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Extracampo traz gastos inesperados ao Ramalhão

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Exames da Covid e jogos no Canindé apertam orçamento do Santo André


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

02/03/2021 | 00:01


O Santo André realizou no domingo seu primeiro jogo com mando no Estádio do Canindé (empate por 2 a 2 com o Santos) e entre aluguel do campo, gastos fixos e taxas de arbitragem pagou quase R$ 35 mil. Assim, se realizar os seis jogos previstos como mandante na casa da Portuguesa, serão R$ 210 mil, sendo R$ 60 mil inesperados por ter de locar de última hora a praça esportiva da Capital – em razão do atraso na entrega do Bruno Daniel. E se o clube passar para o mata-mata ou for às finais do Troféu do Interior, estes valores aumentarão.

Além disso, o Ramalhão tem ainda outro alto custo no orçamento: R$ 120 mil semanais com exames da Covid-19 em 40 pessoas da delegação, totalizando R$ 480 mil por mês, montante praticamente equivalente à folha salarial mensal do elenco e da comissão técnica (cerca de R$ 500 mil). Assim, com testes e salários, serão R$ 3,5 milhões nestes três meses de Paulistão. Levando-se em consideração que a cota andreense recebida da FPF (Federação Paulista de Futebol) é de R$ 6 milhões, mas apenas a primeira das três parcelas foi paga, o clube está preocupado com seu orçamento. “Vamos à luta”, resumiu o presidente ramalhino, Sidney Riquetto. 



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Extracampo traz gastos inesperados ao Ramalhão

Exames da Covid e jogos no Canindé apertam orçamento do Santo André

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

02/03/2021 | 00:01


O Santo André realizou no domingo seu primeiro jogo com mando no Estádio do Canindé (empate por 2 a 2 com o Santos) e entre aluguel do campo, gastos fixos e taxas de arbitragem pagou quase R$ 35 mil. Assim, se realizar os seis jogos previstos como mandante na casa da Portuguesa, serão R$ 210 mil, sendo R$ 60 mil inesperados por ter de locar de última hora a praça esportiva da Capital – em razão do atraso na entrega do Bruno Daniel. E se o clube passar para o mata-mata ou for às finais do Troféu do Interior, estes valores aumentarão.

Além disso, o Ramalhão tem ainda outro alto custo no orçamento: R$ 120 mil semanais com exames da Covid-19 em 40 pessoas da delegação, totalizando R$ 480 mil por mês, montante praticamente equivalente à folha salarial mensal do elenco e da comissão técnica (cerca de R$ 500 mil). Assim, com testes e salários, serão R$ 3,5 milhões nestes três meses de Paulistão. Levando-se em consideração que a cota andreense recebida da FPF (Federação Paulista de Futebol) é de R$ 6 milhões, mas apenas a primeira das três parcelas foi paga, o clube está preocupado com seu orçamento. “Vamos à luta”, resumiu o presidente ramalhino, Sidney Riquetto. 

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