Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 13 de Maio

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

economia@dgabc.com.br | 4435-8057

'A culpa é de quem? É tudo minha?', comenta Bolsonaro, sobre questões econômicas

Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


12/02/2021 | 13:06


O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou na manhã desta sexta-feira, 12, que os "problemas estão se avolumando" no País. Entre as questões, o presidente destacou a perda de poder aquisitivo de parte da população, a inflação "além do normal" nos produtos de primeira necessidade e o preço dos combustíveis. "A culpa é de quem? É tudo minha?", argumentou Bolsonaro a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.

Entre as preocupações do Executivo - que sofre pressão de setores do transporte, como caminhoneiros -, está o preço dos combustíveis e do gás de cozinha, impulsionados pela alta do petróleo.

Pelas redes sociais, Bolsonaro lançou a proposta de que enviem a ele notas fiscais de postos de combustíveis com as alíquotas dos impostos federais e estaduais cobradas ao abastecer. Segundo o presidente, "mentem na nota fiscal". "Falam que só eu estou cobrando imposto."

"É igual ao gás de cozinha. Está em média R$ 90 reais. Está caro? Está. O pessoal cobra de mim. O preço lá na origem tá (sic) menos de R$ 40. O imposto federal, se eu não me engano, é R$ 0,16. Então, R$ 40 mais R$ 0,16 não justifica chegar a tanto, a R$ 90", disse o presidente a apoiadores.

"São cartéis, cartéis poderosíssimos com dinheiro, com bilhões, contra mim", justificou o presidente. "Alguns - que eu fico chateado pela ignorância - apontam: tem que resolver. Só com fuzil na mão, e ninguém quer fazer isso daí. Agora, nós vamos chegar lá, não adianta dar pancada em mim", completou.

''Pipoca daquela cadeira presidencial''

O presidente do Brasil afirmou não ter "apego" à Presidência da República. Disse: "não tenho apego àquela pipoca daquela cadeira presidencial".

E acrescentou: "É uma desgraça aquele negócio, mas é uma missão. Enquanto Deus permitir eu vou estar lá", emendou.

Mercado financeiro

Bolsonaro também voltou a reforçar críticas ao mercado financeiro. "A bolsa e o dólar não reagem como a gente pensa", afirmou.

Na quinta-feira, 11, durante transmissão semanal ao vivo, Bolsonaro disse que o governo quer "tratar da diminuição dos impostos num clima de tranquilidade e não num clima conflituoso no Brasil". "E o pessoal do mercado, qualquer coisa que se fala aqui, vocês ficam aí irritadinhos na ponta da linha, né. Sobe dólar, cai a bolsa", afirmou, durante live semanal.

Críticas ao isolamento

O presidente ainda voltou a criticar as políticas de isolamento a fim de conter a transmissão do novo coronavírus. "O problema não é só isso, combustível, não. Essa política do fica em casa, a economia a gente vê depois, bateram bastante em mim. Agora estão cobrando que estão desempregados. Quem mandou ficar em casa, fechou o comércio e destruiu empregos não fui eu", completou.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

'A culpa é de quem? É tudo minha?', comenta Bolsonaro, sobre questões econômicas


12/02/2021 | 13:06


O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou na manhã desta sexta-feira, 12, que os "problemas estão se avolumando" no País. Entre as questões, o presidente destacou a perda de poder aquisitivo de parte da população, a inflação "além do normal" nos produtos de primeira necessidade e o preço dos combustíveis. "A culpa é de quem? É tudo minha?", argumentou Bolsonaro a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.

Entre as preocupações do Executivo - que sofre pressão de setores do transporte, como caminhoneiros -, está o preço dos combustíveis e do gás de cozinha, impulsionados pela alta do petróleo.

Pelas redes sociais, Bolsonaro lançou a proposta de que enviem a ele notas fiscais de postos de combustíveis com as alíquotas dos impostos federais e estaduais cobradas ao abastecer. Segundo o presidente, "mentem na nota fiscal". "Falam que só eu estou cobrando imposto."

"É igual ao gás de cozinha. Está em média R$ 90 reais. Está caro? Está. O pessoal cobra de mim. O preço lá na origem tá (sic) menos de R$ 40. O imposto federal, se eu não me engano, é R$ 0,16. Então, R$ 40 mais R$ 0,16 não justifica chegar a tanto, a R$ 90", disse o presidente a apoiadores.

"São cartéis, cartéis poderosíssimos com dinheiro, com bilhões, contra mim", justificou o presidente. "Alguns - que eu fico chateado pela ignorância - apontam: tem que resolver. Só com fuzil na mão, e ninguém quer fazer isso daí. Agora, nós vamos chegar lá, não adianta dar pancada em mim", completou.

''Pipoca daquela cadeira presidencial''

O presidente do Brasil afirmou não ter "apego" à Presidência da República. Disse: "não tenho apego àquela pipoca daquela cadeira presidencial".

E acrescentou: "É uma desgraça aquele negócio, mas é uma missão. Enquanto Deus permitir eu vou estar lá", emendou.

Mercado financeiro

Bolsonaro também voltou a reforçar críticas ao mercado financeiro. "A bolsa e o dólar não reagem como a gente pensa", afirmou.

Na quinta-feira, 11, durante transmissão semanal ao vivo, Bolsonaro disse que o governo quer "tratar da diminuição dos impostos num clima de tranquilidade e não num clima conflituoso no Brasil". "E o pessoal do mercado, qualquer coisa que se fala aqui, vocês ficam aí irritadinhos na ponta da linha, né. Sobe dólar, cai a bolsa", afirmou, durante live semanal.

Críticas ao isolamento

O presidente ainda voltou a criticar as políticas de isolamento a fim de conter a transmissão do novo coronavírus. "O problema não é só isso, combustível, não. Essa política do fica em casa, a economia a gente vê depois, bateram bastante em mim. Agora estão cobrando que estão desempregados. Quem mandou ficar em casa, fechou o comércio e destruiu empregos não fui eu", completou.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;