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Consórcio assina intenção de compra de 4 mi de vacinas

Protocolo foi apresentado aos fabricantes Janssen e Pfizer; recebimento vai depender da disponibilidade de produção


Aline Melo

05/03/2021 | 00:10


O Consórcio Intermunicipal do Grande ABC apresentou ontem intenção de compra para 4 milhões de vacinas contra a Covid-19, sendo 2 milhões da Janssen, divisão farmacêutica da Johnson & Johnson, e outros 2 milhões da Pfizer-Biontech. “Esses protocolos são um produto da união das sete cidades do Grande ABC para que a gente possa tentar a aquisição de vacinas além do PNI (Programa Nacional de Imunização)”, afirmou o presidente do colegiado e prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB).

Essa é a terceira carta de intenção de compra de vacinas apresentada pelo Consórcio. Em 10 de fevereiro, o colegiado oficializou o desejo de aquisição do imunizante que está sendo produzido no Brasil pela União Química, a vacina Sputnik V, desenvolvida na Rússia. A intenção é adquirir doses suficientes para vacinar 150 mil pessoas, priorizando os profissionais das redes municipal e privada de educação das sete cidades, a custo estimado de R$ 8,4 milhões a R$ 16,8 milhões. Também foi apresentada intenção de compra de Covaxin, da empresa indiana Bharat Biotech.

“O documento que apresentamos quer garantir que haja doses para imunizar toda a população do Grande ABC maior de 18 anos, mas vamos depender da capacidade de produção, do quanto o governo federal vai comprar desses imunizantes e das aquisições dos Estados. Não podemos prever datas, mas podemos garantir que estamos dialogando com todos os fabricantes, semana que vem vamos conversar com a Sinovac”, explicou Paulo Serra.

O prefeito destacou que todos os prefeitos torcem para que o governo federal consiga efetivar a compra e distribuição de toda a vacina que o País precisa, mas que, por uma questão de proatividade do Consórcio, têm sido buscadas alternativas. “Santo André aprovou na Câmara recursos dos fundos municipais para aquisição de vacinas e é nesse sentido que a gente tem trabalhado”, pontuou o tucano.

A Câmara Municipal de Santo André aprovou projeto de lei do Executivo que transfere o superavit de 13 fundos municipais apurado no encerramento de 2020 para o Tesouro Municipal para compra de vacinas. Serão destinados cerca de R$ 85 milhões. O texto exige que a verba seja devolvida em 36 meses. O projeto não impede que o dinheiro seja empregado para outras finalidades (leia mais na página 4 de Política).

Paulo Serra destacou que não é possível estimar uma data para quando as doses chegariam ao Grande ABC nem mesmo o valor que será investido na negociação. Cada dose das vacinas da Janssen e da Pfizer custa, em média, US$ 30 (cerca de R$ 170). Diferentemente das vacinas Sputnik V, Coronavac, Astrazenca e a da Pfizer, o imunizante da Janssen é aplicado em apenas uma dose.

Caso a aquisição se confirme, a prioridade será imunizar os profissionais da educação, para garantir o retorno às aulas presenciais. “Mas, como sempre, tudo vai depender da quantidade que vamos ter acesso, depois que os governos federal e estadual definir em quantas doses eles vão comprar”, pontuou.

Paulo Serra afirmou que a decisão do Congresso de autorizar a compra de vacinas por governos estaduais, municipais e a iniciativa privada deve exercer uma pressão positiva sobre o governo federal e acelerar o ritmo de vacinação. 



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Consórcio assina intenção de compra de 4 mi de vacinas

Protocolo foi apresentado aos fabricantes Janssen e Pfizer; recebimento vai depender da disponibilidade de produção

Aline Melo

05/03/2021 | 00:10


O Consórcio Intermunicipal do Grande ABC apresentou ontem intenção de compra para 4 milhões de vacinas contra a Covid-19, sendo 2 milhões da Janssen, divisão farmacêutica da Johnson & Johnson, e outros 2 milhões da Pfizer-Biontech. “Esses protocolos são um produto da união das sete cidades do Grande ABC para que a gente possa tentar a aquisição de vacinas além do PNI (Programa Nacional de Imunização)”, afirmou o presidente do colegiado e prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB).

Essa é a terceira carta de intenção de compra de vacinas apresentada pelo Consórcio. Em 10 de fevereiro, o colegiado oficializou o desejo de aquisição do imunizante que está sendo produzido no Brasil pela União Química, a vacina Sputnik V, desenvolvida na Rússia. A intenção é adquirir doses suficientes para vacinar 150 mil pessoas, priorizando os profissionais das redes municipal e privada de educação das sete cidades, a custo estimado de R$ 8,4 milhões a R$ 16,8 milhões. Também foi apresentada intenção de compra de Covaxin, da empresa indiana Bharat Biotech.

“O documento que apresentamos quer garantir que haja doses para imunizar toda a população do Grande ABC maior de 18 anos, mas vamos depender da capacidade de produção, do quanto o governo federal vai comprar desses imunizantes e das aquisições dos Estados. Não podemos prever datas, mas podemos garantir que estamos dialogando com todos os fabricantes, semana que vem vamos conversar com a Sinovac”, explicou Paulo Serra.

O prefeito destacou que todos os prefeitos torcem para que o governo federal consiga efetivar a compra e distribuição de toda a vacina que o País precisa, mas que, por uma questão de proatividade do Consórcio, têm sido buscadas alternativas. “Santo André aprovou na Câmara recursos dos fundos municipais para aquisição de vacinas e é nesse sentido que a gente tem trabalhado”, pontuou o tucano.

A Câmara Municipal de Santo André aprovou projeto de lei do Executivo que transfere o superavit de 13 fundos municipais apurado no encerramento de 2020 para o Tesouro Municipal para compra de vacinas. Serão destinados cerca de R$ 85 milhões. O texto exige que a verba seja devolvida em 36 meses. O projeto não impede que o dinheiro seja empregado para outras finalidades (leia mais na página 4 de Política).

Paulo Serra destacou que não é possível estimar uma data para quando as doses chegariam ao Grande ABC nem mesmo o valor que será investido na negociação. Cada dose das vacinas da Janssen e da Pfizer custa, em média, US$ 30 (cerca de R$ 170). Diferentemente das vacinas Sputnik V, Coronavac, Astrazenca e a da Pfizer, o imunizante da Janssen é aplicado em apenas uma dose.

Caso a aquisição se confirme, a prioridade será imunizar os profissionais da educação, para garantir o retorno às aulas presenciais. “Mas, como sempre, tudo vai depender da quantidade que vamos ter acesso, depois que os governos federal e estadual definir em quantas doses eles vão comprar”, pontuou.

Paulo Serra afirmou que a decisão do Congresso de autorizar a compra de vacinas por governos estaduais, municipais e a iniciativa privada deve exercer uma pressão positiva sobre o governo federal e acelerar o ritmo de vacinação. 

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