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Bolsas da Europa fecham mistas com foco em indicadores



03/03/2021 | 15:09


Os principais índices da bolsas europeias fecharam sem sinal único nesta quarta-feira, em sessão marcada pela divulgação de indicadores da zona do euro e de algumas das principais economias do continente. No Reino Unido, prevaleceu o otimismo diante da confirmação de mais estímulos para recuperar a economia britânica da crise do novo coronavírus.

O índice pan-europeu Stoxx 600, que reúne as principais ações da região, encerrou com ganho de 0,05%, a 413,42 pontos.

O FTSE 100, de Londres, avançou 0,93% nesta quarta, aos 6.675,47 pontos. O clima positivo na bolsa londrina ocorre apesar da notícia de que o governo local vai aumentar o imposto corporativo a empresas com lucro igual ou maior que 50 mil libras de 19% para 25% a partir de 2023. Ações de bancos e de companhias aéreas estiveram entre as maiores altas do dia no FTSE 100, com avanço de 5,01% do Barclays e alta de 6,81% da AIG.

Os mercados ainda reagiram a indicadores da economia europeia nesta quarta. Os índices de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto e do setor de serviços da zona do euro de fevereiro avançaram acima das leituras prévias. Os PMIs do Reino Unido no período também avançaram, e apenas o dado de serviços da Alemanha registrou contração no mês passado.

Expectativas por alta inflacionária na Europa, por outro lado, preocupam investidores. O índice de inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) europeu subiu 1,4% entre dezembro e janeiro, superando previsão de crescimento a 1,0%. Com as expectativas de alta na inflação, investidores europeus repetem movimento visto nos EUA e se desfazem de títulos do governo, o que tem provocado um aumento nos rendimentos desses ativos. Membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE), Jens Weidmann disse nesta quarta que a entidade monetária pode reduzir o volume de compras do programa emergencial adotado durante a pandemia para conter este movimento.

Diante deste cenário, o índice DAX, de Frankfurt, subiu 0,29%, aos 14.080,03 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, fechou em alta de 0,35%, aos 5.830,06 pontos.

Em movimento contrário, o FTSE MIB, de Milão, contraiu 0,16% nesta quarta, aos 23.046,77 pontos, após a Itália registrar queda de 1,9% do Produto interno Bruto (PIB) do 4º trimestre de 2020, além de recuo anual de 6,6%.

Em queda mais acentuada em comparação com Milão, o IBEX 35 de Madri caiu 0,32%, aos 8.329,30 pontos. Os ganhos do setor financeiro visto em Londres se repetiram na bolsa madrilenha, com o BBVA (+2,98%) e o Banco de Sabadell (+2,96%) entre as maiores altas do dia. Empresas de energia renovável, como Siemens Gamesa (-5,43%), Acciona (-4,51%) e Solaria Energia (-3,47%), lideraram as perdas.

Já em Lisboa, o PSI 20 destoou do cenário geral e registrou forte queda de 2,11%, aos 4.673,70 pontos.



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Bolsas da Europa fecham mistas com foco em indicadores


03/03/2021 | 15:09


Os principais índices da bolsas europeias fecharam sem sinal único nesta quarta-feira, em sessão marcada pela divulgação de indicadores da zona do euro e de algumas das principais economias do continente. No Reino Unido, prevaleceu o otimismo diante da confirmação de mais estímulos para recuperar a economia britânica da crise do novo coronavírus.

O índice pan-europeu Stoxx 600, que reúne as principais ações da região, encerrou com ganho de 0,05%, a 413,42 pontos.

O FTSE 100, de Londres, avançou 0,93% nesta quarta, aos 6.675,47 pontos. O clima positivo na bolsa londrina ocorre apesar da notícia de que o governo local vai aumentar o imposto corporativo a empresas com lucro igual ou maior que 50 mil libras de 19% para 25% a partir de 2023. Ações de bancos e de companhias aéreas estiveram entre as maiores altas do dia no FTSE 100, com avanço de 5,01% do Barclays e alta de 6,81% da AIG.

Os mercados ainda reagiram a indicadores da economia europeia nesta quarta. Os índices de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto e do setor de serviços da zona do euro de fevereiro avançaram acima das leituras prévias. Os PMIs do Reino Unido no período também avançaram, e apenas o dado de serviços da Alemanha registrou contração no mês passado.

Expectativas por alta inflacionária na Europa, por outro lado, preocupam investidores. O índice de inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) europeu subiu 1,4% entre dezembro e janeiro, superando previsão de crescimento a 1,0%. Com as expectativas de alta na inflação, investidores europeus repetem movimento visto nos EUA e se desfazem de títulos do governo, o que tem provocado um aumento nos rendimentos desses ativos. Membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE), Jens Weidmann disse nesta quarta que a entidade monetária pode reduzir o volume de compras do programa emergencial adotado durante a pandemia para conter este movimento.

Diante deste cenário, o índice DAX, de Frankfurt, subiu 0,29%, aos 14.080,03 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, fechou em alta de 0,35%, aos 5.830,06 pontos.

Em movimento contrário, o FTSE MIB, de Milão, contraiu 0,16% nesta quarta, aos 23.046,77 pontos, após a Itália registrar queda de 1,9% do Produto interno Bruto (PIB) do 4º trimestre de 2020, além de recuo anual de 6,6%.

Em queda mais acentuada em comparação com Milão, o IBEX 35 de Madri caiu 0,32%, aos 8.329,30 pontos. Os ganhos do setor financeiro visto em Londres se repetiram na bolsa madrilenha, com o BBVA (+2,98%) e o Banco de Sabadell (+2,96%) entre as maiores altas do dia. Empresas de energia renovável, como Siemens Gamesa (-5,43%), Acciona (-4,51%) e Solaria Energia (-3,47%), lideraram as perdas.

Já em Lisboa, o PSI 20 destoou do cenário geral e registrou forte queda de 2,11%, aos 4.673,70 pontos.

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