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Bebê de sete meses é salva por guardas civis em Santo André; ela estava engasgada

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

19/02/2021 | 16:44


 

Com apenas sete meses de vida, Kataryna renasceu após ser salva por dois GCMs (Guardas Civis Militares) de Santo André, na região da Estrada do Pedroso. A bebê, que estava junto dos pais, a dona de casa Vitória Cristina da Silva Rosa, 19 anos, e o ajudante geral David Duarte de Siqueira, 32, se engasgou com a própria saliva. “Ela estava brincando, por volta das 22h20, quando oferecemos o leite e ela recusou. Kataryna começou passar mal, sufocar e chegou a desfalecer. Comecei a fazer massagem nela, olhar se havia algo em sua boquinha, mas, ela não voltava", conta o pai.

O casal correu para o Destacamento Ambiental da Guarda Civil Municipal do Pedroso e, por sorte, encontrou os guardas Classe Especial Alves e o Segunda Classe Rodrigo Amaral. "Ela chegou aqui por volta das 22h30, não estava respirando e já estava um pouco roxeada. Imediatamente iniciamos as manobras e a massagem. Foi quando a bebê soltou catarro com uma bola de sangue. Mesmo assim, ela não chorava, estava ainda desacordada", narra Alves. Foi dentro da viatura a menininha voltou a respirar e chorou. "Em 32 anos de carreira nunca tinha passado por um caso de engasgamento em criança. Quando ela chorou foi emocionante. Na hora não passa nada pela nossa cabeça, além de querer salvar aquela vida", diz emocionado Alves.

Os GCMs esclarecem que, em caso de engasgo, principalmente, em bebês, a primeira coisa a se fazer é virá-lo de bruços, e bater levemente nas costas para desobstruir as vias aéreas. "Chamar por socorro Imediatamente também é imprescindível", alerta o guarda. Kataryna foi levada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Vila Luzita, da cidade, para os cuidados médicos necessários. Os exames estão todos normais e a família respira aliviada. "Os guardas deram a vida de volta para a minha filha. Se não fossem por eles, talvez ela, nossa riqueza, não estivesse aqui. Não temos como agradecer", explica David.



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