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Memofut consagra Jurandir Martins - Parron homenageia Fiori Gigliotti - Mario Romano, Adão dos Santos...

Eles são esportistas, fazem parte do mundo do futebol, no Grande ABC e nos campos da história


Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

26/02/2021 | 07:00


Na 37ª enquete do Memofut (Grupo Literatura e Memória do Futebol), uma boa surpresa para o Grande ABC: o repórter Jurandir Martins, ex-Rádio Diário, falecido em 2020, foi eleito pelos historiadores do futebol entre os cinco melhores repórteres esportivos do rádio brasileiro de todos os tempos.

Professor Alexandre Andolpho Silva, coordenador do Memofut, sistematizou os votos que chegaram, via internet, e destacou os nomes dos eleitos: Wanderley Nogueira (Jovem Pan e TV Gazeta) em primeiro lugar, Roberto Silva (o Olho Vivo da Band e que atuou também no rádio de Mauá), Geraldo Blota (o GB), Eduardo Luiz (o Ligeirinho) e Jurandir Martins.

Também foram votados: Alexandre Praetzel, Alex Miller, Ary Silva, Cândido Garcia, Chico de Assis, Ely Coimbra, Fausto Silva, Flávio Adauto, Flávio Prado, Ivan Drado, Leandro Boudakian, Luis Carlos Quartarollo, José Paulo de Andrade, Juarez Soares, Marco Bello, Reali Junior, Ricardo Martins, Roberto Carmona e Romeu César.

ETERNOS
Nas fotos selecionadas para a ilustração da Memória de hoje, mais dois nomes de esportistas com história na região: o massagista Mário Romano, de São Caetano, pai do pesquisador Luiz Romano, colaborador da Memória; e o fotógrafo Adão dos Santos, de São Bernardo.

Adão dos Santos, além de fotógrafo, foi boleiro. Jogou na várzea de São Bernardo. E venceu um concurso diferenciado: no estúdio da antiga Rádio Independência, em plena Rua Marechal Deodoro, foi o esportista que controlou por mais tempo uma bola de futebol, “petecando” e fazendo “embaixadas” entre microfones, fios e toda a parafernália de um estúdio de rádio.

A Fiori Gigliotti, a lembrança e homenagem vêm do jornalista Milton Parron, que também fez história defendendo a meta do futebol de salão da Jovem Pan: Parron, goleiro.


O locutor da torcida brasileira
Texto: Milton Parron

Tudo na biografia do locutor esportivo Fiori Gigliotti é superlativo, bastando lembrar que ele narrou jogos em dez Copas do Mundo e recebeu 162 títulos de cidadão honorário em cidades brasileiras de vários Estados.

Neste fim de semana começa o Campeonato Paulista de futebol, que é disputado desde 1902: Fiori transmitiu centenas de jogos em 35 edições do Paulista.
Filho de imigrantes italianos, Fiori Gigliotti nasceu em 1928 na cidade de Barra Bonita, mas foi criado em Lins, onde inclusive começou sua carreira no rádio em 1947.

Veio para São Paulo em meados da década de 50 contratado pela Rádio Bandeirantes, depois Panamericana por pouco tempo, retornando à Bandeirantes e mais tarde, Tupi, Record e Capital.

Sua carreira vitoriosa, certamente, está associada à Bandeirantes, onde trabalhou por cerca de 40 anos.

O programa Memória será em homenagem a ele, o “locutor da torcida brasileira”, com trechos de narrações antológicas, também do Cantinho da Saudade, que ele apresentava com extraordinário sucesso, entrevistas e sua emoção no dia em que recebeu com grande pompa o título de cidadão honorário de Lins, onde havia iniciado sua vida profissional.

Fiori Gigliotti faleceu em São Paulo no dia 8 de junho de 2006.

PAUTA – Rádio Bandeirantes AM (840) e FM (90,9) – O Cantinho da Saudade de Fiori Gigliotti. Produção e apresentação: Milton Parron. Amanhã, sábado, às 22h, ou após o futebol, com reprise no domingo às 7h e durante madrugadas da semana.

Diário há meio século
1881 – Promovida a extração da primeira loteria do Ipiranga, cujo produto financeiro seria utilizado na construção do prédio que hoje abriga o Museu Paulista. Quinhentos mil bilhetes foram colocados à venda e o prêmio maior era de 1.000:000$.
1916 – Escreve o correspondente do Estadão: “No pátio do Grupo Escolar de Santo André não há os necessários galpões para livrar os pequeninos educandos dos rigores do tempo nas horas de recreio. Essa falta se torna mais sensível nos dias chuvosos”.
1936 – Começa a circular na Alemanha o carro popular da Volkswagen, que no Brasil receberá o nome de Fusca.

Hoje
- Dia do Comediante.
“Que eu seja um comediante, mas um comediante que pensa” (Charles Chaplin).

Santos do dia
- Porfírio de Gaza. Nasceu na Grécia, em 353, e faleceu na Palestina, em 420. Foi bispo em Gaza.
- Deodoro.
- Alexandre do Egito.
- Paula Montal Fornés (Espanha, Barcelona, 1799 – Olesa de Monteserrat, 1889). Fundou a Congregação de Filhas de Maria Religiosas Escolápias



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Memofut consagra Jurandir Martins - Parron homenageia Fiori Gigliotti - Mario Romano, Adão dos Santos...

Eles são esportistas, fazem parte do mundo do futebol, no Grande ABC e nos campos da história

Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

26/02/2021 | 07:00


Na 37ª enquete do Memofut (Grupo Literatura e Memória do Futebol), uma boa surpresa para o Grande ABC: o repórter Jurandir Martins, ex-Rádio Diário, falecido em 2020, foi eleito pelos historiadores do futebol entre os cinco melhores repórteres esportivos do rádio brasileiro de todos os tempos.

Professor Alexandre Andolpho Silva, coordenador do Memofut, sistematizou os votos que chegaram, via internet, e destacou os nomes dos eleitos: Wanderley Nogueira (Jovem Pan e TV Gazeta) em primeiro lugar, Roberto Silva (o Olho Vivo da Band e que atuou também no rádio de Mauá), Geraldo Blota (o GB), Eduardo Luiz (o Ligeirinho) e Jurandir Martins.

Também foram votados: Alexandre Praetzel, Alex Miller, Ary Silva, Cândido Garcia, Chico de Assis, Ely Coimbra, Fausto Silva, Flávio Adauto, Flávio Prado, Ivan Drado, Leandro Boudakian, Luis Carlos Quartarollo, José Paulo de Andrade, Juarez Soares, Marco Bello, Reali Junior, Ricardo Martins, Roberto Carmona e Romeu César.

ETERNOS
Nas fotos selecionadas para a ilustração da Memória de hoje, mais dois nomes de esportistas com história na região: o massagista Mário Romano, de São Caetano, pai do pesquisador Luiz Romano, colaborador da Memória; e o fotógrafo Adão dos Santos, de São Bernardo.

Adão dos Santos, além de fotógrafo, foi boleiro. Jogou na várzea de São Bernardo. E venceu um concurso diferenciado: no estúdio da antiga Rádio Independência, em plena Rua Marechal Deodoro, foi o esportista que controlou por mais tempo uma bola de futebol, “petecando” e fazendo “embaixadas” entre microfones, fios e toda a parafernália de um estúdio de rádio.

A Fiori Gigliotti, a lembrança e homenagem vêm do jornalista Milton Parron, que também fez história defendendo a meta do futebol de salão da Jovem Pan: Parron, goleiro.


O locutor da torcida brasileira
Texto: Milton Parron

Tudo na biografia do locutor esportivo Fiori Gigliotti é superlativo, bastando lembrar que ele narrou jogos em dez Copas do Mundo e recebeu 162 títulos de cidadão honorário em cidades brasileiras de vários Estados.

Neste fim de semana começa o Campeonato Paulista de futebol, que é disputado desde 1902: Fiori transmitiu centenas de jogos em 35 edições do Paulista.
Filho de imigrantes italianos, Fiori Gigliotti nasceu em 1928 na cidade de Barra Bonita, mas foi criado em Lins, onde inclusive começou sua carreira no rádio em 1947.

Veio para São Paulo em meados da década de 50 contratado pela Rádio Bandeirantes, depois Panamericana por pouco tempo, retornando à Bandeirantes e mais tarde, Tupi, Record e Capital.

Sua carreira vitoriosa, certamente, está associada à Bandeirantes, onde trabalhou por cerca de 40 anos.

O programa Memória será em homenagem a ele, o “locutor da torcida brasileira”, com trechos de narrações antológicas, também do Cantinho da Saudade, que ele apresentava com extraordinário sucesso, entrevistas e sua emoção no dia em que recebeu com grande pompa o título de cidadão honorário de Lins, onde havia iniciado sua vida profissional.

Fiori Gigliotti faleceu em São Paulo no dia 8 de junho de 2006.

PAUTA – Rádio Bandeirantes AM (840) e FM (90,9) – O Cantinho da Saudade de Fiori Gigliotti. Produção e apresentação: Milton Parron. Amanhã, sábado, às 22h, ou após o futebol, com reprise no domingo às 7h e durante madrugadas da semana.

Diário há meio século
1881 – Promovida a extração da primeira loteria do Ipiranga, cujo produto financeiro seria utilizado na construção do prédio que hoje abriga o Museu Paulista. Quinhentos mil bilhetes foram colocados à venda e o prêmio maior era de 1.000:000$.
1916 – Escreve o correspondente do Estadão: “No pátio do Grupo Escolar de Santo André não há os necessários galpões para livrar os pequeninos educandos dos rigores do tempo nas horas de recreio. Essa falta se torna mais sensível nos dias chuvosos”.
1936 – Começa a circular na Alemanha o carro popular da Volkswagen, que no Brasil receberá o nome de Fusca.

Hoje
- Dia do Comediante.
“Que eu seja um comediante, mas um comediante que pensa” (Charles Chaplin).

Santos do dia
- Porfírio de Gaza. Nasceu na Grécia, em 353, e faleceu na Palestina, em 420. Foi bispo em Gaza.
- Deodoro.
- Alexandre do Egito.
- Paula Montal Fornés (Espanha, Barcelona, 1799 – Olesa de Monteserrat, 1889). Fundou a Congregação de Filhas de Maria Religiosas Escolápias

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