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Alerta vermelho


Do Diário do Grande ABC

02/03/2021 | 23:59


As cidades do Grande ABC conseguiram ontem 110 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para reforçar o atendimento de pacientes infectados pela Covid-19. Vagas que deverão trazer alívio provisório aos sistemas de saúde dos sete municípios, amplamente impactados pela ação do coronavírus.

As acomodações são anunciadas no 41º dia seguido em que o País superou a marca de 1.000 mortes causadas pela doença e no qual foi batido o recorde com 1.641 óbitos em 24 horas. Números assustadores e que ficam ainda mais sombrios após a declaração do governador de São Paulo, João Doria, a prefeitos durante reunião virtual. Na qual ele afirmou que “as duas piores semanas desde o início da pandemia estão por vir” e pediu união dos gestores para que medidas mais restritivas sejam tomadas em todo o Estado.

No mesmo encontro virtual, o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn, foi além e fixou um prazo para que o caos seja definitivamente instalado. “Se não aplicarmos medidas mais restritivas, teremos 11 dias até um colapso em nosso sistema de atendimento hospitalar”, bradou o integrante do primeiro escalão estadual.

A população, talvez anestesiada por mais de um ano de convívio com o novo coronavírus, age como se tivesse aprendido a interagir com o coronavírus e comporta-se feito quem já não teme seus efeitos mortais. Talvez impulsionada por mensagens emitidas por grupo de políticos negacionistas, se coloca em risco constante, além de permitir o avanço desenfreado da Covid.

Independentemente de crenças ou ideologias, este é momento para colocar a mão na consciência. Avaliar os sinais que aparecem de todos os lados e tomar atitudes para proteção de vida. Com hospitais (públicos e particulares) cheios e agendamento da vacina – única arma contra o micro-organismo – sendo adiado por falta de doses, desafiar o vírus é ato de insanidade, com consequências desastrosas.



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Do Diário do Grande ABC

02/03/2021 | 23:59


As cidades do Grande ABC conseguiram ontem 110 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para reforçar o atendimento de pacientes infectados pela Covid-19. Vagas que deverão trazer alívio provisório aos sistemas de saúde dos sete municípios, amplamente impactados pela ação do coronavírus.

As acomodações são anunciadas no 41º dia seguido em que o País superou a marca de 1.000 mortes causadas pela doença e no qual foi batido o recorde com 1.641 óbitos em 24 horas. Números assustadores e que ficam ainda mais sombrios após a declaração do governador de São Paulo, João Doria, a prefeitos durante reunião virtual. Na qual ele afirmou que “as duas piores semanas desde o início da pandemia estão por vir” e pediu união dos gestores para que medidas mais restritivas sejam tomadas em todo o Estado.

No mesmo encontro virtual, o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn, foi além e fixou um prazo para que o caos seja definitivamente instalado. “Se não aplicarmos medidas mais restritivas, teremos 11 dias até um colapso em nosso sistema de atendimento hospitalar”, bradou o integrante do primeiro escalão estadual.

A população, talvez anestesiada por mais de um ano de convívio com o novo coronavírus, age como se tivesse aprendido a interagir com o coronavírus e comporta-se feito quem já não teme seus efeitos mortais. Talvez impulsionada por mensagens emitidas por grupo de políticos negacionistas, se coloca em risco constante, além de permitir o avanço desenfreado da Covid.

Independentemente de crenças ou ideologias, este é momento para colocar a mão na consciência. Avaliar os sinais que aparecem de todos os lados e tomar atitudes para proteção de vida. Com hospitais (públicos e particulares) cheios e agendamento da vacina – única arma contra o micro-organismo – sendo adiado por falta de doses, desafiar o vírus é ato de insanidade, com consequências desastrosas.

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