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Linha de frente


Do Diário do Grande ABC

08/03/2021 | 08:53


Quando paro para refletir sobre as mulheres que tenho como exemplo, percebo que são todas linhas de frente. Em toda a história, a mulher sempre deu um jeito de estar à frente, ainda que de maneira velada. Matriarcas fortes que uniram suas famílias, imigrantes corajosas que desbravaram terras, curandeiras taxadas de bruxas, que precisavam fazer o bem às escondidas, mães e esposas que perderam tantos entes nas guerras. A história contada nas rodas de família, certamente é mais fidedigna e justa que a história de muitos livros que, via de regra, romantizaram a mulher, rotulando-a como frágil, dominada e sem voz.

Mas a verdadeira história se repete. Continuo vendo mulheres na linha de frente por todos os cantos de Santo André; nas entregas do Programa Moeda Verde, que troca lixo reciclado por alimento, vejo mulheres batalhando por suas comunidades, garantindo qualidade de vida e alimentação saudável para suas famílias. Nos inúmeros cursos oferecidos pela Escola de Ouro, lá estão elas, mulheres de todas as idades se reinventando, buscando novos sustentos, empreendendo. Nas Lojas Solidárias, presentes nos quatro shoppings da cidade, a andreense está lá, deixando sua contribuição, ajudando outras mulheres e mães, com a solidariedade única de quem sabe que o amor pode transformar vidas.

Na pandemia de agora, costureiras andreenses confeccionaram mais de 800 mil máscaras de tecido, pelo projeto Costurando com Amor. Proteção e cuidado que fizeram diferença na vida de tanta gente. E, há pouco mais de um ano, vejo quase 500 mulheres na linha de frente dos hospitais de campanha da nossa cidade. Formamos um exército de 2.000 mulheres levando saúde, e mais humanização e acolhimento aos pacientes e familiares. Somos muitas. Muito conquistamos, mas ainda temos um longo caminho a percorrer. Como mulher e cidadã andreense, continuo apostando na educação de base, bem como nos cursos de capacitação para mudarmos destinos.Por esta razão o Núcleo de Inovação Social aposta em um trabalho permanente para trazer novas perspectivas, com transformação social, dignidade e um futuro seguro para as famílias.

Sigo com vocês na linha de frente, por uma Santo André cada vez melhor!

Ana Carolina Serra é presidente do Fundo Social de Solidariedade de Santo André.

 

PALAVRA DO LEITOR
Mulher
Hoje foi de plano formado/Do quarto pra pista/Sem ninguém do teu lado/Sentindo a brisa/Aprendendo a voar/Tudo do seu jeito/E no seu lugar/O tempo nem importa/Até ele parou/Pra ver ela dançar/Mulher/Fazendo sua história/Na liberdade de viver/No seu próprio mapa/O tesouro é você.
Max Roque
Santo André

Atuantes
Minha amiga e parceira de ofício, da municipalidade diademense, a Rosângela, é apoiadora do nosso atuante edil Zé Antônio e teve a deferência em compartilhar um vídeo comigo. No vídeo, o sapiente, competente, inclusivo e solidário edil deixa patente que sua luta é infinda para melhorar a qualidade de vida dos diademenses, que está em consonância com as políticas públicas implementadas pelo nosso também atuante alcaide José de Filippi Júnior!
João Paulo de Oliveira
Diadema

Vamos comemorar
Concordo plenamente com o Artigo ‘Somos parte deste momento histórico (Opinião, dia 3), da escritora literária Maristela Prado, ressaltando que temos que comemorar a despedida de 2020, mesmo tendo perdido ‘pessoas queridas e emprego’. Também acho que aprendemos muito com o coronavírus e passamos a respeitar não só os parentes, mas também os vizinhos, colegas de trabalho e até gente que não conhecemos. Já quase no fim de seu lindo texto, que acho que deveria ser incluído em algum livro de sua autoria, ela acrescenta: ‘O ano de 2020 tem muito mais a ser comemorado do que qualquer outro. Celebre sua vida com alegria, não perca essa oportunidade’.
Hildebrando Pafundi
Santo André

Imperfeita
A Prefeitura de Diadema precisa urgentemente dar uma voltinha pela Eduardo Ramos Esquível, em toda extensão. Só assim para perceber que está cheia de imperfeições, buracos, má sinalização, tampas de boca de lobo afundadas, semáforos sem sincronização, mato alto na lateral em alguns pontos, enfim, precisa cuidar das vias da cidade, ter algum zelo. Já basta a gestão que passou, do surfista Lauro Michels, que mal ficava na cidade e não sabia de seus problemas.
Silmara Felício
Diadema

O mínimo
É muita desfaçatez dos vereadores de Santo André dizerem que respeitam muito os andreenses (Política, dia 2). Dar aval para realocar verbas de outras áreas para comprar vacina à população é o mínimo que poderiam ter feito! Não fizeram mais que a obrigação! Quero ver é colocarem a mão nos próprios bolsos e fazer a doação de parte dos salários estratosféricos que recebem – injustamente, diga-se – para ajudar no combate a essa terrível doença, que já parece fugir do controle. Se já não bastasse presidente da República descompromissado com o povo e ainda temos em Santo André políticos que visam apenas e tão somente o próprio bem, sem jamais estender mão a quem de fato necessita. Por essa falta de solidariedade, de empatia, desses andreenses aprendizes de política – se fazem de surdos e cegos aos problemas da população –, que chegam a ser desumanos, que anulei e continuarei anulando meu voto.
Sandro Carvalho
Santo André

Põe placa!
Atenção Prefeitura de Santo André: é preciso sinalizar melhor a cidade. Exemplo: o motorista que vem pela Perimetral, sentido Centro, e quer acessar a Avenida dos Estados – e não conhece a área –, precisa saber que tem de entrar à direita logo após o fórum, e não seguir direto pelo Viaduto Juscelino Kubitschek, o que acontece com frequência. Não custa quase nada aos cofres públicos placa indicando o caminho para facilitar a vida do cidadão. Outro mau exemplo é o semáforo na Rua Catequese, no cruzamento com a Dom Pedro II, no qual o motorista tem de fazer malabarismo para enxergar o sinal, já que fica muito no alto. Falta outro equipamento mais para baixo, no poste, que o motorista consiga vê-lo com tranquilidade.
Franco Moretson
Santo André

Caos
É do caos que se faz a ordem. Foi assim na criação do universo, no nascimento da Terra, na divisão de Pangeia e na extinção dos dinossauros. Mudanças sempre geram caos para que dele surja nova ordem. Observem a natureza, que, quando necessário, gera caos se manifestando por meio de terremotos, vulcões, tsunamis, pestes etc. Essa é a forma por ela encontrada para adaptar-se à nova realidade. Atual pandemia é exemplo desse caos. Isolamento nos obrigou a conviver com nós mesmos, a viagem ao nosso âmago, nos confrontando com nossos medos e temores mais íntimos, nos tirando da zona de conforto e gerando caos individual. Ao invés de se deprimir, aproveite o momento para fazer reforma íntima. Comece expurgando o orgulho, egoísmo, preconceito etc, e enalteça a caridade, pois fora dela não há salvação.
Vanderlei A. Retondo
Santo André

Corona
Pessoas estão perdendo a vida por conta desta pandemia. Esta nova onda está matando mais que a primeira. Estranhamente, logo após as festas de fim de ano aumentaram os casos. Na minha família fomos para a praia, mas poucas pessoas – umas 60, mais ou menos –, primos e tios do Interior vieram também. Seguimos todos os protocolos, mas, infelizmente, perdemos dois familiares para a Covid, tia Lucelia e primo Osvaldo. Tranquilizei a todos, falei em alto e bom som: ‘A culpa é do governo’. Ainda bem, todos se sentiram aliviados e combinamos que na Páscoa é praia de novo.
Edson Roberto Peleteiro
Santo André

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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Do Diário do Grande ABC

08/03/2021 | 08:53


Quando paro para refletir sobre as mulheres que tenho como exemplo, percebo que são todas linhas de frente. Em toda a história, a mulher sempre deu um jeito de estar à frente, ainda que de maneira velada. Matriarcas fortes que uniram suas famílias, imigrantes corajosas que desbravaram terras, curandeiras taxadas de bruxas, que precisavam fazer o bem às escondidas, mães e esposas que perderam tantos entes nas guerras. A história contada nas rodas de família, certamente é mais fidedigna e justa que a história de muitos livros que, via de regra, romantizaram a mulher, rotulando-a como frágil, dominada e sem voz.

Mas a verdadeira história se repete. Continuo vendo mulheres na linha de frente por todos os cantos de Santo André; nas entregas do Programa Moeda Verde, que troca lixo reciclado por alimento, vejo mulheres batalhando por suas comunidades, garantindo qualidade de vida e alimentação saudável para suas famílias. Nos inúmeros cursos oferecidos pela Escola de Ouro, lá estão elas, mulheres de todas as idades se reinventando, buscando novos sustentos, empreendendo. Nas Lojas Solidárias, presentes nos quatro shoppings da cidade, a andreense está lá, deixando sua contribuição, ajudando outras mulheres e mães, com a solidariedade única de quem sabe que o amor pode transformar vidas.

Na pandemia de agora, costureiras andreenses confeccionaram mais de 800 mil máscaras de tecido, pelo projeto Costurando com Amor. Proteção e cuidado que fizeram diferença na vida de tanta gente. E, há pouco mais de um ano, vejo quase 500 mulheres na linha de frente dos hospitais de campanha da nossa cidade. Formamos um exército de 2.000 mulheres levando saúde, e mais humanização e acolhimento aos pacientes e familiares. Somos muitas. Muito conquistamos, mas ainda temos um longo caminho a percorrer. Como mulher e cidadã andreense, continuo apostando na educação de base, bem como nos cursos de capacitação para mudarmos destinos.Por esta razão o Núcleo de Inovação Social aposta em um trabalho permanente para trazer novas perspectivas, com transformação social, dignidade e um futuro seguro para as famílias.

Sigo com vocês na linha de frente, por uma Santo André cada vez melhor!

Ana Carolina Serra é presidente do Fundo Social de Solidariedade de Santo André.

 

PALAVRA DO LEITOR
Mulher
Hoje foi de plano formado/Do quarto pra pista/Sem ninguém do teu lado/Sentindo a brisa/Aprendendo a voar/Tudo do seu jeito/E no seu lugar/O tempo nem importa/Até ele parou/Pra ver ela dançar/Mulher/Fazendo sua história/Na liberdade de viver/No seu próprio mapa/O tesouro é você.
Max Roque
Santo André

Atuantes
Minha amiga e parceira de ofício, da municipalidade diademense, a Rosângela, é apoiadora do nosso atuante edil Zé Antônio e teve a deferência em compartilhar um vídeo comigo. No vídeo, o sapiente, competente, inclusivo e solidário edil deixa patente que sua luta é infinda para melhorar a qualidade de vida dos diademenses, que está em consonância com as políticas públicas implementadas pelo nosso também atuante alcaide José de Filippi Júnior!
João Paulo de Oliveira
Diadema

Vamos comemorar
Concordo plenamente com o Artigo ‘Somos parte deste momento histórico (Opinião, dia 3), da escritora literária Maristela Prado, ressaltando que temos que comemorar a despedida de 2020, mesmo tendo perdido ‘pessoas queridas e emprego’. Também acho que aprendemos muito com o coronavírus e passamos a respeitar não só os parentes, mas também os vizinhos, colegas de trabalho e até gente que não conhecemos. Já quase no fim de seu lindo texto, que acho que deveria ser incluído em algum livro de sua autoria, ela acrescenta: ‘O ano de 2020 tem muito mais a ser comemorado do que qualquer outro. Celebre sua vida com alegria, não perca essa oportunidade’.
Hildebrando Pafundi
Santo André

Imperfeita
A Prefeitura de Diadema precisa urgentemente dar uma voltinha pela Eduardo Ramos Esquível, em toda extensão. Só assim para perceber que está cheia de imperfeições, buracos, má sinalização, tampas de boca de lobo afundadas, semáforos sem sincronização, mato alto na lateral em alguns pontos, enfim, precisa cuidar das vias da cidade, ter algum zelo. Já basta a gestão que passou, do surfista Lauro Michels, que mal ficava na cidade e não sabia de seus problemas.
Silmara Felício
Diadema

O mínimo
É muita desfaçatez dos vereadores de Santo André dizerem que respeitam muito os andreenses (Política, dia 2). Dar aval para realocar verbas de outras áreas para comprar vacina à população é o mínimo que poderiam ter feito! Não fizeram mais que a obrigação! Quero ver é colocarem a mão nos próprios bolsos e fazer a doação de parte dos salários estratosféricos que recebem – injustamente, diga-se – para ajudar no combate a essa terrível doença, que já parece fugir do controle. Se já não bastasse presidente da República descompromissado com o povo e ainda temos em Santo André políticos que visam apenas e tão somente o próprio bem, sem jamais estender mão a quem de fato necessita. Por essa falta de solidariedade, de empatia, desses andreenses aprendizes de política – se fazem de surdos e cegos aos problemas da população –, que chegam a ser desumanos, que anulei e continuarei anulando meu voto.
Sandro Carvalho
Santo André

Põe placa!
Atenção Prefeitura de Santo André: é preciso sinalizar melhor a cidade. Exemplo: o motorista que vem pela Perimetral, sentido Centro, e quer acessar a Avenida dos Estados – e não conhece a área –, precisa saber que tem de entrar à direita logo após o fórum, e não seguir direto pelo Viaduto Juscelino Kubitschek, o que acontece com frequência. Não custa quase nada aos cofres públicos placa indicando o caminho para facilitar a vida do cidadão. Outro mau exemplo é o semáforo na Rua Catequese, no cruzamento com a Dom Pedro II, no qual o motorista tem de fazer malabarismo para enxergar o sinal, já que fica muito no alto. Falta outro equipamento mais para baixo, no poste, que o motorista consiga vê-lo com tranquilidade.
Franco Moretson
Santo André

Caos
É do caos que se faz a ordem. Foi assim na criação do universo, no nascimento da Terra, na divisão de Pangeia e na extinção dos dinossauros. Mudanças sempre geram caos para que dele surja nova ordem. Observem a natureza, que, quando necessário, gera caos se manifestando por meio de terremotos, vulcões, tsunamis, pestes etc. Essa é a forma por ela encontrada para adaptar-se à nova realidade. Atual pandemia é exemplo desse caos. Isolamento nos obrigou a conviver com nós mesmos, a viagem ao nosso âmago, nos confrontando com nossos medos e temores mais íntimos, nos tirando da zona de conforto e gerando caos individual. Ao invés de se deprimir, aproveite o momento para fazer reforma íntima. Comece expurgando o orgulho, egoísmo, preconceito etc, e enalteça a caridade, pois fora dela não há salvação.
Vanderlei A. Retondo
Santo André

Corona
Pessoas estão perdendo a vida por conta desta pandemia. Esta nova onda está matando mais que a primeira. Estranhamente, logo após as festas de fim de ano aumentaram os casos. Na minha família fomos para a praia, mas poucas pessoas – umas 60, mais ou menos –, primos e tios do Interior vieram também. Seguimos todos os protocolos, mas, infelizmente, perdemos dois familiares para a Covid, tia Lucelia e primo Osvaldo. Tranquilizei a todos, falei em alto e bom som: ‘A culpa é do governo’. Ainda bem, todos se sentiram aliviados e combinamos que na Páscoa é praia de novo.
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