Fechar
Publicidade

Sábado, 17 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

economia@dgabc.com.br | 4435-8057

Vendas de cimento crescem 14% em fevereiro ante mesmo mês de 2020

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


08/03/2021 | 17:06


As vendas de cimento em fevereiro de 2021 totalizaram 4,7 milhões de toneladas, um crescimento de 14% em relação ao mesmo mês de 2020. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o avanço foi de 11,8%, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).

Os principais indutores desse crescimento têm sido o aquecimento das obras imobiliárias e das pequenas reformas e obras domésticas, segundo o sindicato.

O resultado de fevereiro também foi ajudado pela maior quantidade de dias úteis de produção neste ano, já que muitas regiões tiveram feriados de carnaval suspensos. Outro ponto foi o desempenho mais fraco em fevereiro do ano passado por conta do excesso de chuvas na época.

A venda de cimento por dia útil - indicador que considera o número de dias trabalhados - em fevereiro de 2021 teve alta de 16,4% em relação ao mesmo mês de 2020 e aumento de 5,4% ante janeiro de 2021.

Se o cenário de demanda se mantiver aquecido, o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento espera continuidade dos aumentos porcentuais maio, mês em que se iniciou a recuperação do setor em 2020. Já a partir de junho, o setor terá uma base de comparação mais forte.

Em relação aos custos das mercadorias, o SNIC observa que há uma elevação nos preços das commodities, o que afeta o setor cimenteiro. Além disso, o câmbio tem pressionado os custos não só do insumo, mas também da indústria em geral.

O SNIC pondera ainda que há uma piora nos indicadores de confiança em razão de um conjunto de fatores, como o "brutal" agravamento da contaminação e óbitos no Brasil, o fim dos benefícios emergenciais, a insegurança sobre o desempenho da economia e a recuperação do mercado de trabalho. Isso tudo está "abatendo o otimismo", segundo descreveu o sindicato, em nota.

"É fundamental, portanto, que a campanha de vacinação e as reformas estruturantes sejam aceleradas, para a retomada do crescimento econômico no País", pede o SNIC.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Vendas de cimento crescem 14% em fevereiro ante mesmo mês de 2020


08/03/2021 | 17:06


As vendas de cimento em fevereiro de 2021 totalizaram 4,7 milhões de toneladas, um crescimento de 14% em relação ao mesmo mês de 2020. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o avanço foi de 11,8%, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).

Os principais indutores desse crescimento têm sido o aquecimento das obras imobiliárias e das pequenas reformas e obras domésticas, segundo o sindicato.

O resultado de fevereiro também foi ajudado pela maior quantidade de dias úteis de produção neste ano, já que muitas regiões tiveram feriados de carnaval suspensos. Outro ponto foi o desempenho mais fraco em fevereiro do ano passado por conta do excesso de chuvas na época.

A venda de cimento por dia útil - indicador que considera o número de dias trabalhados - em fevereiro de 2021 teve alta de 16,4% em relação ao mesmo mês de 2020 e aumento de 5,4% ante janeiro de 2021.

Se o cenário de demanda se mantiver aquecido, o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento espera continuidade dos aumentos porcentuais maio, mês em que se iniciou a recuperação do setor em 2020. Já a partir de junho, o setor terá uma base de comparação mais forte.

Em relação aos custos das mercadorias, o SNIC observa que há uma elevação nos preços das commodities, o que afeta o setor cimenteiro. Além disso, o câmbio tem pressionado os custos não só do insumo, mas também da indústria em geral.

O SNIC pondera ainda que há uma piora nos indicadores de confiança em razão de um conjunto de fatores, como o "brutal" agravamento da contaminação e óbitos no Brasil, o fim dos benefícios emergenciais, a insegurança sobre o desempenho da economia e a recuperação do mercado de trabalho. Isso tudo está "abatendo o otimismo", segundo descreveu o sindicato, em nota.

"É fundamental, portanto, que a campanha de vacinação e as reformas estruturantes sejam aceleradas, para a retomada do crescimento econômico no País", pede o SNIC.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;