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Via Varejo obtém lucro de R$ 1 bi em 2020

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Aposta nas vendas on-line, que representaram quase a metade do faturamento, garantiu guinada


Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

04/03/2021 | 00:10


Sediada em São Caetano, a Via Varejo, detentora das marcas Casas Bahia, Ponto Frio e do site Extra.com.br, registrou em 2020 lucro líquido de R$ 1 bilhão. O resultado reverte as perdas de R$ 1,4 bilhão de 2019.

Responsável pelas cifras positivas geradas em ano de pandemia do novo coronavírus, a forte aposta nas vendas on-line fez com que o e-commerce representasse cerca de 50% do faturamento. O chamado GMV (Volume Bruto de Mercadorias, na sigla em inglês) atingiu R$ 38,8 bilhões, avanço de 21% ante 2019. Isso em ano em que 80% das lojas físicas, que giram em torno de 1.000 unidades, ficaram fechadas por um trimestre. Foi então que surgiu a estratégia de vender pelo WhatsApp, que gerou o bordão ‘Me chama no zap’. Só por meio do canal, e dos 20 mil vendedores que trabalharam virtualmente, foram comercializados R$ 2,8 bilhões.

“A transformação digital permitiu, em pouco tempo, uma grande virada no nosso crescimento e na nossa rentabilidade. Com a agilidade de uma startup, ganhamos expressiva participação de mercado em muitos segmentos e em todos os canais e categorias. Fechamos o ano de 2020 com recorde histórico de evolução do GMV bruto que totalizou R$ 38,8 bilhões. E, ao fim de dezembro, mais de 70% dos clientes que realizaram compras on-line se utilizaram de opções digitais mobile (aplicativos e sites no celular)”, informou ontem a empresa aos investidores.

Neste cenário, a projeção de fechar 100 lojas em todo o País neste ano recuou para 30 a 40 – a empresa não revela quais –, e 15% das vendas on-line já têm entrega no mesmo dia, enquanto que 42%, entre um e dois dias. O objetivo é, até o segundo trimestre, ampliar essa agilidade para os lojistas do market place, ou seja, negócios que vendem seus produtos por meio da estrutura da Via Varejo. Em meados do ano passado, a varejista tinha 3.000 parceiros, número que saltou para 10 mil no fim de dezembro e, no mês passado, 15 mil. Haverá campanha para atrair mais parceiros, com isenção de taxas por três meses.
 



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Via Varejo obtém lucro de R$ 1 bi em 2020

Aposta nas vendas on-line, que representaram quase a metade do faturamento, garantiu guinada

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

04/03/2021 | 00:10


Sediada em São Caetano, a Via Varejo, detentora das marcas Casas Bahia, Ponto Frio e do site Extra.com.br, registrou em 2020 lucro líquido de R$ 1 bilhão. O resultado reverte as perdas de R$ 1,4 bilhão de 2019.

Responsável pelas cifras positivas geradas em ano de pandemia do novo coronavírus, a forte aposta nas vendas on-line fez com que o e-commerce representasse cerca de 50% do faturamento. O chamado GMV (Volume Bruto de Mercadorias, na sigla em inglês) atingiu R$ 38,8 bilhões, avanço de 21% ante 2019. Isso em ano em que 80% das lojas físicas, que giram em torno de 1.000 unidades, ficaram fechadas por um trimestre. Foi então que surgiu a estratégia de vender pelo WhatsApp, que gerou o bordão ‘Me chama no zap’. Só por meio do canal, e dos 20 mil vendedores que trabalharam virtualmente, foram comercializados R$ 2,8 bilhões.

“A transformação digital permitiu, em pouco tempo, uma grande virada no nosso crescimento e na nossa rentabilidade. Com a agilidade de uma startup, ganhamos expressiva participação de mercado em muitos segmentos e em todos os canais e categorias. Fechamos o ano de 2020 com recorde histórico de evolução do GMV bruto que totalizou R$ 38,8 bilhões. E, ao fim de dezembro, mais de 70% dos clientes que realizaram compras on-line se utilizaram de opções digitais mobile (aplicativos e sites no celular)”, informou ontem a empresa aos investidores.

Neste cenário, a projeção de fechar 100 lojas em todo o País neste ano recuou para 30 a 40 – a empresa não revela quais –, e 15% das vendas on-line já têm entrega no mesmo dia, enquanto que 42%, entre um e dois dias. O objetivo é, até o segundo trimestre, ampliar essa agilidade para os lojistas do market place, ou seja, negócios que vendem seus produtos por meio da estrutura da Via Varejo. Em meados do ano passado, a varejista tinha 3.000 parceiros, número que saltou para 10 mil no fim de dezembro e, no mês passado, 15 mil. Haverá campanha para atrair mais parceiros, com isenção de taxas por três meses.
 

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