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Reinaldo Abud é reeleito ouvidor de Santo André


Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

07/12/2007 | 08:34


O advogado Reinaldo Abud foi reeleito quinta-feira ouvidor da Prefeitura de Santo André para o biênio 2008-2009. Na eleição, ocorrida em segundo turno, ele derrotou o cirurgião dentista André José de Andrade com 10 dos 14 votos possíveis.

Antes da eleição, os candidatos foram sabatinados pelo Colegiado da Ouvidoria – grupo formado por representantes da sociedade civil, conselhos municipais e entidades andreenses –, responsável pela escolha do ouvidor e, posteriormente, pela fiscalização do trabalho dele.

Abud se surpreendeu com o resultado da votação. No primeiro turno, ele conseguiu cinco votos, apenas um a mais do que Andrade. “Fiz questão de visitar as entidades e mostrar o que foi feito nos últimos dois anos. Também aproveitei para reafirmar o compromisso e mostrar a plataforma de trabalho para uma possível nova gestão”, explicou Abud, ressaltando que dará continuidade aos trabalhos, “visando sempre o melhor atendimento aos munícipes”.

Ele rechaçou que a Ouvidoria estaria em descrédito por não conseguir resolver problemas da sociedade. “Não há nada disso. Pelo contrário, no ano passado tivemos uma queda no número de reclamações por conta da nossa gestão. A própria administração melhorou, pois sinalizamos o que há de errado”, avalia, admitindo, porém, que o órgão ainda está aquém do que deveria. “As pessoas não sabem como reivindicar os direitos. Por isso faremos uma cartilha a fim de orientar o cidadão.”

Impugnação - A advogada Maria Helena Musachio, representante do Protecon (Associação de Defesa do Consumidor do Grande ABC), tentou impugnar a eleição. Segundo ela, os integrantes do Colegiado da Ouvidoria não têm como comprovar que eles representam a sociedade civil, como determina a legislação.

Ela garante que entrará na Justiça, na segunda-feira, com pedido para anular o resultado. “Se eles não têm documentação, a eleição está irregular. Se está irregular, tem de ser anulada.”

Para Ivo Bastos Ruiz, coordenador do Colegiado da Ouvidoria, não há o que questionar no processo. “O que ela fala não tem fundamento legal. A eleição transcorreu normalmente.”


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