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Senado dos EUA inicia julgamento de Trump

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


10/02/2021 | 14:59


Os autores do impeachment contra o ex-presidente americano Donald Trump começam a apresentar seus argumentos nesta quarta-feira, 10, no segundo julgamento no Senado em um ano. Deputados democratas devem usar a oportunidade para apresentar uma conexão direta entre o comportamento de Trump e a invasão do Capitólio no dia 6 de janeiro, que resultou em seis mortes.

O desafio dos autores será persuadir os senadores republicanos, do mesmo partido do ex-presidente, a votar pela condenação. Os procedimentos de abertura do processo na terça-feira, 9, deram indícios da lealdade do Partido Republicano a Trump e a alta probabilidade de que ele seja absolvido.

Apenas seis senadores republicanos votaram em conjunto com os democratas na terça e admitiram a possibilidade de julgar Trump, apesar de ele ter deixado a presidência. Para condená-lo, seria necessário que 17 republicanos aderissem ao bloco democrata, que tem 50 senadores.

Após o Senado decidir que o processo é constitucional, o julgamento tem início com as sustentações orais a partir das 14h no horário de Brasília (meio-dia em Washington). Os deputados que assinam o pedido de impeachment, que agora atuam como promotores, abrem a sessão e serão seguidos pelos advogados de Trump.

A sessão de terça-feira serviu como prévia dos argumentos que os autores devem apresentar contra Trump, que é acusado de "incitar insurreição" pelo seu papel no episódio que resultou no ataque à sede do Congresso americano.

Em sua apresentação na terça, o deputado Jamie Raskin, democrata de Maryland, exibiu um vídeo de 13 minutos com a intenção de forçar os republicanos a levar em consideração a violência que ocorreu no Capitólio.

O vídeo mostra trechos do discurso de Trump no dia 6 de janeiro, seguida de cenas em que seus apoiadores invadem o prédio, causando estragos até chegar ao plenário do Senado, onde o julgamento de impeachment agora é conduzido.

"Este não pode ser o futuro da América", disse Raskin. "Não podemos ter presidentes que incitam e mobilizam a violência de uma multidão contra nosso governo e nossas instituições porque se recusam a aceitar a vontade do povo sob a Constituição dos Estados Unidos."

A expectativa é que o julgamento avance rapidamente, com uma votação para condenar ou absolver Trump até o fim de semana.



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Senado dos EUA inicia julgamento de Trump


10/02/2021 | 14:59


Os autores do impeachment contra o ex-presidente americano Donald Trump começam a apresentar seus argumentos nesta quarta-feira, 10, no segundo julgamento no Senado em um ano. Deputados democratas devem usar a oportunidade para apresentar uma conexão direta entre o comportamento de Trump e a invasão do Capitólio no dia 6 de janeiro, que resultou em seis mortes.

O desafio dos autores será persuadir os senadores republicanos, do mesmo partido do ex-presidente, a votar pela condenação. Os procedimentos de abertura do processo na terça-feira, 9, deram indícios da lealdade do Partido Republicano a Trump e a alta probabilidade de que ele seja absolvido.

Apenas seis senadores republicanos votaram em conjunto com os democratas na terça e admitiram a possibilidade de julgar Trump, apesar de ele ter deixado a presidência. Para condená-lo, seria necessário que 17 republicanos aderissem ao bloco democrata, que tem 50 senadores.

Após o Senado decidir que o processo é constitucional, o julgamento tem início com as sustentações orais a partir das 14h no horário de Brasília (meio-dia em Washington). Os deputados que assinam o pedido de impeachment, que agora atuam como promotores, abrem a sessão e serão seguidos pelos advogados de Trump.

A sessão de terça-feira serviu como prévia dos argumentos que os autores devem apresentar contra Trump, que é acusado de "incitar insurreição" pelo seu papel no episódio que resultou no ataque à sede do Congresso americano.

Em sua apresentação na terça, o deputado Jamie Raskin, democrata de Maryland, exibiu um vídeo de 13 minutos com a intenção de forçar os republicanos a levar em consideração a violência que ocorreu no Capitólio.

O vídeo mostra trechos do discurso de Trump no dia 6 de janeiro, seguida de cenas em que seus apoiadores invadem o prédio, causando estragos até chegar ao plenário do Senado, onde o julgamento de impeachment agora é conduzido.

"Este não pode ser o futuro da América", disse Raskin. "Não podemos ter presidentes que incitam e mobilizam a violência de uma multidão contra nosso governo e nossas instituições porque se recusam a aceitar a vontade do povo sob a Constituição dos Estados Unidos."

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