que será montado no AME (Ambulatório Médico de Especialidades), na Vila Luzita, em Santo André, não é imediato. Segundo as informações do Palácio dos Bandeirantes, o equipamento emergencial deverá ficar pronto até o fim do mês. Será tempo demais para estes cidadãos, que, sem tratamento adequado, poderão rapidamente engrossar as estatísticas de vidas perdidas para o coronavírus.

Sem contar que, com a variante amazonense, o poder de contaminação do vírus se tornou muito mais efetivo, fazendo com que o número de pessoas infectadas cresça exponencialmente. Some-se a isso o desrespeito de parte da população pelas medidas sanitárias, as festas clandestinas, os estabelecimentos que driblam as restrições e teimam em manter as portas abertas, apesar de o Estado estar na fase mais restritiva do Plano São Paulo, e está montado o cenário ideal para o contágio, a ampliação e a perpetuação da pandemia.

A região, assim como todo o País, precisa de vacina. Mas, enquanto não há imunizante suficiente para atender a todos, é preciso que exista um enfrentamento efetivo e uniforme do vírus. Esse é um papel que precisa ser assumido pelo Consórcio Intermunicipal. As decisões em conjunto devem ser colocadas em prática por todos os envolvidos. Afinal de contas, o coronavírus não respeita divisas. Os erros ou omissões observados em qualquer um dos entes vão, certamente, ser sentidos pela totalidade dos vizinhos. Isso é fato. 



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Um respiro, mas é pouco

Do Diário do Grande ABC

08/03/2021 | 23:59


O anúncio feito pelo governo do Estado de que o Grande ABC terá mais um hospital de campanha, com 15 leitos de enfermaria e outros dez de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), representa um pequeno respiro, mas ainda é muito pouco para enfrentar a crise gerada pela Covid-19. Isso porque em apenas três das sete cidades (Diadema, Mauá e Ribeirão Pires) havia ontem 42 pessoas, sofrendo com a doença, à espera de um leito de UTI.

O acréscimo de vagas com o quinto hospital de campanha local, que será montado no AME (Ambulatório Médico de Especialidades), na Vila Luzita, em Santo André, não é imediato. Segundo as informações do Palácio dos Bandeirantes, o equipamento emergencial deverá ficar pronto até o fim do mês. Será tempo demais para estes cidadãos, que, sem tratamento adequado, poderão rapidamente engrossar as estatísticas de vidas perdidas para o coronavírus.

Sem contar que, com a variante amazonense, o poder de contaminação do vírus se tornou muito mais efetivo, fazendo com que o número de pessoas infectadas cresça exponencialmente. Some-se a isso o desrespeito de parte da população pelas medidas sanitárias, as festas clandestinas, os estabelecimentos que driblam as restrições e teimam em manter as portas abertas, apesar de o Estado estar na fase mais restritiva do Plano São Paulo, e está montado o cenário ideal para o contágio, a ampliação e a perpetuação da pandemia.

A região, assim como todo o País, precisa de vacina. Mas, enquanto não há imunizante suficiente para atender a todos, é preciso que exista um enfrentamento efetivo e uniforme do vírus. Esse é um papel que precisa ser assumido pelo Consórcio Intermunicipal. As decisões em conjunto devem ser colocadas em prática por todos os envolvidos. Afinal de contas, o coronavírus não respeita divisas. Os erros ou omissões observados em qualquer um dos entes vão, certamente, ser sentidos pela totalidade dos vizinhos. Isso é fato. 

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