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UTIs lotam em 19 hospitais públicos; Einstein tem recorde

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


06/03/2021 | 08:30


Dezenove hospitais públicos do Estado de São Paulo tinham ontem 100% de ocupação nas UTIs e outros seis já superavam a taxa de 90%. Na rede privada, o Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, bateu recorde de novas internações pela covid-19 desde o início da pandemia, com 166 pacientes na terapia intensiva e na enfermaria.

Entre as unidades com UTIs cheias estão os Hospitais das Clínicas de Botucatu e o Regional de Sorocaba, no interior, os Gerais de Pedreira, São Mateus e Itaim Paulista, na capital, e os Gerais de Guarulhos e Itapecerica da Serra, Grande São Paulo. Apesar da semana de alta, o sistema Cross, de regulação de vagas, tem distribuído pacientes segundo as taxas de ocupação.

O Instituto Emílio Ribas também está com 100% dos leitos ocupados, sendo 97% por causa da covid. O diretor técnico Luiz Carlos Pereira Júnior diz que a unidade não está colapsada, mas no limite. "As regulações de leitos de enfermaria e UTI, do Estado e município, estão muito ágeis e há colaboração, em rede, que permite a racionalização do uso dos leitos."

Rede privada

No Einstein, antes do início desta semana, o pico havia sido em 19 de janeiro, quando 155 novos infectados foram admitidos na unidade de referência. A taxa de ocupação total (covid e não covid) atingiu 96% e a maior parte dos internados é da própria cidade.

A previsão dos médicos do hospital é de que as próximas duas semanas sejam ainda piores. Por isso novos leitos serão abertos - nessa semana foram 36, entre enfermaria e UTI. Além da ampliação, o Einstein criou um sistema de gerenciamento por telemedicina, para acelerar as altas e monitorar os pacientes também em casa.

O Sírio Libanês também está com taxa de ocupação geral em 96%. São 531 leitos ocupados. Desse total, 184 são internados pela covid - 50 estão em UTI. Durante toda a semana, a taxa de ocupação geral do hospital esteve no patamar dos 90%.

No Rede de Hospitais São Camilo, a taxa de ocupação dos leitos para covid-19 é de 87% na enfermaria e de 84% na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo). "No entanto, como este número tem variado constantemente, novos leitos poderão ser abertos conforme a necessidade", informou o hospital.

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz está com 88% de ocupação de leitos de UTI covid. As unidades de enfermaria estão 90% ocupadas. No total, são 137 internados - 51 em UTI. Onze novos leitos de UTI covid, 13 leitos de unidades de internação serão abertos em março.

Segundo dados d ontem da Secretaria Estadual da Saúde, as taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 79,1% na Grande São Paulo e 77,4% no Estado. O número de pacientes internados é de 18.404, sendo 10.311 em enfermaria e 8.093 em unidades de terapia intensiva, também recorde na pandemia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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UTIs lotam em 19 hospitais públicos; Einstein tem recorde


06/03/2021 | 08:30


Dezenove hospitais públicos do Estado de São Paulo tinham ontem 100% de ocupação nas UTIs e outros seis já superavam a taxa de 90%. Na rede privada, o Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, bateu recorde de novas internações pela covid-19 desde o início da pandemia, com 166 pacientes na terapia intensiva e na enfermaria.

Entre as unidades com UTIs cheias estão os Hospitais das Clínicas de Botucatu e o Regional de Sorocaba, no interior, os Gerais de Pedreira, São Mateus e Itaim Paulista, na capital, e os Gerais de Guarulhos e Itapecerica da Serra, Grande São Paulo. Apesar da semana de alta, o sistema Cross, de regulação de vagas, tem distribuído pacientes segundo as taxas de ocupação.

O Instituto Emílio Ribas também está com 100% dos leitos ocupados, sendo 97% por causa da covid. O diretor técnico Luiz Carlos Pereira Júnior diz que a unidade não está colapsada, mas no limite. "As regulações de leitos de enfermaria e UTI, do Estado e município, estão muito ágeis e há colaboração, em rede, que permite a racionalização do uso dos leitos."

Rede privada

No Einstein, antes do início desta semana, o pico havia sido em 19 de janeiro, quando 155 novos infectados foram admitidos na unidade de referência. A taxa de ocupação total (covid e não covid) atingiu 96% e a maior parte dos internados é da própria cidade.

A previsão dos médicos do hospital é de que as próximas duas semanas sejam ainda piores. Por isso novos leitos serão abertos - nessa semana foram 36, entre enfermaria e UTI. Além da ampliação, o Einstein criou um sistema de gerenciamento por telemedicina, para acelerar as altas e monitorar os pacientes também em casa.

O Sírio Libanês também está com taxa de ocupação geral em 96%. São 531 leitos ocupados. Desse total, 184 são internados pela covid - 50 estão em UTI. Durante toda a semana, a taxa de ocupação geral do hospital esteve no patamar dos 90%.

No Rede de Hospitais São Camilo, a taxa de ocupação dos leitos para covid-19 é de 87% na enfermaria e de 84% na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo). "No entanto, como este número tem variado constantemente, novos leitos poderão ser abertos conforme a necessidade", informou o hospital.

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz está com 88% de ocupação de leitos de UTI covid. As unidades de enfermaria estão 90% ocupadas. No total, são 137 internados - 51 em UTI. Onze novos leitos de UTI covid, 13 leitos de unidades de internação serão abertos em março.

Segundo dados d ontem da Secretaria Estadual da Saúde, as taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 79,1% na Grande São Paulo e 77,4% no Estado. O número de pacientes internados é de 18.404, sendo 10.311 em enfermaria e 8.093 em unidades de terapia intensiva, também recorde na pandemia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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