Fechar
Publicidade

Domingo, 11 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

economia@dgabc.com.br | 4435-8057

Dólar sobe com cautela por auxílio emergencial e alta externa ante emergentes



25/02/2021 | 09:47


O dólar opera em alta em meio à forte valorização da moeda americana frente divisas emergentes e ligadas a commodities, como os pesos mexicano, chileno e argentino, lira Tuca e rand sul africano, e desconforto local com o adiamento para a próxima semana da votação da PEC Emergencial, que estava prevista esta quinta-feira, 25, e o seu fatiamento, sem contrapartidas de controle de gastos de imediato. Os investidores também precificam a nova versão do relatório da PEC Emergencial apresentada ontem à noite.

Relator da PEC Emergencial, o senador Márcio Bittar, manteve em seu novo parecer gatilhos para contenção de despesas, mas blindou reajuste de militares do alcance de gatilhos e insiste na desvinculação de gastos com saúde e educação, o que é criticado por um grupo de senadores, que ameaça barrar a proposta. Um integrante do time do ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ao Estadão/Broadcast que, sem as medidas de ajuste de gastos, a PEC "não para em pé".

Mas a valorização do dólar frente o real e os juros futuros é limitada. No exterior, o índice DXY, que compara o dólar ante seis divisas rivais, opera em baixa, diante das expectativas de um acordo político sobre o pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão proposto pelo governo de Joe Biden, commodities fortes e sinais "dovish" do Federal Reserve nos últimos dois dias.

Aqui, o lucro da Petrobras bem acima do esperado e a entrega do projeto de lei que abre caminho para a privatização dos Correios à Câmara dos Deputados, ontem à noite, ajudam a atenuar a cautela com o risco fiscal do País. Às 9h28, o dólar à vista subia 0,17%, a R$ 5,4299. O dólar futuro de março avançava 0,50%, a R$ 5,430.

Mais cedo, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) desacelerou levemente em fevereiro na comparação com janeiro, tendo apresentado taxa de 2,53% ante 2,58% do primeiro mês de 2021. Em 2021, o IGP-M acumula alta de 5,17%. Com a taxa de fevereiro, o acumulado em 12 meses chegou a 28,94%, de 25,71% nos 12 meses até janeiro. Para o acumulado de 12 meses, a mediana era de 28,82% e o intervalo entre 28,43% e 29,34%.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,36% na terceira quadrissemana de fevereiro, desacelerando frente ao acréscimo de 0,55% observado na segunda quadrissemana deste mês, segundo a Fipe.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Dólar sobe com cautela por auxílio emergencial e alta externa ante emergentes


25/02/2021 | 09:47


O dólar opera em alta em meio à forte valorização da moeda americana frente divisas emergentes e ligadas a commodities, como os pesos mexicano, chileno e argentino, lira Tuca e rand sul africano, e desconforto local com o adiamento para a próxima semana da votação da PEC Emergencial, que estava prevista esta quinta-feira, 25, e o seu fatiamento, sem contrapartidas de controle de gastos de imediato. Os investidores também precificam a nova versão do relatório da PEC Emergencial apresentada ontem à noite.

Relator da PEC Emergencial, o senador Márcio Bittar, manteve em seu novo parecer gatilhos para contenção de despesas, mas blindou reajuste de militares do alcance de gatilhos e insiste na desvinculação de gastos com saúde e educação, o que é criticado por um grupo de senadores, que ameaça barrar a proposta. Um integrante do time do ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ao Estadão/Broadcast que, sem as medidas de ajuste de gastos, a PEC "não para em pé".

Mas a valorização do dólar frente o real e os juros futuros é limitada. No exterior, o índice DXY, que compara o dólar ante seis divisas rivais, opera em baixa, diante das expectativas de um acordo político sobre o pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão proposto pelo governo de Joe Biden, commodities fortes e sinais "dovish" do Federal Reserve nos últimos dois dias.

Aqui, o lucro da Petrobras bem acima do esperado e a entrega do projeto de lei que abre caminho para a privatização dos Correios à Câmara dos Deputados, ontem à noite, ajudam a atenuar a cautela com o risco fiscal do País. Às 9h28, o dólar à vista subia 0,17%, a R$ 5,4299. O dólar futuro de março avançava 0,50%, a R$ 5,430.

Mais cedo, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) desacelerou levemente em fevereiro na comparação com janeiro, tendo apresentado taxa de 2,53% ante 2,58% do primeiro mês de 2021. Em 2021, o IGP-M acumula alta de 5,17%. Com a taxa de fevereiro, o acumulado em 12 meses chegou a 28,94%, de 25,71% nos 12 meses até janeiro. Para o acumulado de 12 meses, a mediana era de 28,82% e o intervalo entre 28,43% e 29,34%.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,36% na terceira quadrissemana de fevereiro, desacelerando frente ao acréscimo de 0,55% observado na segunda quadrissemana deste mês, segundo a Fipe.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;