Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 21 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

economia@dgabc.com.br | 4435-8057

Powell diz que Fed conhece a História e não deixará inflação ficar alta demais



04/03/2021 | 15:13


O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, afirmou nesta quinta-feira que deverá haver pressão de preços nos Estados Unidos quando a economia reabrir, mas que qualquer alta de inflação no curto prazo será transitória. "Estamos bem cientes da História da inflação alta demais, não permitiremos que isso ocorra", declarou o dirigente durante um evento virtual organizado pelo Wall Street Journal

Como já havia dito em discursos anteriores, Powell afirmou que o aumento dos preços que resultará do avanço da vacinação contra a covid-19 provavelmente será "um movimento só". "Os EUA têm tido inflação baixa por décadas", frisou, ao comentar que as pressões desinflacionárias não desaparecerão tão rápido.

O dirigente reforçou que o Fed está "fortemente comprometido em cumprir as metas de inflação e emprego. "Queremos que as expectativas de inflação estejam ancoradas em 2%", disse.

Segundo Powell, se houver o aumento temporário nos preços, o Fed será "paciente".

Treasuries

O presidente do Federal Reserve afirmou que a volatilidade recente no mercado de Treasuries chamou sua atenção "notavelmente". O mercado esperava uma manifestação de Powell sobre a inclinação da curva de juros americana. Inicialmente, o presidente do Fed apenas disse que o movimento era resultado da melhora das perspectivas para a economia americana.

O comentário desta quinta ecoa o discurso da diretora Lael Brainard. Na terça-feira, 2, a economista também afirmou que a alta nos rendimentos dos títulos havia chamado sua atenção.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a alta recente nos juros de longo prazo no mundo, impulsionada pelo aumento das expectativas inflacionárias, revelou uma divergência entre o mercado e os principais bancos centrais.

A comunicação do Fed entrou em evidência após dirigentes da instituição minimizarem os riscos de disparada dos preços, que poderiam derivar dos estímulos fiscais e monetários sem precedentes nos EUA.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Powell diz que Fed conhece a História e não deixará inflação ficar alta demais


04/03/2021 | 15:13


O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, afirmou nesta quinta-feira que deverá haver pressão de preços nos Estados Unidos quando a economia reabrir, mas que qualquer alta de inflação no curto prazo será transitória. "Estamos bem cientes da História da inflação alta demais, não permitiremos que isso ocorra", declarou o dirigente durante um evento virtual organizado pelo Wall Street Journal

Como já havia dito em discursos anteriores, Powell afirmou que o aumento dos preços que resultará do avanço da vacinação contra a covid-19 provavelmente será "um movimento só". "Os EUA têm tido inflação baixa por décadas", frisou, ao comentar que as pressões desinflacionárias não desaparecerão tão rápido.

O dirigente reforçou que o Fed está "fortemente comprometido em cumprir as metas de inflação e emprego. "Queremos que as expectativas de inflação estejam ancoradas em 2%", disse.

Segundo Powell, se houver o aumento temporário nos preços, o Fed será "paciente".

Treasuries

O presidente do Federal Reserve afirmou que a volatilidade recente no mercado de Treasuries chamou sua atenção "notavelmente". O mercado esperava uma manifestação de Powell sobre a inclinação da curva de juros americana. Inicialmente, o presidente do Fed apenas disse que o movimento era resultado da melhora das perspectivas para a economia americana.

O comentário desta quinta ecoa o discurso da diretora Lael Brainard. Na terça-feira, 2, a economista também afirmou que a alta nos rendimentos dos títulos havia chamado sua atenção.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a alta recente nos juros de longo prazo no mundo, impulsionada pelo aumento das expectativas inflacionárias, revelou uma divergência entre o mercado e os principais bancos centrais.

A comunicação do Fed entrou em evidência após dirigentes da instituição minimizarem os riscos de disparada dos preços, que poderiam derivar dos estímulos fiscais e monetários sem precedentes nos EUA.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;