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Guia relata como volta ao mundo, hoje, duraria 80 horas, e não dias

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Redação
Do Rota de Férias

26/02/2021 | 16:48


Quando Júlio Verne publicou seu icônico romance “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, em 1873, parecia ser uma missão praticamente impossível explorar o planeta em tão pouco tempo. Inspirado em histórias reais, porém, o personagem Phileas Fogg cumpriu a missão ao ser pontual, prático e contar com uma boa dose de sorte.

Durante a maior parte do tempo relatado no livro, Fogg, que começou e terminou o trajeto na área central de Londres, na Inglaterra, viajou de trem a vapor ao longo de impressionantes 65.605 quilômetros. Com a tecnologia que temos atualmente, no entanto, a expedição pelos mesmos destinos envolveria o deslocamento por menos quilômetros e, sem dúvida, seria bem mais rápida.

Volta ao mundo de trem

Em apenas 31 dias, após 70 viagens não apenas de trem, mas combinadas a ferry, carro e avião – sobretudo porque as linhas ferroviárias não se desenvolveram em grande parte do trajeto realizado por Fogg, como nos destinos do Oriente Médio –, seria possível cumprir tranquilamente hoje um roteiro semelhante ao apresentado no livro. Os dados, com todos os detalhes do itinerário, estão à disposição no novo guia A Volta ao Mundo em 80 horas.

A rota de trem, que passaria por 57.208 quilômetros é, entretanto, o terceiro método de viagem ao redor do planeta mais rápido atualmente. Bem mais eficaz seria fazer a viagem de avião.

Volta ao mundo de avião

Ao optar por voos, relata o guia elaborado em cima de uma pesquisa feita pelo cassino online Betway, seria possível percorrer hoje 44.720 quilômetros a partir de Londres, seguindo os passos de Fogg, em meros 3,3 dias – ou, ainda, 80 horas.

É verdade, porém, que os viajantes teriam de desviar da rota original publicada no livro em alguns momentos, por conta de escalas que não existem atualmente. Mas bastaria incluir três ligações de trens no roteiro para concluir a missão em tempo recorde.

Volta ao mundo de carro

O desenvolvimento das rodovias também permitiria, hoje, dar a volta ao mundo de carro – acrescentando ao trajeto, evidentemente, algumas ligações de ferry e avião para atravessar mares e oceanos e se deslocar entre os continentes.

Mantendo-se o mais próximo possível do caminho percorrido por Fogg, a rota de carro se destaca como o segundo método de volta ao mundo mais rápido hoje em dia. De acordo com o itinerário divulgado no guia, a viagem sobre quatro rodas envolveria 51.379 quilômetros e duraria 23,5 dias.

Volta ao mundo de navio

É possível, também, dar a volta ao mundo de navio. Esse, no entanto, é o método mais lento disponível atualmente. Para ser o mais fiel possível à rota de Fogg, seria preciso percorrer 45.726 quilômetros a bordo, o que exigiria 72 dias de viagem, tempo muito parecido com o da obra de Verne.

O tour pelos mares e oceanos levaria nada menos que 41 dias a mais do que viajar de trem, 48 do que seguir de carro e 69 em relação ao avião, o único capaz de realizar a volta ao mundo em 80 horas.



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Guia relata como volta ao mundo, hoje, duraria 80 horas, e não dias

Redação
Do Rota de Férias

26/02/2021 | 16:48


Quando Júlio Verne publicou seu icônico romance “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, em 1873, parecia ser uma missão praticamente impossível explorar o planeta em tão pouco tempo. Inspirado em histórias reais, porém, o personagem Phileas Fogg cumpriu a missão ao ser pontual, prático e contar com uma boa dose de sorte.

Durante a maior parte do tempo relatado no livro, Fogg, que começou e terminou o trajeto na área central de Londres, na Inglaterra, viajou de trem a vapor ao longo de impressionantes 65.605 quilômetros. Com a tecnologia que temos atualmente, no entanto, a expedição pelos mesmos destinos envolveria o deslocamento por menos quilômetros e, sem dúvida, seria bem mais rápida.

Volta ao mundo de trem

Em apenas 31 dias, após 70 viagens não apenas de trem, mas combinadas a ferry, carro e avião – sobretudo porque as linhas ferroviárias não se desenvolveram em grande parte do trajeto realizado por Fogg, como nos destinos do Oriente Médio –, seria possível cumprir tranquilamente hoje um roteiro semelhante ao apresentado no livro. Os dados, com todos os detalhes do itinerário, estão à disposição no novo guia A Volta ao Mundo em 80 horas.

A rota de trem, que passaria por 57.208 quilômetros é, entretanto, o terceiro método de viagem ao redor do planeta mais rápido atualmente. Bem mais eficaz seria fazer a viagem de avião.

Volta ao mundo de avião

Ao optar por voos, relata o guia elaborado em cima de uma pesquisa feita pelo cassino online Betway, seria possível percorrer hoje 44.720 quilômetros a partir de Londres, seguindo os passos de Fogg, em meros 3,3 dias – ou, ainda, 80 horas.

É verdade, porém, que os viajantes teriam de desviar da rota original publicada no livro em alguns momentos, por conta de escalas que não existem atualmente. Mas bastaria incluir três ligações de trens no roteiro para concluir a missão em tempo recorde.

Volta ao mundo de carro

O desenvolvimento das rodovias também permitiria, hoje, dar a volta ao mundo de carro – acrescentando ao trajeto, evidentemente, algumas ligações de ferry e avião para atravessar mares e oceanos e se deslocar entre os continentes.

Mantendo-se o mais próximo possível do caminho percorrido por Fogg, a rota de carro se destaca como o segundo método de volta ao mundo mais rápido hoje em dia. De acordo com o itinerário divulgado no guia, a viagem sobre quatro rodas envolveria 51.379 quilômetros e duraria 23,5 dias.

Volta ao mundo de navio

É possível, também, dar a volta ao mundo de navio. Esse, no entanto, é o método mais lento disponível atualmente. Para ser o mais fiel possível à rota de Fogg, seria preciso percorrer 45.726 quilômetros a bordo, o que exigiria 72 dias de viagem, tempo muito parecido com o da obra de Verne.

O tour pelos mares e oceanos levaria nada menos que 41 dias a mais do que viajar de trem, 48 do que seguir de carro e 69 em relação ao avião, o único capaz de realizar a volta ao mundo em 80 horas.

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