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Braido pede informações sobre verba de representação

Anderson Silva/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Parlamentar questiona critério para concessão de benefícios para servidores da presidência


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

15/02/2021 | 08:50


Vereador Glauco Braido (PSD), de São Bernardo, questionou os critérios adotados pelo presidente da Câmara, Estevão Camolesi (PSDB), para concessão de verba de representação, adicional aplicado aos salários de funcionários que servem à presidência da casa.

Integrante da base de sustentação do prefeito Orlando Morando (PSDB) e militante do MBL (Movimento Brasil Livre), Braido oficiou documento na sexta-feira e se baseou em reportagem veiculada pelo Diário no mesmo dia, que apontou que 12 colaboradores do Legislativo têm o salário acrescido em 50% do valor original dos vencimentos por trabalhar diretamente com a direção da casa.
“Venho por meio desde ofício solicitar informações de vossa excelência a respeito da veracidade e precisão técnica acerca das informações divulgadas pelo referido veículo de informação. Solicito informações, também, a respeito dos critérios utilizados por vossa excelência para a escolha dos procuradores mencionados na reportagem para o exercício da função gratificada citada na matéria”, sustenta o vereador no documento. O Diário se baseou em informações disponíveis no Portal da Transparência da Câmara.

A concessão de benefícios a uma parcela de servidores ligados à presidência, contrastando com discurso de Camolesi de enxugamento de gastos na Câmara ao cortar contratos de empresas terceirizadas, gerou questionamentos de vereadores, segundo apurou o Diário.

Publicamente, o governista Paulo Chuchu (PRTB) questionou a falta de isonomia de Camolesi no planejamento de redução de despesas. “Se é uma situação de economia, eu acho que tem que ser uma economia homogênea, em todos os setores. Em relação aos outros beneficiários desse aditivo no salário, acho que teria que ser homogêneo. Ou todos têm ou ninguém tem”, declarou o vereador, eleito com suporte político da família do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido).

Na oposição, Ana Nice (PT) levantou suspeitas nos critérios utilizados pelo tucano. “Pelo menos ao que parece, pau que bate em Chico não bate em Francisco na Câmara de São Bernardo”, parafraseou a petista.

Na semana passada, Camolesi enfrentou primeiro protesto à frente da casa. Vigilantes reclamaram do fim do contrato com a NR Serviços, conhecida como Nobre, que deve gerar demissão de 82 funcionários. O tucano não se manifestou sobre o caso. 



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Braido pede informações sobre verba de representação

Parlamentar questiona critério para concessão de benefícios para servidores da presidência

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

15/02/2021 | 08:50


Vereador Glauco Braido (PSD), de São Bernardo, questionou os critérios adotados pelo presidente da Câmara, Estevão Camolesi (PSDB), para concessão de verba de representação, adicional aplicado aos salários de funcionários que servem à presidência da casa.

Integrante da base de sustentação do prefeito Orlando Morando (PSDB) e militante do MBL (Movimento Brasil Livre), Braido oficiou documento na sexta-feira e se baseou em reportagem veiculada pelo Diário no mesmo dia, que apontou que 12 colaboradores do Legislativo têm o salário acrescido em 50% do valor original dos vencimentos por trabalhar diretamente com a direção da casa.
“Venho por meio desde ofício solicitar informações de vossa excelência a respeito da veracidade e precisão técnica acerca das informações divulgadas pelo referido veículo de informação. Solicito informações, também, a respeito dos critérios utilizados por vossa excelência para a escolha dos procuradores mencionados na reportagem para o exercício da função gratificada citada na matéria”, sustenta o vereador no documento. O Diário se baseou em informações disponíveis no Portal da Transparência da Câmara.

A concessão de benefícios a uma parcela de servidores ligados à presidência, contrastando com discurso de Camolesi de enxugamento de gastos na Câmara ao cortar contratos de empresas terceirizadas, gerou questionamentos de vereadores, segundo apurou o Diário.

Publicamente, o governista Paulo Chuchu (PRTB) questionou a falta de isonomia de Camolesi no planejamento de redução de despesas. “Se é uma situação de economia, eu acho que tem que ser uma economia homogênea, em todos os setores. Em relação aos outros beneficiários desse aditivo no salário, acho que teria que ser homogêneo. Ou todos têm ou ninguém tem”, declarou o vereador, eleito com suporte político da família do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido).

Na oposição, Ana Nice (PT) levantou suspeitas nos critérios utilizados pelo tucano. “Pelo menos ao que parece, pau que bate em Chico não bate em Francisco na Câmara de São Bernardo”, parafraseou a petista.

Na semana passada, Camolesi enfrentou primeiro protesto à frente da casa. Vigilantes reclamaram do fim do contrato com a NR Serviços, conhecida como Nobre, que deve gerar demissão de 82 funcionários. O tucano não se manifestou sobre o caso. 

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