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Tem que convergir a um só a federal, diz Chehade

Titular de Esportes se coloca como candidato e cita que governo tende a entrar em consenso


Fabio Martins

09/03/2021 | 04:39


Vereador licenciado e secretário de Esportes de Santo André, Marcelo Chehade (PSDB) sustentou que o grupo governista tem que convergir a apenas um nome como candidato a deputado federal na disputa eleitoral de 2022. Em entrevista ao Diário, o tucano admitiu ter se colocado à disposição do bloco para entrar na concorrência. A estratégia, segundo ele, elevaria condições de sucesso do projeto nas urnas, assim como em relação a postulante único do Paço para estadual. “É importante colocar o nome, construir espaço. Mas precisa convergência, tem que ser um só (nome) lá na frente com apoio da base. Seria ideial.”

Chehade se insere na briga com pelo menos outras duas figuras da sustentação do governo Paulo Serra (PSDB) na tentativa de suporte à iniciativa: o vereador Professor Jobert Minhoca (PSDB), líder do Paço na Câmara, e o ex-parlamentar e hoje superintendente da Unidade de Apoio Governamental, Donizeti Pereira (PV). Em outra esfera, a primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra é principal cotada a pleitear cadeira na Assembleia Legislativa. “Há sentimento que faz falta não termos representante da cidade como estadual e federal. Quem for candidato a deputado não entraria na disputa a prefeito e vice em 2024. É compromisso de quem está pensando em Santo André e na união do grupo”, sugeriu. O Diário mostrou no domingo que o município sofreu queda significativa de repasses de emendas sem representação de deputado com reduto local.

Eleito ao quarto mandato no Legislativo, o titular de Esportes já pleiteou vaga na Câmara Federal em 2010, sem êxito. Confia que desta vez o cenário é diferente, diante de eventual ‘bênção’ do governo e trabalho elaborado na pasta. “Na primeira, fui para ajudar o partido. Agora, as circunstâncias mudaram e me vejo como nome a federal. Ideal seria candidatura multipartidária. Santo André perde sem deputados oficiais aliados. São Bernardo tem dois federais e três estaduais. Isso tem impacto”, frisou, ao acrescentar que irá hoje para Brasília buscar emenda de R$ 1 milhão subscrita pelo deputado federal Kim Kataguiri (DEM) para custear atividades esportivas.

O tucano apontou que iniciou, recentemente, conversas no sentido de construção da pré-candidatura a federal. “Comecei a ser muito procurado para tratar dessa questão. Pode ser eu, Minhoca, Donizeti. Importante é consenso. Já decidi que não sou mais candidato a vereador e vou aderir em 2024 (à campanha de) quem o governo apoiar. Tive diálogo também com (Almir) Cicote (Avante), (Edson) Sardano (PSD), Pedrinho (Botaro, PSDB). Eles disseram que não têm intenção. É possível convergir em quem estiver melhor (posicionado). Se um tem dez (apoios) e o outro, 100, o primeiro soma ao segundo. Isso, naturalmente, pode acontecer.”  



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Tem que convergir a um só a federal, diz Chehade

Titular de Esportes se coloca como candidato e cita que governo tende a entrar em consenso

Fabio Martins

09/03/2021 | 04:39


Vereador licenciado e secretário de Esportes de Santo André, Marcelo Chehade (PSDB) sustentou que o grupo governista tem que convergir a apenas um nome como candidato a deputado federal na disputa eleitoral de 2022. Em entrevista ao Diário, o tucano admitiu ter se colocado à disposição do bloco para entrar na concorrência. A estratégia, segundo ele, elevaria condições de sucesso do projeto nas urnas, assim como em relação a postulante único do Paço para estadual. “É importante colocar o nome, construir espaço. Mas precisa convergência, tem que ser um só (nome) lá na frente com apoio da base. Seria ideial.”

Chehade se insere na briga com pelo menos outras duas figuras da sustentação do governo Paulo Serra (PSDB) na tentativa de suporte à iniciativa: o vereador Professor Jobert Minhoca (PSDB), líder do Paço na Câmara, e o ex-parlamentar e hoje superintendente da Unidade de Apoio Governamental, Donizeti Pereira (PV). Em outra esfera, a primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra é principal cotada a pleitear cadeira na Assembleia Legislativa. “Há sentimento que faz falta não termos representante da cidade como estadual e federal. Quem for candidato a deputado não entraria na disputa a prefeito e vice em 2024. É compromisso de quem está pensando em Santo André e na união do grupo”, sugeriu. O Diário mostrou no domingo que o município sofreu queda significativa de repasses de emendas sem representação de deputado com reduto local.

Eleito ao quarto mandato no Legislativo, o titular de Esportes já pleiteou vaga na Câmara Federal em 2010, sem êxito. Confia que desta vez o cenário é diferente, diante de eventual ‘bênção’ do governo e trabalho elaborado na pasta. “Na primeira, fui para ajudar o partido. Agora, as circunstâncias mudaram e me vejo como nome a federal. Ideal seria candidatura multipartidária. Santo André perde sem deputados oficiais aliados. São Bernardo tem dois federais e três estaduais. Isso tem impacto”, frisou, ao acrescentar que irá hoje para Brasília buscar emenda de R$ 1 milhão subscrita pelo deputado federal Kim Kataguiri (DEM) para custear atividades esportivas.

O tucano apontou que iniciou, recentemente, conversas no sentido de construção da pré-candidatura a federal. “Comecei a ser muito procurado para tratar dessa questão. Pode ser eu, Minhoca, Donizeti. Importante é consenso. Já decidi que não sou mais candidato a vereador e vou aderir em 2024 (à campanha de) quem o governo apoiar. Tive diálogo também com (Almir) Cicote (Avante), (Edson) Sardano (PSD), Pedrinho (Botaro, PSDB). Eles disseram que não têm intenção. É possível convergir em quem estiver melhor (posicionado). Se um tem dez (apoios) e o outro, 100, o primeiro soma ao segundo. Isso, naturalmente, pode acontecer.”  

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