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Caminhoneiros bloqueiam rodovia e fazem protestos em primeiro dia de greve

Banco de Dados/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Duas pistas da Castello Branco, altura de Barueri, foram paralisadas



01/02/2021 | 07:10


 

Desde às 6h desta segunda-feira (1º), caminhoneiros interromperam o fluxo de, ao menos, duas pistas da Rodovia Castello Branco, na altura de Barueri, em São Paulo, para protestar. O bloqueio começou no km 30, sentido Capital. O Sistema Anchieta-Imigrantes enfrenta congestionamento, segundo a concessionária, por conta de excesso de veículos apenas. Na noite deste domingo (31), a juíza Ida Inês Del Cid, da 2ª Vara Cível de São Bernardo e plantonista do fim de semana, deferiu liminar contra o bloqueio da Via Anchieta e da Rodovia dos Imigrantes, que cortam o Grande ABC (leia aqui).

Apesar do tráfego interrompido, o Ministério da Infraestrutura e a PRF (Polícia Rodoviária Federal) divulgaram comunicado no qual informam que todas as rodovias federais, concedidas ou sob gestão do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), encontravam-se com fluxo livre de veículos.

Lideranças dos caminhoneiros autônomos, transportadores de cargas, convocaram motoristas para uma paralisação a partir de hoje. Entre outras reivindicações, os caminhoneiros querem redução de cobrança de PIS/Cofins sobre o óleo diesel, o aumento e cumprimento da tabela do piso mínimo do frete, estabelecido em 2018 após a paralisação de 11 dias, modificação da redação do projeto 4199/2020, o BR do Mar, sobre cabotagem, aposentadoria especial para o setor, um marco regulatório do transporte, entre outros pedidos.

Neste domingo (31), um áudio de uma conversa entre o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e uma liderança local de caminhoneiros, circulou em grupos de Whatsapp, no qual o ministro afirma não ter possibilidade de atender alguns dos principais pedidos do segmento. Freitas confirmou a autenticidade do áudio e confirmou que a conversa ocorreu no sábado (30), mas disse que se tratava, apenas, de esclarecer o papel do governo em cada demanda, o que é possível fazer e o que não é.

O Ministério da Infraestrutura informa, ainda, que boletins sobre o fluxo de veículos serão atualizados periodicamente e "estão baseados em informações do centro de controle da Polícia Rodoviária Federal".

 



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Caminhoneiros bloqueiam rodovia e fazem protestos em primeiro dia de greve

Duas pistas da Castello Branco, altura de Barueri, foram paralisadas


01/02/2021 | 07:10


 

Desde às 6h desta segunda-feira (1º), caminhoneiros interromperam o fluxo de, ao menos, duas pistas da Rodovia Castello Branco, na altura de Barueri, em São Paulo, para protestar. O bloqueio começou no km 30, sentido Capital. O Sistema Anchieta-Imigrantes enfrenta congestionamento, segundo a concessionária, por conta de excesso de veículos apenas. Na noite deste domingo (31), a juíza Ida Inês Del Cid, da 2ª Vara Cível de São Bernardo e plantonista do fim de semana, deferiu liminar contra o bloqueio da Via Anchieta e da Rodovia dos Imigrantes, que cortam o Grande ABC (leia aqui).

Apesar do tráfego interrompido, o Ministério da Infraestrutura e a PRF (Polícia Rodoviária Federal) divulgaram comunicado no qual informam que todas as rodovias federais, concedidas ou sob gestão do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), encontravam-se com fluxo livre de veículos.

Lideranças dos caminhoneiros autônomos, transportadores de cargas, convocaram motoristas para uma paralisação a partir de hoje. Entre outras reivindicações, os caminhoneiros querem redução de cobrança de PIS/Cofins sobre o óleo diesel, o aumento e cumprimento da tabela do piso mínimo do frete, estabelecido em 2018 após a paralisação de 11 dias, modificação da redação do projeto 4199/2020, o BR do Mar, sobre cabotagem, aposentadoria especial para o setor, um marco regulatório do transporte, entre outros pedidos.

Neste domingo (31), um áudio de uma conversa entre o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e uma liderança local de caminhoneiros, circulou em grupos de Whatsapp, no qual o ministro afirma não ter possibilidade de atender alguns dos principais pedidos do segmento. Freitas confirmou a autenticidade do áudio e confirmou que a conversa ocorreu no sábado (30), mas disse que se tratava, apenas, de esclarecer o papel do governo em cada demanda, o que é possível fazer e o que não é.

O Ministério da Infraestrutura informa, ainda, que boletins sobre o fluxo de veículos serão atualizados periodicamente e "estão baseados em informações do centro de controle da Polícia Rodoviária Federal".

 

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