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Dívida Pública Federal sobe 0,99% e fecha janeiro em R$ 5,059 tri, diz Tesouro

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


24/02/2021 | 14:29


O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 0,99% em janeiro e fechou o mês em R$ 5,059 trilhões. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 24, pelo Tesouro Nacional. No fim de dezembro, o estoque estava em R$ 5,009 trilhões.

A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 42,94 bilhões no mês passado, enquanto houve emissão líquida de R$ 6,81 bilhões.

A DPF inclui a dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) subiu 1,16% em janeiro fechou o mês em R$ 4,821 trilhões.

Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 2,29% menor no mês, somando R$ 237,88 bilhões ao fim de janeiro.

Composição

A parcela de títulos prefixados na DPF caiu em janeiro, para 33,75%. Em dezembro, estava em 34,78%. Já os papéis atrelados à Selic aumentaram a fatia, de 34,81% para 35,30%.

Os títulos remunerados pela inflação subiram para 25,98% do estoque da DPF em janeiro, ante 25,30% em dezembro. Os papéis cambiais tiveram redução na participação na DPF de 5,11% em dezembro para 4,98% em janeiro.

Nem todos os papéis estão dentro das metas do Plano Anual de Financiamento para o fim deste ano. O intervalo do objetivo perseguido pelo Tesouro para os títulos atrelados à taxa básica de juros em 2021 vai de 28% a 32%.

Para os prefixados, o intervalo é de 38% a 42%. No caso dos que têm índices de preço como referência, a meta é de 24% a 28% e, no de câmbio, de 3% a 7%.

O Tesouro informou ainda que parcela da DPF a vencer em 12 meses caiu de 27,57% em dezembro para 27,10% em janeiro. O prazo médio da dívida passou de 3,57 anos para 3,61 anos no período. Já o custo médio acumulado em 12 meses da DPF caiu de 8,37% ao ano para 8,29% ao ano na mesma base de comparação.

Apenas no mês de janeiro, as emissões de títulos públicos tiveram custo médio de 4,65% ao ano, mais que os 4,44% ao ano observados no último mês de 2020.

Estrangeiros

Após uma sequência de quedas mensais, a participação dos investidores estrangeiros no total da dívida pública subiu em janeiro. De acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional, a parcela dos investidores não residentes no Brasil no estoque da DPMFi passou de 9,24% em dezembro para 9,27% no mês passado. O estoque de papéis nas mãos dos estrangeiros somou R$ 446,94 bilhões em janeiro, ante R$ 440,52 bilhões em dezembro.

A maior participação no estoque da DPMFi continuou com as instituições financeiras, com 29,75% em janeiro, ante 29,62% de dezembro. A parcela dos fundos de investimento passou de 25,98% para 25,64% em janeiro.

Na sequência, o grupo Previdência passou de uma participação de 22,65% para 22,83% de um mês para o outro. Já as seguradoras permaneceram com 3,68%, na mesma comparação.



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Dívida Pública Federal sobe 0,99% e fecha janeiro em R$ 5,059 tri, diz Tesouro


24/02/2021 | 14:29


O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 0,99% em janeiro e fechou o mês em R$ 5,059 trilhões. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 24, pelo Tesouro Nacional. No fim de dezembro, o estoque estava em R$ 5,009 trilhões.

A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 42,94 bilhões no mês passado, enquanto houve emissão líquida de R$ 6,81 bilhões.

A DPF inclui a dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) subiu 1,16% em janeiro fechou o mês em R$ 4,821 trilhões.

Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 2,29% menor no mês, somando R$ 237,88 bilhões ao fim de janeiro.

Composição

A parcela de títulos prefixados na DPF caiu em janeiro, para 33,75%. Em dezembro, estava em 34,78%. Já os papéis atrelados à Selic aumentaram a fatia, de 34,81% para 35,30%.

Os títulos remunerados pela inflação subiram para 25,98% do estoque da DPF em janeiro, ante 25,30% em dezembro. Os papéis cambiais tiveram redução na participação na DPF de 5,11% em dezembro para 4,98% em janeiro.

Nem todos os papéis estão dentro das metas do Plano Anual de Financiamento para o fim deste ano. O intervalo do objetivo perseguido pelo Tesouro para os títulos atrelados à taxa básica de juros em 2021 vai de 28% a 32%.

Para os prefixados, o intervalo é de 38% a 42%. No caso dos que têm índices de preço como referência, a meta é de 24% a 28% e, no de câmbio, de 3% a 7%.

O Tesouro informou ainda que parcela da DPF a vencer em 12 meses caiu de 27,57% em dezembro para 27,10% em janeiro. O prazo médio da dívida passou de 3,57 anos para 3,61 anos no período. Já o custo médio acumulado em 12 meses da DPF caiu de 8,37% ao ano para 8,29% ao ano na mesma base de comparação.

Apenas no mês de janeiro, as emissões de títulos públicos tiveram custo médio de 4,65% ao ano, mais que os 4,44% ao ano observados no último mês de 2020.

Estrangeiros

Após uma sequência de quedas mensais, a participação dos investidores estrangeiros no total da dívida pública subiu em janeiro. De acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional, a parcela dos investidores não residentes no Brasil no estoque da DPMFi passou de 9,24% em dezembro para 9,27% no mês passado. O estoque de papéis nas mãos dos estrangeiros somou R$ 446,94 bilhões em janeiro, ante R$ 440,52 bilhões em dezembro.

A maior participação no estoque da DPMFi continuou com as instituições financeiras, com 29,75% em janeiro, ante 29,62% de dezembro. A parcela dos fundos de investimento passou de 25,98% para 25,64% em janeiro.

Na sequência, o grupo Previdência passou de uma participação de 22,65% para 22,83% de um mês para o outro. Já as seguradoras permaneceram com 3,68%, na mesma comparação.

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