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Índice de preços Ceagesp cede 2,6% em fevereiro, puxado por frutas



04/03/2021 | 17:40


O índice de preços Ceagesp caiu 2,60% em fevereiro. A queda foi puxada pelas frutas, cujo preço cedeu 7,29%. "Mesmo com o dólar elevado para frutos importados, o setor conta com vários produtos nacionais em plena safra e ótima qualidade, contribuindo para a retração dos preços praticados", explicou a Ceagesp em nota.

E destacou: "Mesmo com chuvas e temperaturas altas, características desta época do ano, a tendência para o mês de março é de manutenção ou até queda nos preços das frutas, diversos e verduras. Este último já acumula elevação de 42% no ano e terá mais dificuldades para novas altas. Legumes podem sofrer com excesso de chuvas e os produtos mais sensíveis do setor podem apresentar preços elevados."

Em fevereiro, o setor de verduras apresentou forte alta nos preços, a segunda no ano, por conta do clima quente e de fortes chuvas que arruínam as plantações de folhosas não protegidas", disse a Ceagesp.

Os setores de legumes, diversos e pescados apresentaram alta, mas, conforme a empresa, insuficiente para uma elevação significativa do Índice.

Nas frutas, as principais reduções foram da pera estrangeira williams (-31,5%), do abacate (-28,4%), da maçã gala (-28,3%) e das laranjas pera (-17,0%) e lima (-16,1%). As principais altas ocorreram com o caju (44,1%), limão taiti (21,4%), manga palmer (20,2%), maracujá doce (17,7%) e manga tommy atkins (17,1%).

O setor de legumes registrou alta de 2,28%. Os principais aumentos foram da vagem macarrão curta (50,9%), pimentões verde (35,7%), amarelo (34,5%) e vermelho (29,1%), beterraba (27,0%) e berinjela (22,0%). As principais baixas se deram nos preços dos tomates achatado (-27,2%) e italiano (-26,5%), da abóbora seca (-18,8%), do tomate caqui (-15,7%) e da abóbora japonesa (-13,8%).

Ainda de acordo com a Ceagesp, o setor de verduras apresentou alta de 16,20%. Os principais aumentos foram da salsa (90,2%), alho-porro (35,3%), couve (35,2%), chicória (33,7%), alface crespa (29,0%) e espinafre (26,2%). As maiores baixas ocorreram nos preços do coentro (-17,6%), do rabanete (-7,8%), do milho verde (-7,1%) e do louro (-2,3%).

O setor de diversos fechou o mês com alta de 1,53%. As principais elevações ficaram por conta da canjica (24,4%), dos ovos vermelhos (16,5%) e brancos (15,8%), da cebola (12,2%) e do alho (8,9%). As principais quedas ocorreram nos preços das batatas lavada (-17,8%) e asterix (-16,8%), do coco seco (-10,3%) e do amendoim com casca (-9,3%).

O setor de pescados apresentou aumento de 2,47%. As principais altas ocorreram nos preços do camarão-ferro (19,2%), da betara (18,6%), do atum (16,1%), da espada (8,3%), da tilápia (6,0%) e da anchova (6,0%). As principais baixas foram cavalinha (-29,8%), da pescada tortinha (-13,9%), do polvo (-11,3%), da abrótea (-11,1%) e da pescada maria-mole (-10,3%).



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Índice de preços Ceagesp cede 2,6% em fevereiro, puxado por frutas


04/03/2021 | 17:40


O índice de preços Ceagesp caiu 2,60% em fevereiro. A queda foi puxada pelas frutas, cujo preço cedeu 7,29%. "Mesmo com o dólar elevado para frutos importados, o setor conta com vários produtos nacionais em plena safra e ótima qualidade, contribuindo para a retração dos preços praticados", explicou a Ceagesp em nota.

E destacou: "Mesmo com chuvas e temperaturas altas, características desta época do ano, a tendência para o mês de março é de manutenção ou até queda nos preços das frutas, diversos e verduras. Este último já acumula elevação de 42% no ano e terá mais dificuldades para novas altas. Legumes podem sofrer com excesso de chuvas e os produtos mais sensíveis do setor podem apresentar preços elevados."

Em fevereiro, o setor de verduras apresentou forte alta nos preços, a segunda no ano, por conta do clima quente e de fortes chuvas que arruínam as plantações de folhosas não protegidas", disse a Ceagesp.

Os setores de legumes, diversos e pescados apresentaram alta, mas, conforme a empresa, insuficiente para uma elevação significativa do Índice.

Nas frutas, as principais reduções foram da pera estrangeira williams (-31,5%), do abacate (-28,4%), da maçã gala (-28,3%) e das laranjas pera (-17,0%) e lima (-16,1%). As principais altas ocorreram com o caju (44,1%), limão taiti (21,4%), manga palmer (20,2%), maracujá doce (17,7%) e manga tommy atkins (17,1%).

O setor de legumes registrou alta de 2,28%. Os principais aumentos foram da vagem macarrão curta (50,9%), pimentões verde (35,7%), amarelo (34,5%) e vermelho (29,1%), beterraba (27,0%) e berinjela (22,0%). As principais baixas se deram nos preços dos tomates achatado (-27,2%) e italiano (-26,5%), da abóbora seca (-18,8%), do tomate caqui (-15,7%) e da abóbora japonesa (-13,8%).

Ainda de acordo com a Ceagesp, o setor de verduras apresentou alta de 16,20%. Os principais aumentos foram da salsa (90,2%), alho-porro (35,3%), couve (35,2%), chicória (33,7%), alface crespa (29,0%) e espinafre (26,2%). As maiores baixas ocorreram nos preços do coentro (-17,6%), do rabanete (-7,8%), do milho verde (-7,1%) e do louro (-2,3%).

O setor de diversos fechou o mês com alta de 1,53%. As principais elevações ficaram por conta da canjica (24,4%), dos ovos vermelhos (16,5%) e brancos (15,8%), da cebola (12,2%) e do alho (8,9%). As principais quedas ocorreram nos preços das batatas lavada (-17,8%) e asterix (-16,8%), do coco seco (-10,3%) e do amendoim com casca (-9,3%).

O setor de pescados apresentou aumento de 2,47%. As principais altas ocorreram nos preços do camarão-ferro (19,2%), da betara (18,6%), do atum (16,1%), da espada (8,3%), da tilápia (6,0%) e da anchova (6,0%). As principais baixas foram cavalinha (-29,8%), da pescada tortinha (-13,9%), do polvo (-11,3%), da abrótea (-11,1%) e da pescada maria-mole (-10,3%).

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