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Jander se lança ao Paço se houver nova eleição

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vereador de S.Caetano defende mudança nos nomes de oposição a Auricchio em outro pleito


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

11/02/2021 | 00:52


O vereador Jander Lira (DEM) anunciou que, se houver nova eleição em São Caetano, vai lançar candidatura própria à Prefeitura.

No entendimento do democrata, que está em segundo mandato na Câmara, os nomes de oposição não cativaram o eleitor da cidade no pleito do ano passado, uma vez que José Auricchio Júnior (PSDB) foi o mais votado – os votos no tucano estão sub judice, já que o registro de sua candidatura à reeleição foi indeferido pela Justiça Eleitoral do município.

“A população espera por novas propostas e a oposição que se apresentou no ano passado não convenceu, tanto que Auricchio, mesmo cassado e com todos os problemas jurídicos, ficou à frente de todos”, considerou Jander, integrante da oposição.

A despeito de ter recebido 42,8 mil votos, Auricchio não tomou posse como prefeito pela quarta vez porque espera julgamento de recurso, no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), paral liberar seu registro. O tucano foi condenado por captação irregular de doação eleitoral na eleição de 2016 e, embora tivesse efeito suspensivo concedido pela presidência do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), o entendimento da juíza eleitoral Ana Lúcia Fusaro, da 166ª Zona Eleitoral, foi o de que Auricchio não estava apto para o pleito de novembro. Por isso, a cidade é administrada por Tite Campanella (Cidadania), presidente da Câmara eleito no dia 1º de janeiro.

O democrata avisou também que fez convite para que a vereadora Suely Nogueira (Podemos), que está na base de sustentação, seja sua vice. “É preciso acabar com esse cenário elitista em São Caetano. Eu sou nordestino, da Paraíba, professor e a Suely é uma mulher negra, oriunda de movimentos de ações sociais. É uma chapa que representa o povo, não os coronéis ou as famílias que se revezam no poder na cidade”, comentou o democrata. “Ela não me disse nem que sim nem que não ainda”, emendou.

Jander discorreu que avisou o ex-prefeito Paulo Pinheiro (DEM) sobre sua intenção política. O vereador confidenciou que Pinheiro considerou o movimento precipitado, mas que não via objeção à movimentação do aliado – Jander foi secretário de Cultura no governo de Pinheiro, entre 2013 e 2016. “Ele falou que respeita. Disse que sou adulto e vacinado. Na verdade, falta eu ser vacinado contra a Covid”, brincou o parlamentar.

Sobre não apoiar novamente Fabio Palacio (PSD) à Prefeitura – esteve no arco de aliados no ano passado –, Jander comentou ter entendido que o nome de Palacio era o melhor dentre as opções que se apresentavam. “Mas agora, até pelo raciocínio a partir do resultado eleitoral, entendo ser necessário outro nome. Eu sempre fui oposição ao Auricchio. No passado, o Fabio esteve com ele. O Fabio é da elite da cidade também.”

Jander acredita que, se houver novo pleito, a base de sustentação implodirá e vários nomes sairão à disputa pelo Palácio da Cerâmica. “Até porque muitos têm mandato de vereador e podem apresentar suas propostas sem receio de prejuízo eleitoral.” 



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Jander se lança ao Paço se houver nova eleição

Vereador de S.Caetano defende mudança nos nomes de oposição a Auricchio em outro pleito

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

11/02/2021 | 00:52


O vereador Jander Lira (DEM) anunciou que, se houver nova eleição em São Caetano, vai lançar candidatura própria à Prefeitura.

No entendimento do democrata, que está em segundo mandato na Câmara, os nomes de oposição não cativaram o eleitor da cidade no pleito do ano passado, uma vez que José Auricchio Júnior (PSDB) foi o mais votado – os votos no tucano estão sub judice, já que o registro de sua candidatura à reeleição foi indeferido pela Justiça Eleitoral do município.

“A população espera por novas propostas e a oposição que se apresentou no ano passado não convenceu, tanto que Auricchio, mesmo cassado e com todos os problemas jurídicos, ficou à frente de todos”, considerou Jander, integrante da oposição.

A despeito de ter recebido 42,8 mil votos, Auricchio não tomou posse como prefeito pela quarta vez porque espera julgamento de recurso, no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), paral liberar seu registro. O tucano foi condenado por captação irregular de doação eleitoral na eleição de 2016 e, embora tivesse efeito suspensivo concedido pela presidência do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), o entendimento da juíza eleitoral Ana Lúcia Fusaro, da 166ª Zona Eleitoral, foi o de que Auricchio não estava apto para o pleito de novembro. Por isso, a cidade é administrada por Tite Campanella (Cidadania), presidente da Câmara eleito no dia 1º de janeiro.

O democrata avisou também que fez convite para que a vereadora Suely Nogueira (Podemos), que está na base de sustentação, seja sua vice. “É preciso acabar com esse cenário elitista em São Caetano. Eu sou nordestino, da Paraíba, professor e a Suely é uma mulher negra, oriunda de movimentos de ações sociais. É uma chapa que representa o povo, não os coronéis ou as famílias que se revezam no poder na cidade”, comentou o democrata. “Ela não me disse nem que sim nem que não ainda”, emendou.

Jander discorreu que avisou o ex-prefeito Paulo Pinheiro (DEM) sobre sua intenção política. O vereador confidenciou que Pinheiro considerou o movimento precipitado, mas que não via objeção à movimentação do aliado – Jander foi secretário de Cultura no governo de Pinheiro, entre 2013 e 2016. “Ele falou que respeita. Disse que sou adulto e vacinado. Na verdade, falta eu ser vacinado contra a Covid”, brincou o parlamentar.

Sobre não apoiar novamente Fabio Palacio (PSD) à Prefeitura – esteve no arco de aliados no ano passado –, Jander comentou ter entendido que o nome de Palacio era o melhor dentre as opções que se apresentavam. “Mas agora, até pelo raciocínio a partir do resultado eleitoral, entendo ser necessário outro nome. Eu sempre fui oposição ao Auricchio. No passado, o Fabio esteve com ele. O Fabio é da elite da cidade também.”

Jander acredita que, se houver novo pleito, a base de sustentação implodirá e vários nomes sairão à disputa pelo Palácio da Cerâmica. “Até porque muitos têm mandato de vereador e podem apresentar suas propostas sem receio de prejuízo eleitoral.” 

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