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Tributo zero sobre diesel será perene, diz Bolsonaro

Combustível terá redução de R$ 0,30 e, gás de cozinha, diminuição de R$ 4,156


Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

03/03/2021 | 00:01


Depois de elevar a tributação dos bancos para financiar a desoneração de PIS/Cofins sobre o diesel e sobre o gás de cozinha, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou ontem que o governo deve estudar durante os dois meses de isenção uma forma de zerar os impostos federais sobre o diesel de forma definitiva.

O impacto sobre o preço do diesel é de R$ 0,30, no entanto, há o risco de a redução ser neutralizada com as altas do dólar. Segundo o presidente do Regran (entidade que representa os postos de combustível na região), Wagner Souza, porém, devido aos aumentos de R$ 0,10 na segunda-feira e de R$ 0,11 ontem, na prática R$ 0,21 foram neutralizados e, no fim, ficaram R$ 0,09 de redução. “E a gasolina ficou de fora. Na realidade, a redução foi só no diesel por conta dos caminhoneiros”, disse. No Grande ABC, o diesel custa em média R$ 4,449.

Para bancar a isenção, o governo elevou de 20% para 25% a nova alíquota da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido). “Os bancos já vêm dando sua contribuição à economia e à sociedade durante a pandemia e agora, com este aumento de imposto, são chamados a contribuir ainda mais. Entendemos o momento difícil pelo qual passa o País e temos a convicção de que se trata de uma medida temporária e circunstancial”, afirma Isaac Sidney, presidente da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos).

Já a desoneração do gás de cozinha será permanente. Assim, o botijão de 13 quilos será reduzido em R$ 4,156, conforme estimativa do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura). Na região, o preço do botijão custa de R$ 80 a R$ 90.

As reduções foram motivadas pelos reajustes adotados pela Petrobras, o que também influenciou a troca de comando da estatal determinada por Bolsonaro. (com agências) 



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Tributo zero sobre diesel será perene, diz Bolsonaro

Combustível terá redução de R$ 0,30 e, gás de cozinha, diminuição de R$ 4,156

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

03/03/2021 | 00:01


Depois de elevar a tributação dos bancos para financiar a desoneração de PIS/Cofins sobre o diesel e sobre o gás de cozinha, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou ontem que o governo deve estudar durante os dois meses de isenção uma forma de zerar os impostos federais sobre o diesel de forma definitiva.

O impacto sobre o preço do diesel é de R$ 0,30, no entanto, há o risco de a redução ser neutralizada com as altas do dólar. Segundo o presidente do Regran (entidade que representa os postos de combustível na região), Wagner Souza, porém, devido aos aumentos de R$ 0,10 na segunda-feira e de R$ 0,11 ontem, na prática R$ 0,21 foram neutralizados e, no fim, ficaram R$ 0,09 de redução. “E a gasolina ficou de fora. Na realidade, a redução foi só no diesel por conta dos caminhoneiros”, disse. No Grande ABC, o diesel custa em média R$ 4,449.

Para bancar a isenção, o governo elevou de 20% para 25% a nova alíquota da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido). “Os bancos já vêm dando sua contribuição à economia e à sociedade durante a pandemia e agora, com este aumento de imposto, são chamados a contribuir ainda mais. Entendemos o momento difícil pelo qual passa o País e temos a convicção de que se trata de uma medida temporária e circunstancial”, afirma Isaac Sidney, presidente da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos).

Já a desoneração do gás de cozinha será permanente. Assim, o botijão de 13 quilos será reduzido em R$ 4,156, conforme estimativa do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura). Na região, o preço do botijão custa de R$ 80 a R$ 90.

As reduções foram motivadas pelos reajustes adotados pela Petrobras, o que também influenciou a troca de comando da estatal determinada por Bolsonaro. (com agências) 

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