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Bolsas da Ásia fecham em baixa, ainda pressionadas por NY e Treasuries



05/03/2021 | 07:12


As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta sexta-feira, à medida que a recente tendência de alta dos juros dos Treasuries pesou em Nova York pelo terceiro pregão seguido ontem, castigando principalmente ações de tecnologia que formam o índice Nasdaq. Como resultado, o anúncio de que a China espera crescer mais de 6% neste ano ficou em segundo plano.

O índice acionário japonês Nikkei recuou 0,23% em Tóquio hoje, a 28.864,32 pontos, enquanto o Hang Seng caiu 0,47% em Hong Kong, a 29.098,29 pontos, o sul-coreano Kospi se desvalorizou 0,57% em Seul, a 3.026,26 pontos, e o Taiex registrou perda de 0,32% em Taiwan, a 15.855,23 pontos.

Na China continental, os mercados ficaram perto da estabilidade: o Xangai Composto teve baixa marginal de 0,04%, a 3.501,99 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto apresentou modesta alta de 0,17% at 2.298,60 pontos.

Investidores ficaram decepcionados com comentários do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, que nesta quinta-feira não deu qualquer indicação de que o banco central dos EUA possa tentar conter a trajetória de alta dos rendimentos dos Treasuries de mais longo prazo, movimento que tende a fazer com que recursos migrem de ações, que são consideradas mais arriscadas, para títulos de governos, tidos como mais seguros.

O comportamento dos Treasuries, que vem alimentando temores de que a inflação ganhe força e leve o Fed a elevar juros, derrubou as bolsas de Nova York pelo terceiro dia consecutivo ontem. Apenas o Nasdaq, que é composto por empresas de tecnologia cujos papéis se valorizaram bastante e têm maior potencial de perdas, caiu mais de 2%.

Com a atenção mais voltada para Wall Street, ficou em segundo plano o anúncio do primeiro-ministro da China, Li Keqiang, de que o gigante asiático pretende crescer mais de 6% em 2021, à medida que continua se recuperando dos choques da pandemia do coronavírus. A meta foi anunciada na abertura da sessão anual do Congresso Nacional do Povo, reunião mais importante do calendário político chinês que se estenderá pelas duas próximas semanas.

Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, e o S&P/ASX 200 recuou 0,74% em Sydney, a 6.710,80 pontos. (Com informações da Dow Jones Newswires).



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Bolsas da Ásia fecham em baixa, ainda pressionadas por NY e Treasuries


05/03/2021 | 07:12


As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta sexta-feira, à medida que a recente tendência de alta dos juros dos Treasuries pesou em Nova York pelo terceiro pregão seguido ontem, castigando principalmente ações de tecnologia que formam o índice Nasdaq. Como resultado, o anúncio de que a China espera crescer mais de 6% neste ano ficou em segundo plano.

O índice acionário japonês Nikkei recuou 0,23% em Tóquio hoje, a 28.864,32 pontos, enquanto o Hang Seng caiu 0,47% em Hong Kong, a 29.098,29 pontos, o sul-coreano Kospi se desvalorizou 0,57% em Seul, a 3.026,26 pontos, e o Taiex registrou perda de 0,32% em Taiwan, a 15.855,23 pontos.

Na China continental, os mercados ficaram perto da estabilidade: o Xangai Composto teve baixa marginal de 0,04%, a 3.501,99 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto apresentou modesta alta de 0,17% at 2.298,60 pontos.

Investidores ficaram decepcionados com comentários do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, que nesta quinta-feira não deu qualquer indicação de que o banco central dos EUA possa tentar conter a trajetória de alta dos rendimentos dos Treasuries de mais longo prazo, movimento que tende a fazer com que recursos migrem de ações, que são consideradas mais arriscadas, para títulos de governos, tidos como mais seguros.

O comportamento dos Treasuries, que vem alimentando temores de que a inflação ganhe força e leve o Fed a elevar juros, derrubou as bolsas de Nova York pelo terceiro dia consecutivo ontem. Apenas o Nasdaq, que é composto por empresas de tecnologia cujos papéis se valorizaram bastante e têm maior potencial de perdas, caiu mais de 2%.

Com a atenção mais voltada para Wall Street, ficou em segundo plano o anúncio do primeiro-ministro da China, Li Keqiang, de que o gigante asiático pretende crescer mais de 6% em 2021, à medida que continua se recuperando dos choques da pandemia do coronavírus. A meta foi anunciada na abertura da sessão anual do Congresso Nacional do Povo, reunião mais importante do calendário político chinês que se estenderá pelas duas próximas semanas.

Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, e o S&P/ASX 200 recuou 0,74% em Sydney, a 6.710,80 pontos. (Com informações da Dow Jones Newswires).

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