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Cidades descartam abrir hospitais de campanha para conter demanda

Estratégia neste momento é fortalecer equipamentos que já existem


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

04/03/2021 | 07:00


Ao contrário do início da pandemia, quando cidades do Grande ABC recorreram a hospitais de campanha para absorver a demana de casos de coronavírus, neste momento as prefeituras da região têm optado por fortalecer os equipamentos de saúde já existentes. A exceção é São Caetano, que promete reabrir nos próximos dias leitos no Hospital São Caetano, que servirá de retaguarda para o sistema de saúde municipal.

Em Santo André, por exemplo, não há expectativa de criar novos hospitais de campanha além dos dois que estão em operação, no Pedro Dell’Antonia e na UFABC (Universidade Federal do ABC). “Neste momento o município não vai abrir hospitais de campanha. Os novos leitos de UTI (criados) destinam-se a hospitais padrão”, informou o secretário de Saúde, Márcio Chaves, em menção aos 110 leitos de emergência anunciados na terça-feira e que serão abertos na região com recursos repassados pelo Estado, sendo 50 em Santo André, 30 em São Caetano, 20 em Diadema e dez em Ribeirão Pires. Ontem, Mauá também chegou a acordo com o governo estadual e vai receber aporte para abrir mais dez leitos na cidade. Todas as vagas serão regionalizadas, ou seja, vão atender a demanda que surgir no Grande ABC.

Em Ribeirão Pires, o secretário da Saúde, Audrei da Rocha Silva, informou que não há espaço para fazer novo hospital de campanha e a cidade vai utilizar a verba estadual para ampliar a estrutura provisória que já está montada no Ginásio Osíres Grecco.

As prefeituras informaram que os novos leitos de UTI começariam a ser montados ontem, mas ainda é preciso assinar contratos com fornecedores e a nova expectativa é que as vagas possam estar à disposição em dez ou 15 dias. Os leitos serão financiados pelo Estado por período de 90 dias com custo de R$ 16 milhões.

Do aporte, R$ 7,2 milhões serão empregados em Santo André. “Os 50 leitos serão montados no CHM (Centro Hospitalar Municipal) no local da enfermaria, que, por sua vez, será realocada para o hospital de campanha do Pedro Dell’Antonia. Desde o início da pandemia, nenhum leito foi perdido na cidade. Todos foram realocados”, garante Chaves, lembrando que os leitos que estavam no hospital de campanha do Estádio Bruno Daniel, fechado em agosto de 2020, reforçaram a estrutura do CHM.

DECRETO
O secretário de saúde de Ribeirão Pires informou que, em caso de necessidade, a equipe de profissionais que atuam nas oito unidades USFs (Unidades de Saúde Familiar) da cidade e nas duas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) serão deslocados para atuar na linha de frente da Covid . “Todas as unidades serão fechadas. Novos agendamentos estão suspensos. As consultas já marcadas serão realizadas”, informou a pasta, por meio de nota.



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Cidades descartam abrir hospitais de campanha para conter demanda

Estratégia neste momento é fortalecer equipamentos que já existem

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

04/03/2021 | 07:00


Ao contrário do início da pandemia, quando cidades do Grande ABC recorreram a hospitais de campanha para absorver a demana de casos de coronavírus, neste momento as prefeituras da região têm optado por fortalecer os equipamentos de saúde já existentes. A exceção é São Caetano, que promete reabrir nos próximos dias leitos no Hospital São Caetano, que servirá de retaguarda para o sistema de saúde municipal.

Em Santo André, por exemplo, não há expectativa de criar novos hospitais de campanha além dos dois que estão em operação, no Pedro Dell’Antonia e na UFABC (Universidade Federal do ABC). “Neste momento o município não vai abrir hospitais de campanha. Os novos leitos de UTI (criados) destinam-se a hospitais padrão”, informou o secretário de Saúde, Márcio Chaves, em menção aos 110 leitos de emergência anunciados na terça-feira e que serão abertos na região com recursos repassados pelo Estado, sendo 50 em Santo André, 30 em São Caetano, 20 em Diadema e dez em Ribeirão Pires. Ontem, Mauá também chegou a acordo com o governo estadual e vai receber aporte para abrir mais dez leitos na cidade. Todas as vagas serão regionalizadas, ou seja, vão atender a demanda que surgir no Grande ABC.

Em Ribeirão Pires, o secretário da Saúde, Audrei da Rocha Silva, informou que não há espaço para fazer novo hospital de campanha e a cidade vai utilizar a verba estadual para ampliar a estrutura provisória que já está montada no Ginásio Osíres Grecco.

As prefeituras informaram que os novos leitos de UTI começariam a ser montados ontem, mas ainda é preciso assinar contratos com fornecedores e a nova expectativa é que as vagas possam estar à disposição em dez ou 15 dias. Os leitos serão financiados pelo Estado por período de 90 dias com custo de R$ 16 milhões.

Do aporte, R$ 7,2 milhões serão empregados em Santo André. “Os 50 leitos serão montados no CHM (Centro Hospitalar Municipal) no local da enfermaria, que, por sua vez, será realocada para o hospital de campanha do Pedro Dell’Antonia. Desde o início da pandemia, nenhum leito foi perdido na cidade. Todos foram realocados”, garante Chaves, lembrando que os leitos que estavam no hospital de campanha do Estádio Bruno Daniel, fechado em agosto de 2020, reforçaram a estrutura do CHM.

DECRETO
O secretário de saúde de Ribeirão Pires informou que, em caso de necessidade, a equipe de profissionais que atuam nas oito unidades USFs (Unidades de Saúde Familiar) da cidade e nas duas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) serão deslocados para atuar na linha de frente da Covid . “Todas as unidades serão fechadas. Novos agendamentos estão suspensos. As consultas já marcadas serão realizadas”, informou a pasta, por meio de nota.

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